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Tag: universitários

02
mar

Inscreva-se para a 2ª chamada de AWC 2017

Está aberta a 2ª chamada para participar da edição de 2017 do programa Academic Working Capital. Os grupos podem ser formados por 2 a 4 estudantes de qualquer curso de graduação, desde que o coordenador do grupo esteja matriculado na etapa final de um curso de Engenharia ou da área de Computação e realizando o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Neste ano, as inscrições também estão abertas para alunos de oito Escolas Técnicas Estaduais (Etec) do estado de São Paulo (saiba mais aqui). Os grupos selecionados receberão apoio financeiro, técnico e de negócios para transformar seu projeto em um negócio.

Todos os projetos inscritos devem ser de base tecnológica e terem a possibilidade de se tornar produtos viáveis comercialmente. Os grupos de universitários têm que realizar uma pré-inscrição no site de AWC para receber por e-mail as instruções, modelo de proposta e documentos necessários para a inscrição, que pode ser concluída até o dia 13 de abril. Serão aceitos projetos de alunos de universidades do Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

No caso de estudantes do Ensino Médio Técnico, podem participar alunos das Etecs Tereza Nunes (São Paulo), Martin Luther King (São Paulo), Getúlio Vargas (São Paulo), Bento Quirino (Campinas), Julio de Mesquita (Santo André), Aristóteles Ferreira (Santos), Rosa Perrone Scavone (Itatiba) e Jorge Street (São Caetano do Sul). Os grupos destas Etecs devem entrar em contato com os diretores de suas instituições para receber orientações sobre as inscrições.

O resultado da seleção será divulgado em 25 de abril, e os grupos escolhidos já participarão do primeiro workshop online no dia 29 de abril junto com os grupos selecionados na 1ª chamada. Além disso, até dezembro, os estudantes irão participar de monitorias semanais e mais um workshop online, dois workshops presenciais e uma Feira de Investimentos. Confira o Edital de Chamamento da 2ª chamada neste link.

19
jan

Apresentações dos projetos encerram Workshop I

O dia 19 de janeiro foi o último dia do Workshop I do programa Academic Working Capital – ao mesmo tempo, foi apenas o início de um intenso trabalho que os participantes realizarão em 2017. Na primeira atividade do dia, os grupos foram divididos em duas salas de aula do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) para fazer uma apresentação de seus projetos, usando como base o deck de slides construído ao longo do workshop. Os estudantes explicaram suas propostas de valor, segmentos e personas de clientes, jornadas do usuário e o que aprenderam durante esse processo inicial.

Confira o que aconteceu no primeiro e no segundo dia do Workshop I

A equipe AWC deu orientações para os grupos aprimorarem suas apresentações e projetos e mais dicas para a realização das entrevistas, explicando como elas podem ser aproveitadas para solucionar as suposições e dúvidas da matriz CSD. Em seguida, os grupos fizeram as últimas entrevistas agendadas durante o workshop (pessoalmente, via Skype ou por telefone) e iniciaram contato com outros potenciais clientes e parceiros. O objetivo é que nos próximos três meses eles consigam realizar 100 entrevistas. Ao retornar, os estudantes puderam atualizar seus decks de slides conforme o feedback da equipe e o resultado das entrevistas.

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, conversou com os participantes para retomar as principais ferramentas apresentadas durante o workshop: Value Proposition Canvas, matriz CSD, personas e jornada do usuário. Por meio de um esquema desenhado na lousa, ele mostrou como uma ferramenta está conectada a outra e que o funcionamento delas é um ciclo. “Essa é a maneira de fluxo que vocês vão trabalhar o ano todo. Isso é método científico. Vocês vão trabalhando, pesquisando, entrevistando, avaliando até saber se o que vocês têm é uma certeza”, disse.

O engenheiro mecatrônico e coordenador de AWC Diogo Dutra lembrou lições importantes aprendidas no workshop e explicou como será o fluxo de trabalho e as expectativas para os grupos nos próximos meses. “O mais importante nesse processo são as entrevistas. Não tomem decisões bruscas baseadas em uma entrevista só”, aconselhou. Até o primeiro Workshop Online, em 29 de abril, os estudantes continuarão as entrevistas e a atualização do deck de slides e participarão de reuniões de acompanhamento com a equipe de AWC. “Quem vai virar expert no cliente e na proposta de valor são vocês. Nós vamos assegurar que vocês estão falando com as pessoas certas, tomando as decisões certas e evoluindo nesse ciclo de aprendizado”, acrescentou Diogo.

Depois que Miguel explicou o funcionamento do suporte financeiro oferecido pelo programa, cada grupo teve 10 minutos para fazer uma nova apresentação de seu deck de slides atualizado. Diogo, Miguel, Marcos Barretto, coordenador acadêmico de AWC, e os membros da equipe do programa Artur Vilas Boas e André Dib se revezaram para comentar as apresentações.

No final, os estudantes compartilharam suas impressões sobre o Workshop I. “Vocês instigaram a gente, fizeram a gente pensar não só na tecnologia, mas em como vamos impactar a vida das pessoas”, comentou Rafael Cabral Pinto, estudante de Engenharia Mecatrônica do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). Gabriel Ribeiro Reis, aluno de Engenharia Mecatrônica da USP, destacou como positivo o fato de que os membros da equipe de AWC têm expertises em áreas distintas (engenharia, administração e comunicação), o que contribui para o desenvolvimento de diferentes aspectos do projeto.

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17
jan

AWC 2017 começa com Workshop I

O programa Academic Working Capital deu início à sua terceira edição com o Workshop I, realizado no prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em São Paulo (SP). O primeiro dia do workshop, em 16 de janeiro, contou com a apresentação do programa e uma introdução a conceitos e ferramentas essenciais para criar um produto e empreender. Os sete grupos aprovados na 1ª chamada (haverá uma 2ª chamada em março) incluem estudantes da USP, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), da Universidade de Brasília (UnB) e do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG).

O professor da USP e coordenador acadêmico do programa, Marcos Barretto, e o engenheiro mecatrônico e coordenador de AWC Diogo Dutra foram responsáveis pela abertura do workshop. Eles deram as boas-vindas aos grupos, falaram dos objetivos e estrutura do programa e apresentaram a equipe. “Mais do que um processo de aceleração, AWC é um trabalho de educação empreendedora. O que importa para a gente é o quanto vocês vão aprender neste ano”, explicou Diogo.

Marcos comentou que muitos produtos criados nos TCCs são descartados logo depois, e que a proposta de AWC é que os estudantes possam ir além. “Vamos fazer engenharia de verdade, nada de um protótipo para atender o TCC”, afirmou. “Vocês sairão daqui com uma outra visão do que é fazer engenharia, fazer um produto, ser um profissional de verdade.” Neste ano, o programa contará com três workshops presenciais, dois workshops online e uma Feira de Investimentos. Um dos focos do Workshop I é que os grupos entrem em contato pessoalmente, via Skype ou por telefone com o maior número possível de potenciais clientes para testar hipóteses relacionadas aos seus produtos.

André Dib, publicitário e membro da equipe de AWC, conduziu a primeira palestra do dia. Ele falou da importância de ter uma visão crítica ao empreender e de colocar suas convicções à prova constantemente, conversando e conhecendo o público-alvo de seu produto. “Esqueça a bola de cristal e comece a ir atrás de pessoas verdadeiras e histórias reais”, recomendou. André mostrou ferramentas que serão utilizadas durante o workshop e irão ajudar os grupos a montar um Value Proposition Canvas (VPC), que apresenta a proposta de valor do produto.

Os estudantes precisam refletir de que forma seus produtos geram ganhos e aliviam as dores dos clientes, fazer uma análise da concorrência e criar as matrizes CSD (certezas, suposições e dúvidas) e de amarração (que registra as hipóteses, testes, resultados e conclusões sobre o produto). “Isso é contínuo, um ciclo”, acrescentou André. Para começar, os grupos colocaram no papel os primeiros itens do deck de slides que irão construir: quem somos, propostas de valor e segmentos de clientes. Em dois grandes grupos, os estudantes apresentaram o material aos colegas e equipe de AWC para coletar feedbacks e aprimorar seus projetos.

O administrador e membro da equipe de AWC Artur Vilas Boas preparou os grupos para a tarefa seguinte: pesquisar e entrevistar os primeiros potenciais clientes e parceiros. Artur reforçou a necessidade de ouvir o público para desenvolver o produto. “Tem que buscar um encaixe entre sua solução e os problemas das pessoas”, disse. Foram apresentados exemplos de como criar um mapa de contatos, dicas para abordar os entrevistados e um roteiro básico de perguntas. “É uma chave que tem que virar na sua cabeça: ‘não estou vendendo nada’. Senão, no final, você só vai falar, não vai fazer a entrevista e não vai aprender nada.” Os alunos dedicaram o restante do dia para agendar e realizar as primeiras entrevistas e consolidar os resultados. A meta é que eles consigam, ao final do workshop, fazer 15 entrevistas.

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15
dez

Feira de Investimentos encerra edição de 2016 de AWC

A Feira de Investimentos AWC marcou o final da segunda edição do programa Academic Working Capital. O evento aconteceu no dia 14 de dezembro no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo e contou com a presença do chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECT) do Estado de São Paulo, Maurício Juvenal; do presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio; do vice-presidente de Estratégia e Inovação da TIM, Luis Minoru Shibata; e de investidores, professores, estudantes e interessados.

Saiba como foi o primeiro e o segundo dia do Workshop III de AWC 2016

Na abertura do evento, Manoel Horacio parabenizou os grupos pelos projetos e disse que espera que eles ajudem a desenvolver ainda mais o país. “Fico encantado com as ideias de vocês, e o que temos que fazer é multiplicar esses esforços pelo nosso país”, comentou. O chefe de gabinete da SDECT mencionou alguns projetos que serão realizados no próximo ano para fomentar a inovação tecnológica em São Paulo e falou do papel do Estado como um facilitador para o desenvolvimento de projetos como os apresentados em AWC. “É um motivo de felicidade para nós podermos abrigar mais uma vez esse evento.”

A primeira palestra do dia foi conduzida pela fundadora e CEO da startup B2Blue, Mayura Okura. A B2Blue é uma plataforma que conecta empresas e indústrias que geram um grande volume de resíduos com outras que têm interesse em comprar esses resíduos para utilizá-los como matéria-prima de produtos. Além de apresentar o trabalho da startup, Mayura compartilhou com o público os desafios e a sua paixão pelo empreendedorismo. “Se você não tiver prazer, todos os problemas que vão aparecer podem fazer você desistir ou achar que não é possível, que isso não pode acontecer. Então você tem que ter um propósito: o que vocês querem fazer e estão fazendo para o futuro? Essa paixão é muito importante”, afirmou.

Em seguida, Mayura se juntou ao professor Marcos Barretto, coordenador acadêmico de AWC, e aos estudantes Marcus Farias e João Macêdo Júnior (participantes do programa em 2016) para um painel com o tema “O que aprendi no AWC”. Os estudantes falaram de sua experiência no programa e dos próximos passos para seus projetos. Após o painel, o engenheiro mecatrônico e coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, anunciou a abertura da Feira de Investimentos, na qual os 14 grupos apresentaram seus projetos aos investidores e convidados em estandes.

Veja destaques da Feira de Investimentos no Twitter

O investidor-anjo da Anjos do Brasil Marco Poli explicou em sua palestra as diferenças entre empreender no Brasil e nos Estados Unidos e que, mesmo com diversos obstáculos que os empreendedores brasileiros enfrentam, há vantagens e desvantagens em ambos os países. Poli destacou mercados e países pouco valorizados pelos brasileiros e que podem gerar um grande potencial de negócio. “Persigam oportunidades que são reais e que vão te dar retorno, e que são completamente diferentes das oportunidades que você vai achar lá fora. Isso não significa que você vai fazer um produto que só serve para o Brasil. Significa que você vai usar o Brasil como fonte de receita e trampolim de crescimento”, recomendou.

Cinco grupos que se destacaram durante o ano foram convidados a apresentar seus projetos em uma rodada de pitches. A banca avaliadora foi composta pelo sócio da startup Lean Survey Fernando Salarori; a cofundadora da Baita Incubadora Rosana Jamal; o professor da Escola Politécnica da USP Fernando Fonseca Josepetti; e o administrador e matemático Daniel Barzilay. Os projetos apresentados foram Nanotropic, um nanoaditivo que transforma plásticos e polímeros em materiais antimicrobianos; Fusion, uma máquina de serigrafia automática para canetas; Staat, um equipamento eletrônico que identifica com precisão a cor dos dentes; E-xpert, um sistema de rastreamento contínuo para monitorar o desempenho de atletas; e Turnit, um sistema que monitora as posições de pacientes acamados para evitar o aparecimento de úlceras por pressão.

No final do evento, Luis Minoru falou aos convidados sobre a importância de AWC para a TIM Brasil e deu dicas aos grupos de estratégias para apresentar seus projetos. Ao longo do ano, o diretor contribuiu com o programa conduzindo coachings com alguns grupos. Ele acrescentou que considera muito importante o exercício do pitch, algo que ele faz constantemente ao apresentar a TIM Brasil a possíveis acionistas. “Comecem com um punchline. Tem que ter um número forte, uma razão forte, porque vocês vão ser um em meio a vários”, aconselhou.

As inscrições para a edição de 2017 de AWC estão abertas até o dia 19 de dezembro. Saiba mais aqui.

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25
nov

Inscrições para participar de AWC 2017 estão abertas

As inscrições para a edição de 2017 do programa Academic Working Capital estão abertas. Podem se inscrever grupos de estudantes de qualquer curso de graduação – desde que o coordenador do grupo esteja, obrigatoriamente, matriculado na etapa de execução do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) em cursos de Engenharia ou da área de Computação. Serão aceitos projetos de TCC que visem a criação de novas empresas de base tecnológica. O programa oferece apoio financeiro, técnico e de negócios aos projetos selecionados durante um ano.

É necessário fazer uma pré-inscrição no site de AWC para receber por e-mail as instruções, modelo de proposta e documentos necessários para a inscrição, que poderá ser feita até 19 de dezembro. A divulgação dos grupos selecionados será realizada em 23 de dezembro no site do programa. Nesta edição, estudantes do Rio Grande do Sul também poderão participar, além de universitários do Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Em 2017, os grupos participarão de três workshops presenciais, dois workshops online e uma Feira de Investimentos. Os participantes de AWC 2016 já estão finalizando os protótipos funcionais de seus produtos para apresentá-los na Feira de Investimentos, em 14 de dezembro. Nos dias 12 e 13 de dezembro haverá o terceiro workshop presencial do ano, dedicado à preparação dos grupos para a Feira.

Confira o Edital de Chamamento de AWC 2017 neste link.