Instituto TIM

Tag: Workshop II

18
set

Workshop II: Feira de feedbacks encerra os dois dias de atividades

O dia 16 de setembro foi o último do Workshop II do programa Academic Working Capital 2018 – ao mesmo tempo, foi uma primeira prévia do que vai acontecer na Feira de Investimentos, que ocorrerá em dezembro!

O segundo e último dia do Workshop começou na sala principal da Fundação Vanzolini com uma conversa de introdução com os participantes sobre investimentos. O coach Artur Vilas Boas iniciou o dia e a palestra trazendo o que e como seriam os diferentes tipos de investimentos, ou fundings como são também conhecidos, que os grupos poderiam considerar. Foi abordada a diferença entre fundos de venture capital e investidores-anjo e os cuidados que devem ser tomados ao buscar e receber um investimento. “Os fundos de investimentos também evoluíram paralelamente a trajetória do empreendedorismo no país, então hoje existe uma divisão dos tipos e tamanhos de fundings de acordo com a maturação das startups”, orientou Artur ao falar sobre os requisitos necessários para cada tipo de investimento.

Outro tema que apareceu nessa conversa foi o papel das aceleradoras neste processo de crescimento da empresa e como se negocia o equity, capital da empresa, com os novos investidores. “E nunca se esqueçam que os melhores investidores da suas empresas sempre serão os clientes!”, finalizou Artur.

 

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A segunda palestra do dia ficou por conta do investidor Marco Poli, da organização Anjos do Brasil. Ele conduziu uma conversa informal porém com muitos pontos de questionamento com os universitários sobre como é a rotina de uma startup e as diferenças entre ter clientes b2b (empresa vendendo para empresas) e b2c (empresas vendendo para consumidor final). Marco também deixou claro a importância de ter as pessoas certas para atividades importantes da empresa. “É um erro comum e repetido de startup querer contratar pessoas com pouco conhecimento para tocar áreas importantes, então escolham bem seus parceiros e colaboradores e busquem por competências fundamentais para o negócio rodar”, completou.

Após as palestras, os estudantes voltaram a se reunir em seus clusters para trabalhar nos projetos. Eles incorporaram os feedbacks recebidos da equipe AWC, mentores e palestrantes, e aperfeiçoaram suas ideias com as experiências adquiridas. Os coaches Artur Vilas Boas, Rodrigo Franco, André Dib, Isabela Modesto e o professor da Poli-USP, Marcos Barretto usaram esse momento para ajudar na preparação dos grupos para a feira de feedbacks. A ideia é que no período da tarde, os participantes pudesses aproveitar a oportunidade de apresentar suas soluções a um público completamente novo, extrair mais comentários e aproveitar para treinar seus pitches.

 

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No período da tarde, todos se encaminharam para o salão do 16º andar do prédio da FIESP, onde já acontecia o Festival de Empreendedorismo, e que recebeu os grupos de AWC para exporem seus projetos ao público presente. Já no local, os participantes montaram suas bases com apresentações, protótipos e muita vontade de receber amigos, convidados e investidores presentes, como Carlos Fenerich e Marco Zili, do PoliStart, parceiro de AWC. Todos se esforçaram para expandir sua rede de contatos, validar a dor do usuário e mostrar os números que já tinham conquistado até ali.

Antes de encerrar oficialmente as atividades do dia, o professor Marcos Barretto disse algumas palavras em agradecimento ao público que tinha comparecido e contou um pouco mais sobre como o programa AWC complementa e auxilia tudo que acontece dentro das universidades. O professor também elogiou os grupos por terem aproveitado a experiência de falar com pessoas novas e que desconheciam seus projetos. “Pescar em mar aberto é assim, a gente nunca sabe o que vai acontecer, quando a gente vai pra uma conversa com um público novo é assim, não sabemos o que esperar das perguntas”, disse o professor Barreto aos alunos, relacionando a feira como sendo um local onde o público poderia perguntar qualquer coisa sobre os projetos, por isso a importância de se prepararem para essa nova etapa.

Uma última surpresa aguardava os participantes de AWC 2018, em pareceria com a HackBrasil, 5 grupos foram selecionados para participar de um processo seletivo da aceleradora que premiará os vencedores com um valor em dinheiro e também um curso em Harvard e no MIT, com todas as despesas pagas. As equipes selecionadas foram: Centrics, NextCam, HeliDrop, AquaLuz e ECGP. Eles agora precisam gravar um vídeo de até 5 minutos contando suas histórias e soluções e enviar para a competição. Com o fim do Workshop II, os grupos seguem com os acompanhamentos quinzenais com seus coaches e entram no processo de construção de seus protótipos finais e na preparação para a Feira de Investimento, que acontecerá em dezembro.

 

 

17
set

Workshop II: Primeiro dia teve foco em feedbacks 

O Workshop II de AWC 2018, começou em clima de descobrimento.  É que essa a primeira vez que os participantes, coachs e coordenadores do programa se conheceram presencialmente. A sala localizada na Fundação Vanzolini, em São Paulo, serviu de local de encontro para mais de 70 estudantes dos 26 grupos participantes desta edição,  que compareceram ao primeiro dia do encontro, que aconteceu em 15 de setembro de 2018. Nesta edição de AWC participam grupos de 8 Estados diferentes mais Distrito Federal. Antes dessa edição presencial, já tinha acontecido o Workshop I, que foi realizado em ambiente virtual, nos dias 5 e 6 de maio de 2018.
 
O workshop teve início com as boas-vindas do professor da Poli-USP, Marcos Barretto e por Rodrigo Franco, coordenadores de AWC. “Agora chegamos ao momento do nosso sprint final, e conhecer o que vamos fazer até dezembro para ter nossa primeira venda”, comentou Rodrigo iniciando as explicações de como seriam aqueles dois dias de trabalho intenso dos grupos. O professor Marcos Barreto também ressaltou que a ideia era que durante o fim de semana, os grupos revisassem várias vezes seus projetos e aproveitassem a oportunidade de discutir suas ideias com os coaches, mentores, professores, colegas e convidados.
 
“A gente aqui do AWC gosta de disciplina e entrega, e é isso que vai fazer a ideia de cada um sair do papel”, continuou Rodrigo no bate-papo inicial. Durante essa primeira conversa, o coach apresentou os tópicos que seriam abordados naquele dia. O tema seria o Design Sprint, que tem como metodologia entender as necessidades do usuário, divergir as ideias dentro dos grupos para poder focar naquela que aparecer como a mais adequada e depois um momento de entender tudo que foi falado nessa chuva de ideias e montar um pitch de até 5 minutos. Assim que essa primeira apresentação foi finalizada, os grupos foram separados em clusters, cada um liderado por um dos coaches ou mentores convidados. Artur Vilas Boas, Rodrigo Franco, André Dib, Isabela Modesto, Miguel Chaves, professor Marcos Barretto, Leonardo Monteiro e Jessica Tarasoff seguiram para as salas com os estudantes onde trabalhariam a partir daquele momento.
 
Ao longo da manhã, os participantes do programa conheceram na prática a dinâmica apresentada anteriormente. No meio das rodadas de conversa, eles eram levados a gerar ideias, não julgar as sugestões malucas que poderiam aparecer dos colegas, manterem foco no resultado e no problema que o projeto estava ajudando a resolver e a ter uma conversa individual com o mentor. Todos os feedbacks recolhidos pelos participantes eram repassados e usados para complementar a solução. Liderando um dos clusters, o mentor Leonardo Monteiro, cofundador da startup InfoPrice, aproveitou para contar aos estudantes sua história no empreendedorismo. “Além de termos uma ideia precisamos encontrar àquelas pessoas que sonham junto com a gente mas que também questionam o que fazemos, por isso é tão importante vocês utilizarem os recursos que AWC dão pra vocês de acesso a outras pessoas e a possíveis parceiros”, incentivou Leonardo. Ele também aproveitou para ouvir cada um dos grupos fazendo seus pitches individualmente e deu feedbacks verdadeiros e questionadores, que ajudaram muito na revisão das ideias. 
 
Logo após a pausa para o almoço, os estudantes retornaram para suas salas para prosseguir com os assuntos que haviam sido iniciados pela manhã. Agora, dentro de seus clusters, os grupos estavam reapresentando suas ideias já com as novas formulações pensadas anteriormente. O foco da tarde era preparar as ideias e materiais para serem apresentados no dia seguinte, na feira intermediária. Até o final do dia, eles deveriam coletar mais feedbacks que os mentores, coaches e colegas trariam, e repensar algumas ideias que tinham sobre seus projetos.
 

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Para finalizar, uma última palestra levou os participantes de volta à sala principal, o convidado era o empreendedor Maurício Villar, COO e co-founder da startup tembici. Maurício contou sua história pessoal, como a empresa surgiu e falou sobre os maiores aprendizados que teve na vida de empreendedor. “Para crescer é preciso sonhar grande e executar pequeno, é isso que faz a startup ir pra frente”, comentou o empreendedor sobre como conquistou seus primeiros grandes clientes mesmo antes de ter toda a estrutura física montada. Para inspirar ainda mais os participantes, Maurício trouxe a importância de ter resiliência e um propósito muito claro do que se quer ao empreender. Outro ponto de destaque em sua fala foi sobre como é fundamental ter pessoas excelentes ao lado para que o sonho seja conquistado. “Tenha pessoas com habilidades diferentes das suas mas que compartilhem dos mesmos valores”, completou. Por último, aconteceu uma rodada de perguntas ao convidado e a finalização do dia de trabalho.
 
O Workshop II continuou no dia 16 de setembro, com o segundo dia de trabalho e a feira intermediária de feedbacks.

 

21
jul

Palestras encerram o Workshop II

O último dia do Workshop II de Academic Working Capital, em 20 de julho, levantou discussões sobre planejamento financeiro. A programação começou no auditório do prédio de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) com uma palestra sobre precificação. O administrador e matemático Daniel Barzilay explicou que o processo de precificação em uma startup é diferente das grandes empresas, já que estas contam com uma ampla base de dados sobre o comportamento do consumidor. “Na startup você não tem esse luxo, é muito mais sensível e qualitativo”, disse. Daniel apontou estratégias e táticas que as startups podem adotar para precificar seus produtos e ressaltou a necessidade de pensar nos concorrentes ao definir suas ações.

Veja como foi o primeiro e o segundo dia de atividades

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, falou sobre fluxo financeiro e o planejamento básico que toda empresa deve ter. Ele mostrou diversas planilhas e gráficos para dar um exemplo de como realizar o controle do fluxo de caixa em quatro etapas, até chegar em um relatório financeiro. “Quando a gente entende o fluxo de caixa, consegue planejar o futuro e crescer de forma estável e organizada”, comentou. Esse processo ajuda a compreender a dinâmica da empresa e impacta todas as áreas, não se restringindo ao setor financeiro. “A tomada de decisões na empresa fica mais inteligente”, afirmou Miguel.

As métricas utilizadas para acompanhar o desempenho de uma empresa foram apresentadas pelo fundador das startups Tegris e FieldLink, Rafael Gonçalves. Em sua palestra, Rafael falou sobre alguns modelos de captação de recursos e como mensurar a tração da empresa. “Tração é a capacidade de atrair novos usuários para seu produto, de preferência usuários pagantes”, explicou. Os estudantes conheceram o significado e as relações entre termos como custo de aquisição de cliente (CAC), lifetime value (LTV) e receita recorrente mensal (MRR). “A estratégia é como vou deixar meu negócio irresistível, é mostrar que eu cresço a números que meus investidores nem pensam em sonhar”, concluiu.

A palestra seguinte teve como tema captação de recursos e foi dada por Alessandro Andrade, cofundador da startup Lean Survey. Foi abordada a diferença entre fundos de venture capital e investidores-anjo e os cuidados que devem ser tomados ao buscar e receber um investimento. “Saber quem é o seu investidor e o que ele traz para a sua empresa vale mais que o dinheiro que ele está colocando”, afirmou. Um dos pontos de atenção destacados foi com os tipos e as cláusulas do contrato firmado com o investidor. Alessandro reforçou a importância de não deixar cláusulas em aberto e de trabalhar para que sejam bem definidas e cumpridas.

O sócio-fundador da Radix Flávio Waltz encerrou as palestras com uma apresentação da história e do trabalho realizado pela empresa, que oferece soluções nas áreas de software, automação industrial e engenharia. Flávio contou como a Radix enfrentou momentos de crise e uma grande batalha judicial e se firmou como referência no setor, ampliando os segmentos atendidos e abrindo escritórios no Brasil e no exterior. Ele também comentou sobre a valorização de universitários na empresa, que tem parceria com várias universidades e patrocina equipes acadêmicas. “A gente trata as universidades como nossa categoria de base.”

Os grupos de AWC finalizaram os documentos criados durante o Workshop e começaram a pensar em questões de precificação. O coordenador de conteúdo do programa, Diogo Dutra, terminou o dia com informações sobre o trabalho que será realizado no segundo semestre e abriu espaço para os estudantes compartilharem suas impressões sobre os três dias de atividades e sugestões para o próximo Workshop, que será realizado em dezembro.

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20
jul

Operações em pauta no Workshop II

O presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio, abriu o segundo dia do Workshop II de Academic Working Capital, em 19 de julho. Ele compartilhou com os estudantes um pouco de sua trajetória profissional, desde quando começou a trabalhar aos 11 anos como entregador de encomendas em um armazém até atualmente, como presidente do Instituto TIM e membro de conselhos de empresas. “Meu pai foi jardineiro a vida toda e minha mãe foi empregada doméstica. Eu ralei muito, assim como vocês fazem agora, para poder chegar à presidência de uma empresa”, disse. Manoel Horacio falou sobre atitudes que todo empreendedor deve ter, como persistência, criatividade, ética, foco e comprometimento com o projeto e o grupo. “Tem que começar pequeno e pensar grande”, recomendou.

Saiba como foi o primeiro dia do Workshop II de AWC

O dia foi dedicado a atividades relacionadas à operação dos negócios. A segunda palestra no auditório do prédio de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) foi conduzida por dois diretores da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE). Antonio Carlos Fonseca, diretor Administrativo e Financeiro, explicou três tipos de contratação de colaboradores – CLT, autônomo e pessoa jurídica – e os pontos de atenção na hora de calcular os custos para abrir uma empresa, reforçando a importância de ter um contador. O diretor de Desenvolvimento de Negócios, Enio Blay, apontou as diferenças e benefícios entre os ambientes de coworking, incubadora e aceleradora.

Em seguida, Silvia Takei, sócia e diretora de Operações da startup DEV Tecnologia, contou a história da empresa e os desafios enfrentados ao longo dos anos. Da criação de um equipamento tecnológico para pesquisa em psicologia na USP ao desenvolvimento de produtos e soluções na área de Internet das Coisas para grandes empresas, os quatro sócios da DEV Tecnologia passaram por diversas situações comuns para quem está começando a empreender: a burocracia para registrar a empresa, a busca por parceiros para ampliar as vendas, a tomada de decisões em relação à expansão dos negócios, entre outras. “Em uma startup, o processo de planejamento é diferente. Pelo menos no começo, a incerteza é muito grande. Você faz um planejamento de três anos e, no próximo mês, ele não vale mais nada.”

Acesse o Twitter e confira outros destaques do Workshop II

Na última palestra do dia, o sócio-diretor da Antera Gestão de Recursos, Andre Massa, explicou as diferentes opções de financiamento, ressaltando que nem todo modelo de negócio precisa do apoio de um fundo de investimento. “Captar recursos é sua última estratégia”, disse. “É um passo mais à frente. Antes disso, você tem outras opções.” Andre detalhou os tipos de empreendedorismo e as etapas necessárias para desenvolver um negócio inovador e escalável. “Tem que parar de ter empreendedores de PowerPoint para ter empreendedores que geram negócios. E, para esses, tem um monte de gente que quer investir dinheiro.”

O coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, conversou com os participantes sobre pontos essenciais para a operação de uma startup: processos de documentação, estrutura organizacional e planejamento sistemático. Os grupos participaram de uma feira interna em que seus componentes se revezaram tanto para apresentar seu projeto quanto para conhecer os outros projetos de AWC, trocando feedbacks. Eles ainda se reuniram para discutir como vão estruturar o crescimento de seus negócios, o que será necessário para operar os recursos-chave da empresa e mapear os custos em curto prazo e para daqui a três, seis e nove meses.

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19
jul

AWC: Workshop II reúne 60 estudantes

Começou em São Paulo (SP), na manhã de 18 de julho, o Workshop II do programa Academic Working Capital em 2016. Cerca de 60 estudantes, dos 26 grupos que participam neste ano, estiveram reunidos para ouvir palestras, participar de dinâmicas e discutir seus modelos de negócio. O Workshop II acontece até 20 de julho no auditório e nas salas do prédio da Engenharia Elétrica na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).

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A programação começou com as boas-vindas do professor da USP Marcos Barretto, coordenador acadêmico de AWC. Depois, o engenheiro mecatrônico Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, recapitulou a estrutura do programa, lembrando que o tema do Workshop I foi a obsessão pelo usuário e a necessidade de realizar experimentos reais. Citando o empreendedor norte-americano Steve Blank e o criador do jogo Pokemon GO, John Hanke, Diogo mostrou que, a partir de agora, os estudantes sairão de um modelo de solução para um modelo de negócio com o objetivo de estimar seu lucro.

No painel “De produto para negócio”, Diogo explicou rapidamente a ferramenta Business Model Canvas. “No final vocês vão olhar receita e custo e pensar: isso dá negócio ou não dá?” Ele contou a história da startup norte-americana Pair Eyewear, que produz óculos customizáveis para crianças. Depois de ir a campo e fazer pesquisas e entrevistas, os empreendedores da Pair Eyewear mudaram totalmente seu modelo de negócio. “Precisa manter esse olhar curioso, esse olhar que não aceita simplesmente a primeira entrevista, que faz testes rigorosos”, salientou.

Após as palestras iniciais, os grupos foram para as salas e trabalharam em seus modelos de negócio; depois, foram divididos em novos clusters, conforme proximidades de tecnologia ou mercado. Esta é a primeira vez que todos os grupos de 2016 se encontram pessoalmente, já que o Workshop I foi realizado online para os grupos da 2ª chamada.

Mais tarde, todos voltaram ao auditório e assistiram à palestra de Rogério Nogueira, CEO da Weka e sócio das startups Colaboradores e Captr. Rogério falou sobre estratégias de marketing e vendas e formas de adquirir e converter clientes. “Como eu vou atrair e qual vai ser a conversão real para essas pessoas? Isso vai estar no plano de negócios. E é importante testar esse plano de negócios”, afirmou. “Vender é algo que se aprende.” Rogério falou das competências que ele considera necessárias para ser um bom vendedor, como disciplina, habilidade de se comunicar, criatividade e capacidade investigativa. No final, os estudantes fizeram perguntas e o empreendedor deu dicas de livros e ferramentas.

O segundo painel do dia foi sobre mercados e modelos de receita. O coordenador de monitores de AWC, Artur Vilas Boas, que também é membro do Núcleo de Empreendedorismo da USP, mostrou exemplos de empresas com possibilidades de receitas diferentes do modelo de venda simples (aluguel ou venda com manutenção, licenciamento/franquias, freemium etc.). “Calcular o tamanho da oportunidade é precificação vezes dimensionamento”, explicou. Artur repassou alguns pontos de atenção para os estudantes refletirem. De volta às salas, os grupos se reuniram para pensar na estratégia de seus modelos de receita.

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