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Tag: Workshop I 2016

21
jan

AWC: Feira encerra Workshop I

O último dia do Workshop I do programa Academic Working Capital 2016 foi de aperfeiçoamentos nos projetos e montagem de apresentações. Os participantes assistiram a palestras sobre análise de mercado e como os investimentos funcionam, e apresentaram seus protótipos atualizados na Feira de Review de Produtos. O workshop foi realizado entre os dias 18 e 20 de janeiro no auditório e nas salas do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo (SP).

Na manhã do dia 20, os estudantes assistiram à palestra do empreendedor Maurício Villar, um dos sócios da empresa CompartiBike, especializada em soluções de mobilidade urbana com bicicletas. “Contem a ideia da sua empresa para todo mundo, não tenham medo de expor o que está acontecendo com o projeto de vocês. A ideia principal do projeto tem que ser exposta o máximo possível”, comentou. Para ele, autoconhecimento, flexbilidade e perseverança são pontos essenciais para o desenvolvimento de uma startup. “Procurem pessoas que complementem seus pontos fracos. No meu caso encontrei um sócio com foco em vendas, competência que eu nunca desenvolvi”, acrescentou.

Confira como foi o primeiro dia do Workshop I

Gabriel Merici Oriani, um dos monitores de AWC, deu dicas sobre dinâmicas de mercado. Ele analisou tendências tecnológicas e explicou a importância de se manter atento ao que acontece na área. “Questione sempre o seu negócio e o ambiente em que ele está inserido. Também preste atenção nas pessoas que estão em torno do projeto e como elas agem. Descubra quais problemas você está tentando resolver com a sua proposta e como o mercado vê essas soluções”, afirmou. Gabriel também trouxe referências de marketing para ajudar os estudantes a tornarem seus negócios mais competitivos.

A última palestra do dia ficou por conta do investidor Marco Poli, da organização Anjos do Brasil. Ele conversou com os universitários sobre o papel dos investimentos nas novas empresas e como é a rotina de uma startup. “Trabalhar numa startup é um estilo de vida, porque vocês vão viver todos os dias com um grande risco envolvido. Porém, pode ser que em 6 ou 7 anos de trabalho vocês se sintam mais realizados do que em uma vida inteira num emprego regular”, salientou. Marco Poli também falou sobre os tipos de investimentos que existem, como investimento-anjo, venture capital e incubação.

2º dia do Workshop I teve foco no usuário 

Após as palestras, os estudantes voltaram a se reunir em grupos para trabalhar nos projetos. Eles incorporaram os feedbacks recebidos da equipe AWC e aperfeiçoaram suas apresentações com as experiências adquiridas durante esses três dias de workshop. À tarde, com as apresentações montadas em cartolinas e painéis, os universitários mostraram aos monitores, colegas e convidados suas propostas na Feira de Review de Produtos e colheram os últimos feedbacks.

Para encerrar as atividades do Workshop I, todos se reuniram no auditório. Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, aproveitou o momento para revisar as próximas etapas do programa. Os estudantes compartilharam suas impressões sobre o workshop e comentaram o quanto essa imersão foi produtiva para o aperfeiçoamento dos projetos. A partir de agora, os participantes de AWC irão trabalhar em seus protótipos com o acompanhamento à distância dos monitores.

O próximo workshop presencial acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de julho e será focado em prototipação. O Workshop II está marcado para os dias 12 e 13 de dezembro para a preparação das apresentações para a Feira de Negócios, que acontecerá no dia 14.

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20
jan

2º dia do Workshop I: entendendo o usuário

No segundo dia do Workshop I do programa Academic Working Capital em 2016, os participantes discutiram a importância de entender o usuário. O painel inicial no dia 19 de janeiro foi conduzido por Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado. Ele falou sobre elementos do método Design Thinking que são essenciais para startups. “Quando você entende como o usuário se comporta, ele fica muito mais aberto à solução”, afirmou. Miguel ainda explicou sobre a Matriz CSD, uma das ferramentas do Design Thinking que reúne as certezas, suposições e dúvidas sobre o produto.

O publicitário André Dib de Seixas, um dos monitores de AWC, deu orientações aos estudantes para a criação da jornada do usuário, método que ajuda a compreender a importância do produto no dia a dia do usuário. “O bacana nesse trabalho é entender a jornada desde quando o usuário não sabe que o seu produto existe até quando vai contar aos amigos sobre a experiência com seu produto”, ressaltou. Nesse processo é fundamental interagir com os usuários, entrevistá-los e observar seus hábitos e comportamentos, para depois sistematizar as informações de forma visual e simples.

Confira o que aconteceu no primeiro dia do Workshop I

Após reunir todas as hipóteses sobre o produto e o modelo de negócios, é o momento de testá-las por meio de um MVP (produto mínimo viável). Esse foi o foco do terceiro painel, no qual o coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, mostrou exemplos de MVPs feitos por grandes empresas. A ideia é que o MVP apresente a proposta de valor do produto com o mínimo de funcionalidades para gerar os primeiros feedbacks. “Com o MVP dá para entender não só as características do produto, mas também do negócio. Você aprende muito sobre questões de usabilidade, quanto você irá gastar, quanto a pessoa está disposta a pagar, entre outras”, disse Diogo.

Todos os conceitos explicados nos painéis foram colocados em prática pelos grupos ao longo do dia. Eles criaram uma Matriz CSD, levantaram os primeiros contatos que podem ajudá-los a resolver as dúvidas e suposições e pensaram na abordagem que irão usar. Além disso, começaram a esquematizar a jornada do usuário e planejar a elaboração do MVP. Os quatro clusters se reuniram ao final do dia com os monitores para discutir as ideias dos grupos.

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19
jan

Começa em SP o Workshop I de AWC 2016

Começou no dia 18 de janeiro em São Paulo (SP) o Workshop I de Academic Working Capital em 2016. No segundo ano do programa – iniciativa do Instituto TIM que apoia estudantes de graduação que querem transformar sua ideia de TCC em produtos e negócios inovadores –, os jovens participarão de três workshops presenciais e receberão acompanhamento a distância dos monitores AWC. O primeiro workshop acontece entre os dias 18 e 20 de janeiro no prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Participam 34 jovens de 15 projetos selecionados na primeira fase.

Na abertura do evento, o professor da Poli-USP Thiago Martins, responsável pela disciplina de TCC, explicou que a USP é vista como uma escola muito acadêmica, voltada à pesquisa, mas que a intenção é mudar essa realidade e investir mais em projetos e empreendedorismo. Depois, os estudantes assistiram a palestras dos grupos Tech Muda e Loot Factory, que participaram de AWC 2015. Eles falaram de seus projetos e das lições aprendidas durante o ano passado.

“Quanto mais vocês conseguem acelerar esse processo de falhar, melhor. E a melhor época para fazer isso é a graduação”, explicou Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC. Ele apresentou o programa aos jovens e explicou que AWC mostra aos participantes uma nova possibilidade de carreira – a de empreendedor. “O desafio é grande. Como os meninos falaram, vocês vão passar por várias etapas e discussões, mas o processo é esse mesmo”, completou Diogo.

O objetivo é que, ao final do Workshop I, os 15 grupos tenham em mãos um modelo de negócios consistente e um planejamento definido para a construção do primeiro MVP (Minimum Viable Product, ou Produto Mínimo Viável em português). Para isso, eles aprenderão sobre customer development, obsessão pelo usuário, desenvolvimento interativo e análise de negócios, entre outros assuntos.

O primeiro dia foi dedicado ao tema Business Development e começou com o painel “O que é empreender uma startup?”. Diogo falou sobre alguns mitos que devem ser superados: que ter uma startup é sinônimo de diversão, status e muito dinheiro, por exemplo. Junto a Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, ele contou a história de Renato Freitas, um dos fundadores da 99taxis, para falar que o primeiro negócio não precisa ser explosivo – a primeira startup de Renato foi a rede universitária Ebah. “Não vamos descartar ideias só porque o mercado não é gigantesco. Muitos programas de aceleração vão querer isso de cara. Aqui não.”

Depois do painel os grupos participaram de sua primeira Feira de Review de Produtos. Com cartazes, eles montaram esquemas de seus projetos e os apresentaram aos colegas e a especialistas e visitantes convidados. Foi um primeiro momento para a coleta de feedbacks sobre os produtos e troca de experiências.

Os grupos foram divididos em quatro clusters, de acordo com as especificidades de cada projeto: máquinas pesadas, soft apps, módulos autônomos e produtos tech. Nos clusters, eles continuaram conversando sobre os produtos. Além disso, conheceram o Business Model Canvas e montaram um para seus projetos, além de organizar uma árvore de problemas.

As atividades continuam no segundo dia do Workshop I, que será dedicado à coleta de feedbacks dos usuários.

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