Instituto TIM

Tag: Workshop II

18
dez

AWC promove Feira de Investimentos

A edição de 2015 do programa Academic Working Capital foi encerrada com a Feira de Investimentos AWC, realizada no dia 17 de dezembro no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. Após três dias de preparo no Workshop II, os grupos tiveram a oportunidade de apresentar seus projetos a investidores e convidados. O presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio, visitou os estandes de todos os grupos e fez a abertura do evento.

“Fiquei extremamente animado ao ver a demonstração das ideias”, afirmou. “Tem gente nova, criando coisas novas e acreditando no futuro, e é disso que o Brasil precisa”. Sérgio Costa, diretor de Desenvolvimento de Negócios e Relações Institucionais da Investe SP, deu sequência à abertura da Feira. Ele falou aos convidados sobre o apoio da Investe SP a AWC e a importância do empreendedorismo. “Você tem que empreender em todas as áreas da sua vida, ser inovador, buscar soluções, lidar com incertezas”, declarou.

A Feira também contou com a presença do vice-presidente de Estratégia e Inovação da TIM, Luis Minoru Shibata. “A inovação se manifesta de diversas formas, aqui estamos vendo uma delas. Estar presente no ecossistema de inovação e contribuir para que ela aconteça no Brasil são alguns de nossos objetivos principais”, disse à reportagem.

O primeiro palestrante do dia, Renato Freitas, falou sobre sua trajetória como cofundador das startups Ebah e 99Taxis. Renato explicou os nove maiores aprendizados que teve como empreendedor, como encontrar os sócios e colaboradores ideais, entender as necessidades do cliente e pensar no propósito do negócio. “Geralmente se começa uma startup com uma ideia muito específica. Mas será que ela estará aqui daqui a dez anos?”, questionou.

Confira a cobertura do primeiro, segundo e terceiro dia do Workshop II.

A segunda palestra, já no final da tarde, foi conduzida por Álvaro Novaes, fundador e CEO da Futurojá Angels Asset Management. Por meio de imagens, vídeos e exemplos de histórias reais, Álvaro ressaltou que os empreendedores devem ter um propósito, paixão pelo que fazem e enxergar além do que os outros veem. “Vocês terão sucesso como empreendedores à medida em que usam a tecnologia a serviço da raça humana”, afirmou.

Além de apresentar seus projetos em estandes na Open Fair, realizada no período da tarde, os grupos participantes de AWC prepararam pitches de cinco minutos para explicar a criação de seus produtos e o plano de negócios desenvolvido. As apresentações foram divididas em dois momentos para bancas avaliadoras diferentes, compostas por empreendedores, investidores e especialistas na área. Após os pitches, os integrantes das bancas fizeram comentários, perguntas e sugestões aos estudantes.

Os avaliadores foram Marco Poli, investidor da Anjos do Brasil; Fernando Salatori e Alessandro Andrade, fundadores da startup Lean Survey; Rogério Nogueira, CEO da Weka e sócio das startups Colaboradores e Captr; Felipe Gasko, coordenador nacional do programa Promessas Endeavor; Ana Lúcia Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora; André Mainart, diretor de Inovação e Incubação de Negócios da Stefanini; André Ghion, co-fundador da aceleradora Move2; Raul Javales, sócio fundador da consultoria KeenLab; Leandro Queiroz, consultor da Escola de Negócios do Sebrae; e Marcos Simões, fundador da startup BigoClub.

O evento foi encerrado pelos coordenadores do programa, Marcos Barretto e Diogo Dutra.

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18
dez

Treinos de pitches fecham Workshop II

O último dia do Workshop II do programa Academic Working Capital em 2015 foi dedicado à preparação dos pitches que os estudantes apresentariam na Feira de Investimentos AWC, marcada para o dia seguinte. Durante todo o dia 16 de dezembro, os grupos assistiram a palestras, treinaram suas apresentações e conheceram o local da Feira. O Workshop II começou no dia 14 e é realizado no auditório e salas do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

A primeira palestra do dia foi a do membro do Núcleo de Empreendedorismo da USP e monitor AWC Artur Vilas Boas. Ele enfatizou que é possível transformar os projetos em grandes negócios com trabalho duro e falou da importância de uma boa narrativa para conquistar o público. “Construir uma história legal em torno do projeto ajuda os investidores e todo mundo que está assistindo à apresentação a entender melhor o que está sendo feito. A parte técnica da engenharia é apenas um detalhe que todo mundo já sabe que você domina”, comenta Artur.

Saiba como foi o primeiro dia do Workshop II

Durante a tarde, os estudantes se reuniram em seus grupos e trabalharam nas apresentações. Com orientação de Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, eles foram refinando seus discursos e materiais sobre os projetos para a apresentação na Feira de Investimentos AWC. Para completar, fizeram uma rodada de treino de pitches e receberam feedbacks de Diogo Dutra e do professor da Poli-USP e coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto.

Para encerrar o dia, Diogo e Marcos deram uma palestra final na qual agradeceram o empenho de cada um dos estudantes e aproveitaram para ressaltar o trabalho dos monitores e de toda a equipe AWC. “A partir de agora, cada dia será um frio na barriga novo e isso é o normal no empreendedorismo”, encerrou Diogo.

Segundo dia do Workshop II teve como tema vendas e patentes

Os participantes de Academic Working Capital participarão da Feira de Investimentos AWC e apresentarão seus projetos a investidores e grandes nomes do empreendedorismo. A Feira será aberta ao público e acontece no dia 17 de dezembro das 9h às 22h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo.

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16
dez

2º dia de Workshop: vendas e patente

O segundo dia do Workshop II do programa Academic Working Capital teve como tema Marketing, Vendas e Operações (saiba como foi o primeiro dia). Quem abriu os painéis do dia 15 de dezembro foi o coordenador de conteúdo do programa, Diogo Dutra, que conversou com os participantes sobre canais e estratégias de vendas. Diogo explicou formas de precificar os produtos, mensurar as expectativas de vendas e adquirir e reter clientes.

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado e fundador da empresa digital de educação Podd, utilizou diversos exemplos de empresas para falar sobre estratégias comerciais para os públicos B2C (clientes finais) e B2B (empresas), modelos de prospecção online e offline, posicionamento de marca e relacionamento com os clientes. “O posicionamento não está só em como o cliente vê sua marca, mas também em como ele trabalha e se relaciona com você”, explicou.

Durante a tarde os estudantes conheceram mais sobre o conceito de propriedade intelectual, com foco em patentes. Henry Suzuki, sócio-diretor da consultoria tecnológica Axonal, comentou sobre os obstáculos enfrentados no Brasil para a concessão de patentes e a necessidade de realizar estudos e um mapeamento completo de todos os segmentos que envolvem o produto antes de patenteá-lo. “Não dá para ser um país tecnológico trabalhando no escuro”, afirmou. Os participantes também tiraram muitas dúvidas sobre os requisitos para patentear um produto e as diferenças entre patentes no Brasil e em outros países.

Em seguida, a advogada Paula Tonani, sócia-fundadora da Tonani Advogados, falou sobre os cuidados legais que as pequenas empresas precisam tomar para escolher o tipo societário e o regime tributário, contratar funcionários e proteger a marca e as patentes. “A legislação no Brasil é complicada, mas não é um bicho de sete cabeças”, ressaltou. “Aquelas cautelas que parece que ninguém quer ter, quem é mais novo tem que ter três vezes mais. Uma reclamação trabalhista pode ser mortal para pequenas empresas.”

Os grupos ainda tiveram dois momentos no dia para discutir e desenvolver seu plano de ação para a Feira de Investimentos AWC e ouvir os feedbacks dos colegas e monitores. A Feira de Investimentos será aberta ao público e acontece no dia 17 de dezembro das 9h às 22h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. As inscrições são gratuitas – basta enviar o nome completo e o telefone para o e-mail awc@institutotim.org.br.

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15
dez

AWC: Workshop II começa em SP

Na manhã do dia 14 de dezembro, começou em São Paulo (SP) o Workshop II do programa Academic Working Capital – iniciativa do Instituto TIM que apoia estudantes da graduação que queiram transformar seus projetos finais de curso em um negócio. Durante três dias, integrantes dos grupos participantes de 2015 assistem a palestras, fazem exercícios e dinâmicas e preparam as apresentações que farão na Feira de Investimentos AWC, no dia 17 de dezembro. O Workshop II de AWC acontece de 14 a 16 de dezembro no auditório e salas do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

O workshop começou com discussões sobre tipos de investimentos e orientações para aprimorar o pitch (apresentação de 3 a 5 minutos que busca atrair o interesse de um investidor). A abertura da programação ficou por conta de Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, que mostrou o plano de trabalho e a agenda do workshop. Logo em seguida, Diogo explicou o que os grupos podem fazer para conseguir investimentos. O professor da Poli-USP e coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto, falou sobre as opções de linhas de investimentos tradicionais e governamentais, como PIPE e Finep.

Saiba mais sobre a Feira de Investimentos AWC 2015 e inscreva-se

Depois da fala de Diogo e Marcos, o engenheiro mecatrônico e fundador das empresas Tegris e FieldLink.me, Rafael Gonçalves, conversou com os estudantes sobre o tipo e tamanho de negócio que eles estão estabelecendo. Ele mostrou opções alternativas de investimentos, como crowfounding e venture capital, e comentou que cada tipo de projeto deve procurar um modelo específico de investimento para alcançar sua capacidade total.

Durante a tarde, os estudantes receberam a visita de Adriano Albertin, representante da Escola de Negócios Sebrae, que deu uma oficina de pitch. Adriano fez dinâmicas com os estudantes e convidou-os a soltar a criatividade e o pensamento rápido diante de mudanças repentinas. No fim do dia, um representante de cada grupo teve 3 minutos para fazer um pitch sobre seu projeto. Uma banca avaliadora composta por monitores AWC deu feedbacks sobre as apresentações.

Os feedbacks recebidos nestes dias de workshop serão incorporados aos projetos e pautarão a participação dos grupos na Feira de Investimentos AWC, que acontece no dia 17 de dezembro das 9h às 22h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. O evento, que reunirá empreendedores e investidores, será aberto ao público e gratuito. Para participar é preciso enviar nome completo e telefone para o e-mail awc@institutotim.org.br.

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30
nov

Apoio de AWC foi determinante para Seletora de Mudas vencer Prêmio Santander Universidades

O primeiro ciclo do programa Academic Working Capital está se encerrando com uma notícia muito boa. Como alguns de vocês já viram aqui, a Seletora de Mudas de Eucalipto/Tech Muda venceu o Prêmio Santander Universidades na categoria Empreendedorismo. A equipe AWC esteve presente durante todas as etapas do projeto, auxiliando o grupo a construir seu produto. Por isso, essa conquista é um grande orgulho pra todo mundo que faz parte do programa!

“A participação de AWC foi fundamental. O [monitor] Artur Vilas Boas nos ajudou em todo o processo da competição, falávamos com ele todos os dias pedindo dicas e referências. E foi o [coordenador de conteúdo] Diogo Dutra que incentivou a gente a fazer a inscrição no Prêmio e nos ajudou com o pitch”, diz Fernando Torres, coordenador da equipe.

Para vencer o Prêmio Santander Universidades, o grupo desenvolveu um plano de negócios, que foi entregue na primeira fase do concurso, e fez um pitch, que foi apresentado na etapa final da competição. O grupo, que é formado também por Fernando Lopes e Henrique Martins, vai receber R$ 100 mil para investir no projeto, consultoria da organização Endeavor e uma bolsa de estudos na Babson College, em Boston, nos Estados Unidos.

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Fernando explica que a participação no AWC foi muito importante para a criação do protótipo – que, por sua vez, foi fundamental para a conquista do prêmio. “E agora vamos usar o dinheiro da premiação para construir a primeira máquina”, comemora Fernando Torres. Os próximos passos do grupo são estabelecer formalmente a empresa, requisitar a patente e desenvolver a versão final do protótipo. A meta é vender duas máquinas já em 2016.