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Tag: Workshop I

19
jan

Apresentações dos projetos encerram Workshop I

O dia 19 de janeiro foi o último dia do Workshop I do programa Academic Working Capital – ao mesmo tempo, foi apenas o início de um intenso trabalho que os participantes realizarão em 2017. Na primeira atividade do dia, os grupos foram divididos em duas salas de aula do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) para fazer uma apresentação de seus projetos, usando como base o deck de slides construído ao longo do workshop. Os estudantes explicaram suas propostas de valor, segmentos e personas de clientes, jornadas do usuário e o que aprenderam durante esse processo inicial.

Confira o que aconteceu no primeiro e no segundo dia do Workshop I

A equipe AWC deu orientações para os grupos aprimorarem suas apresentações e projetos e mais dicas para a realização das entrevistas, explicando como elas podem ser aproveitadas para solucionar as suposições e dúvidas da matriz CSD. Em seguida, os grupos fizeram as últimas entrevistas agendadas durante o workshop (pessoalmente, via Skype ou por telefone) e iniciaram contato com outros potenciais clientes e parceiros. O objetivo é que nos próximos três meses eles consigam realizar 100 entrevistas. Ao retornar, os estudantes puderam atualizar seus decks de slides conforme o feedback da equipe e o resultado das entrevistas.

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, conversou com os participantes para retomar as principais ferramentas apresentadas durante o workshop: Value Proposition Canvas, matriz CSD, personas e jornada do usuário. Por meio de um esquema desenhado na lousa, ele mostrou como uma ferramenta está conectada a outra e que o funcionamento delas é um ciclo. “Essa é a maneira de fluxo que vocês vão trabalhar o ano todo. Isso é método científico. Vocês vão trabalhando, pesquisando, entrevistando, avaliando até saber se o que vocês têm é uma certeza”, disse.

O engenheiro mecatrônico e coordenador de AWC Diogo Dutra lembrou lições importantes aprendidas no workshop e explicou como será o fluxo de trabalho e as expectativas para os grupos nos próximos meses. “O mais importante nesse processo são as entrevistas. Não tomem decisões bruscas baseadas em uma entrevista só”, aconselhou. Até o primeiro Workshop Online, em 29 de abril, os estudantes continuarão as entrevistas e a atualização do deck de slides e participarão de reuniões de acompanhamento com a equipe de AWC. “Quem vai virar expert no cliente e na proposta de valor são vocês. Nós vamos assegurar que vocês estão falando com as pessoas certas, tomando as decisões certas e evoluindo nesse ciclo de aprendizado”, acrescentou Diogo.

Depois que Miguel explicou o funcionamento do suporte financeiro oferecido pelo programa, cada grupo teve 10 minutos para fazer uma nova apresentação de seu deck de slides atualizado. Diogo, Miguel, Marcos Barretto, coordenador acadêmico de AWC, e os membros da equipe do programa Artur Vilas Boas e André Dib se revezaram para comentar as apresentações.

No final, os estudantes compartilharam suas impressões sobre o Workshop I. “Vocês instigaram a gente, fizeram a gente pensar não só na tecnologia, mas em como vamos impactar a vida das pessoas”, comentou Rafael Cabral Pinto, estudante de Engenharia Mecatrônica do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). Gabriel Ribeiro Reis, aluno de Engenharia Mecatrônica da USP, destacou como positivo o fato de que os membros da equipe de AWC têm expertises em áreas distintas (engenharia, administração e comunicação), o que contribui para o desenvolvimento de diferentes aspectos do projeto.

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18
jan

Workshop I: Foco em entrevistas com usuário

No segundo dia do Workshop I, os estudantes que participam do programa Academic Working Capital 2017 continuaram trabalhando nos contatos e entrevistas com seus potenciais clientes e parceiros. As atividades foram realizadas no prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em São Paulo (SP), com a presença dos 7 grupos selecionados na 1ª chamada de AWC − a 2ª chamada será aberta em março.

Saiba como foi o primeiro dia do Workshop I de AWC 2017

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, abriu o dia explicando o que é jornada do usuário e de que forma essa ferramenta pode ajudar a delimitar a proposta de valor. Ele afirmou que é preciso procurar potenciais usuários, montar uma estratégia para abordá-los e que há diferentes formas para se colocar no lugar do cliente e entender como é a experiência dele com o produto. “Observando você vê, conversando você escuta e tentando você sente e vivencia. Quando você faz esses passos, você bota todos os seus sentidos para funcionar”, salientou. Miguel também contou o que são personas, como elas são feitas e para que servem, e mostrou como é configurada uma jornada do usuário. A ideia é que a jornada e as personas contribuam com o Value Proposition Canvas (VPC) e a matriz CSD (certezas, suposições e dúvidas) de cada grupo.

Após conhecer os canais virtuais que serão usados para a comunicação com a equipe AWC, os estudantes voltaram a trabalhar no deck de slides − apresentação que descreve a solução e os problemas que ela busca resolver. Depois, foram divididos em duas salas e participaram de uma sessão de feedbacks. Cada grupo apresentou seu deck, já com os primeiros esboços da jornada do usuário e das personas, e recebeu feedback da equipe AWC e dos colegas.

Os jovens tiveram a tarde toda para se dedicar às entrevistas ao vivo, por telefone e por Skype. Diogo Dutra, coordenador de AWC, explica que o Deck 1 (de teste de problema) e o Deck de entrevistas (com os resultados das conversas com potenciais clientes, usuários e parceiros) são o foco tanto do Workhop I, quanto dos próximos três meses de acompanhamento. A meta é que, até o final do workshop, cada grupo tenha realizado pelo menos 15 entrevistas.

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17
jan

AWC 2017 começa com Workshop I

O programa Academic Working Capital deu início à sua terceira edição com o Workshop I, realizado no prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em São Paulo (SP). O primeiro dia do workshop, em 16 de janeiro, contou com a apresentação do programa e uma introdução a conceitos e ferramentas essenciais para criar um produto e empreender. Os sete grupos aprovados na 1ª chamada (haverá uma 2ª chamada em março) incluem estudantes da USP, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), da Universidade de Brasília (UnB) e do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG).

O professor da USP e coordenador acadêmico do programa, Marcos Barretto, e o engenheiro mecatrônico e coordenador de AWC Diogo Dutra foram responsáveis pela abertura do workshop. Eles deram as boas-vindas aos grupos, falaram dos objetivos e estrutura do programa e apresentaram a equipe. “Mais do que um processo de aceleração, AWC é um trabalho de educação empreendedora. O que importa para a gente é o quanto vocês vão aprender neste ano”, explicou Diogo.

Marcos comentou que muitos produtos criados nos TCCs são descartados logo depois, e que a proposta de AWC é que os estudantes possam ir além. “Vamos fazer engenharia de verdade, nada de um protótipo para atender o TCC”, afirmou. “Vocês sairão daqui com uma outra visão do que é fazer engenharia, fazer um produto, ser um profissional de verdade.” Neste ano, o programa contará com três workshops presenciais, dois workshops online e uma Feira de Investimentos. Um dos focos do Workshop I é que os grupos entrem em contato pessoalmente, via Skype ou por telefone com o maior número possível de potenciais clientes para testar hipóteses relacionadas aos seus produtos.

André Dib, publicitário e membro da equipe de AWC, conduziu a primeira palestra do dia. Ele falou da importância de ter uma visão crítica ao empreender e de colocar suas convicções à prova constantemente, conversando e conhecendo o público-alvo de seu produto. “Esqueça a bola de cristal e comece a ir atrás de pessoas verdadeiras e histórias reais”, recomendou. André mostrou ferramentas que serão utilizadas durante o workshop e irão ajudar os grupos a montar um Value Proposition Canvas (VPC), que apresenta a proposta de valor do produto.

Os estudantes precisam refletir de que forma seus produtos geram ganhos e aliviam as dores dos clientes, fazer uma análise da concorrência e criar as matrizes CSD (certezas, suposições e dúvidas) e de amarração (que registra as hipóteses, testes, resultados e conclusões sobre o produto). “Isso é contínuo, um ciclo”, acrescentou André. Para começar, os grupos colocaram no papel os primeiros itens do deck de slides que irão construir: quem somos, propostas de valor e segmentos de clientes. Em dois grandes grupos, os estudantes apresentaram o material aos colegas e equipe de AWC para coletar feedbacks e aprimorar seus projetos.

O administrador e membro da equipe de AWC Artur Vilas Boas preparou os grupos para a tarefa seguinte: pesquisar e entrevistar os primeiros potenciais clientes e parceiros. Artur reforçou a necessidade de ouvir o público para desenvolver o produto. “Tem que buscar um encaixe entre sua solução e os problemas das pessoas”, disse. Foram apresentados exemplos de como criar um mapa de contatos, dicas para abordar os entrevistados e um roteiro básico de perguntas. “É uma chave que tem que virar na sua cabeça: ‘não estou vendendo nada’. Senão, no final, você só vai falar, não vai fazer a entrevista e não vai aprender nada.” Os alunos dedicaram o restante do dia para agendar e realizar as primeiras entrevistas e consolidar os resultados. A meta é que eles consigam, ao final do workshop, fazer 15 entrevistas.

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21
jan

AWC: Feira encerra Workshop I

O último dia do Workshop I do programa Academic Working Capital 2016 foi de aperfeiçoamentos nos projetos e montagem de apresentações. Os participantes assistiram a palestras sobre análise de mercado e como os investimentos funcionam, e apresentaram seus protótipos atualizados na Feira de Review de Produtos. O workshop foi realizado entre os dias 18 e 20 de janeiro no auditório e nas salas do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo (SP).

Na manhã do dia 20, os estudantes assistiram à palestra do empreendedor Maurício Villar, um dos sócios da empresa CompartiBike, especializada em soluções de mobilidade urbana com bicicletas. “Contem a ideia da sua empresa para todo mundo, não tenham medo de expor o que está acontecendo com o projeto de vocês. A ideia principal do projeto tem que ser exposta o máximo possível”, comentou. Para ele, autoconhecimento, flexbilidade e perseverança são pontos essenciais para o desenvolvimento de uma startup. “Procurem pessoas que complementem seus pontos fracos. No meu caso encontrei um sócio com foco em vendas, competência que eu nunca desenvolvi”, acrescentou.

Confira como foi o primeiro dia do Workshop I

Gabriel Merici Oriani, um dos monitores de AWC, deu dicas sobre dinâmicas de mercado. Ele analisou tendências tecnológicas e explicou a importância de se manter atento ao que acontece na área. “Questione sempre o seu negócio e o ambiente em que ele está inserido. Também preste atenção nas pessoas que estão em torno do projeto e como elas agem. Descubra quais problemas você está tentando resolver com a sua proposta e como o mercado vê essas soluções”, afirmou. Gabriel também trouxe referências de marketing para ajudar os estudantes a tornarem seus negócios mais competitivos.

A última palestra do dia ficou por conta do investidor Marco Poli, da organização Anjos do Brasil. Ele conversou com os universitários sobre o papel dos investimentos nas novas empresas e como é a rotina de uma startup. “Trabalhar numa startup é um estilo de vida, porque vocês vão viver todos os dias com um grande risco envolvido. Porém, pode ser que em 6 ou 7 anos de trabalho vocês se sintam mais realizados do que em uma vida inteira num emprego regular”, salientou. Marco Poli também falou sobre os tipos de investimentos que existem, como investimento-anjo, venture capital e incubação.

2º dia do Workshop I teve foco no usuário 

Após as palestras, os estudantes voltaram a se reunir em grupos para trabalhar nos projetos. Eles incorporaram os feedbacks recebidos da equipe AWC e aperfeiçoaram suas apresentações com as experiências adquiridas durante esses três dias de workshop. À tarde, com as apresentações montadas em cartolinas e painéis, os universitários mostraram aos monitores, colegas e convidados suas propostas na Feira de Review de Produtos e colheram os últimos feedbacks.

Para encerrar as atividades do Workshop I, todos se reuniram no auditório. Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, aproveitou o momento para revisar as próximas etapas do programa. Os estudantes compartilharam suas impressões sobre o workshop e comentaram o quanto essa imersão foi produtiva para o aperfeiçoamento dos projetos. A partir de agora, os participantes de AWC irão trabalhar em seus protótipos com o acompanhamento à distância dos monitores.

O próximo workshop presencial acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de julho e será focado em prototipação. O Workshop II está marcado para os dias 12 e 13 de dezembro para a preparação das apresentações para a Feira de Negócios, que acontecerá no dia 14.

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20
jan

2º dia do Workshop I: entendendo o usuário

No segundo dia do Workshop I do programa Academic Working Capital em 2016, os participantes discutiram a importância de entender o usuário. O painel inicial no dia 19 de janeiro foi conduzido por Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado. Ele falou sobre elementos do método Design Thinking que são essenciais para startups. “Quando você entende como o usuário se comporta, ele fica muito mais aberto à solução”, afirmou. Miguel ainda explicou sobre a Matriz CSD, uma das ferramentas do Design Thinking que reúne as certezas, suposições e dúvidas sobre o produto.

O publicitário André Dib de Seixas, um dos monitores de AWC, deu orientações aos estudantes para a criação da jornada do usuário, método que ajuda a compreender a importância do produto no dia a dia do usuário. “O bacana nesse trabalho é entender a jornada desde quando o usuário não sabe que o seu produto existe até quando vai contar aos amigos sobre a experiência com seu produto”, ressaltou. Nesse processo é fundamental interagir com os usuários, entrevistá-los e observar seus hábitos e comportamentos, para depois sistematizar as informações de forma visual e simples.

Confira o que aconteceu no primeiro dia do Workshop I

Após reunir todas as hipóteses sobre o produto e o modelo de negócios, é o momento de testá-las por meio de um MVP (produto mínimo viável). Esse foi o foco do terceiro painel, no qual o coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, mostrou exemplos de MVPs feitos por grandes empresas. A ideia é que o MVP apresente a proposta de valor do produto com o mínimo de funcionalidades para gerar os primeiros feedbacks. “Com o MVP dá para entender não só as características do produto, mas também do negócio. Você aprende muito sobre questões de usabilidade, quanto você irá gastar, quanto a pessoa está disposta a pagar, entre outras”, disse Diogo.

Todos os conceitos explicados nos painéis foram colocados em prática pelos grupos ao longo do dia. Eles criaram uma Matriz CSD, levantaram os primeiros contatos que podem ajudá-los a resolver as dúvidas e suposições e pensaram na abordagem que irão usar. Além disso, começaram a esquematizar a jornada do usuário e planejar a elaboração do MVP. Os quatro clusters se reuniram ao final do dia com os monitores para discutir as ideias dos grupos.

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