Instituto TIM

Tag: startups

24
nov

Conselho Consultivo AWC se reúne pela primeira vez em SP

Na manhã de 23 de novembro, o Conselho Consultivo do programa Academic Working Capital se reuniu pela primeira vez, em uma sala da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, em São Paulo (SP). A instância, que reúne investidores, empreendedores e grandes nomes do mercado, tem como objetivo avaliar as trajetórias dos grupos de AWC e sugerir caminhos possíveis para o desenvolvimento dos negócios e do programa em si.

Além do presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio, e da equipe do programa, participaram da reunião o investidor-anjo e sócio-diretor da Antera Gestão de Recursos André Massa; o fundador da Performa Investimentos e sócio-gerente do Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes Inovadoras Eduardo Grytz; e a empreendedora Silvia Takey, responsável pela administração e gestão de projetos da DEV Tecnologia.

O professor da USP e consultor acadêmico de AWC, Marcos Barretto, abriu a reunião com as boas-vindas aos conselheiros. Depois, Manoel Horacio apresentou o Instituto TIM e suas iniciativas. Ele salientou que, com AWC, o Instituto TIM trabalha com o momento da “ovulação” de projetos que futuramente poderão se tornar startups. “Há uma discrepância entre a universidade e o mercado prático. Essa integração precisa ser feita”, afirmou o presidente do Instituto TIM. “Nossa missão é tentar ajudar o Brasil a se desenvolver.”

Marcos Barretto e o engenheiro mecatrônico Diogo Dutra, consultor de conteúdo de AWC, apresentaram o programa, suas etapas e princípios: os tipos de tecnologias apoiadas, como é feita a seleção das propostas, as ferramentas utilizadas durante o programa. “Nosso objetivo é transformar esse momento da vida do jovem em um momento de decisão de carreira. Prover aquilo que mais lhe falta: visão de dinheiro e orientação”, explicou Marcos.

Após ouvir sobre o programa, os conselheiros deram seus feedbacks. Silvia Takey disse que a parte que mais lhe chama a atenção em AWC é a segmentação entre hard tech (máquinas), meca tech (projetos que unem eletrônica e mecânica) e soft tech (softwares) − os grupos seguem trilhas diferentes de acordo com essa classificação. “Falta trilha hard e meca, que a engenharia exige, em todos os programas. Eu mesma senti falta disso”, contou. “O processo de seleção também é interessante, com foco na qualidade da equipe, na inovação, que é o que realmente precisa.”

André Massa comentou que o programa pode ser um catalisador se conseguir pegar o tempo de desenvolvimento de soft tech, que é de 6 meses a 1 ano, e replicar para outros segmentos. Já Eduardo Grytz sugeriu, entre outros aspectos, a colocação de metas internas. “Você precisa colocar o seu programa como O programa, e as suas ferramentas como AS ferramentas”, salientou. “Qual é o nosso objetivo, quem é o nosso concorrente em termos de programa?”

Após a coleta de feedbacks, Marcos e Diogo apresentaram 10 grupos participantes de AWC 2016. Depois, os conselheiros foram convidados a conversar com os estudantes, compartilhar orientações e dicas. “Todos os projetos com quem eu falei têm altíssimo nível, tem pegada”, afirmou Eduardo Grytz.

Para os estudantes, foi um momento importante de troca. Rodrigo França Soares, do grupo MBrace (seu produto é uma solução automatizada para gestão de homecare, que permite o monitoramento de pacientes, o controle de funcionários e a logística de material) recebeu um bom feedback de Eduardo. “Ele disse que o nosso grupo é o único que está preocupado com o cuidador e não só com o paciente e que vê futuro no negócio”, contou. “Disse para focar nos testes e que vai nos passar o contato de um homecare grande aqui de São Paulo.”

As reuniões do Conselho Consultivo AWC acontecerão duas vezes por ano.

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21
dez

Assista às palestras de Renato Freitas (99Taxis) e Álvaro Novaes (Futurojá) na Feira de Investimentos AWC 2015

No dia 17 de dezembro, como alguns já viram aqui, aconteceu a Feira de Investimentos, no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. A Feira marcou o encerramento do semestre do programa Academic Working Capital e foi uma oportunidade para que os estudantes participantes mostrassem seus projetos a investidores e empreendedores.

Também houve duas bancas de pitches, nas quais os grupos receberam feedbacks sobre seus produtos, e palestras de Renato Freitas, cofundador das empresas 99Taxis e Ebah e Álvaro Novaes, fundador e CEO da Futurojá Angels Asset Management.

Confira a cobertura do primeiro, segundo e terceiro dia do Workshop II

Renato, que deu a primeira palestra, destacou os nove maiores aprendizados que teve como empreendedor e explicou o que dá para fazer para garantir a contratação de bons colaboradores. O empreendedor também falou sobre as dificuldades que passou e deu conselhos para que startups durem mais de 10 anos.

A última palestra do dia ficou por conta de Álvaro, que usou vídeos e fotos para mostrar sua paixão pelo empreendedorismo. Ele comentou sobre seus projetos atuais e explicou como é importante ter um propósito claro para a empresa.

Você pode assistir às duas palestras na íntegra!

Assista à palestra de Renato Freitas (99Taxis e Ebah)

Assista à palestra de Álvaro Novaes (Futurojá)

O programa Academic Working Capital também está no Twitter!