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17
nov

Participe da Feira de Investimentos AWC 2017

Falta menos de um mês para o evento que conclui a jornada dos estudantes em Academic Working Capital 2017: a Feira de Investimentos. O evento acontece no dia 13 de dezembro a partir das 10h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo, em São Paulo-SP. Assim como nos anos anteriores (veja como foram as edições de 2015 e 2016), os 24 grupos contarão com estandes individuais para apresentar seus produtos a investidores, aceleradoras, empresas e outros players do mercado e receber feedbacks. Qualquer pessoa interessada pode participar da Feira gratuitamente – as inscrições são feitas por meio do site de AWC.

Além de conhecer as soluções desenvolvidas ao longo do ano pelos participantes com a mentoria e apoio da equipe de AWC, os convidados assistirão a um painel de discussão sobre empreendedorismo na universidade e a uma rodada de pitches com os cinco grupos que se destacaram em 2017. “Toda a programação da Feira é desenvolvida com o objetivo de ser um momento de aprendizagem e também de celebração”, comenta o coordenador acadêmico de AWC e professor da Poli-USP, Marcos Barretto.

Durante o evento, os grupos poderão conhecer experiências dos empreendedores convidados para o painel e vivenciar o ambiente de uma feira de negócios, por meio dos pitches e apresentações nos estandes. “A partir desse momento, eles não são mais alunos. Eles estão aprendendo a ser profissionais de negócios”, afirma Marcos. O coordenador de AWC acrescenta que a equipe do programa busca manter contato com os grupos mesmo após a Feira, para manter uma rede de contatos entre a equipe e os participantes.

Até o momento, seis grupos já fecharam contrato com seus primeiros clientes. “É uma novidade muito grande em relação aos anos anteriores”, diz Marcos. “Nossa expectativa é de que quase todos vão continuar nessa linha, os grupos parecem bem animados em empreender.”

Saiba mais sobre a Feira de Investimentos aqui no site e inscreva-se para participar!

 

 

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19
jul

Vendas e operação são temas do 2º dia do Workshop II de AWC 2017

No segundo dia do Workshop II de Academic Working Capital 2017 os cerca de 70 estudantes dos 28 grupos participantes aprenderam sobre o sistema de compras do programa, assistiram a palestras sobre vendas e operação e continuaram trabalhando no aprimoramento de suas soluções. As atividades do dia 18 de julho foram focadas no refinamento dos produtos em sessões de Design Sprint com os colegas e no amadurecimento da visão comercial e de negócio. O Workshop II acontece nas salas e no auditório do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo-SP.

Confira como foi o primeiro dia do Workshop II de AWC 2017

Durante a manhã, os grupos se reuniram nos clusters e participaram de uma flipped classroom (sala de aula invertida) sobre o teste de experimentos. Eles também fizeram o “exercício dos chapéus”, no qual definiram as funções de cada membro do grupo, observando os pontos críticos do produto e do negócio. O objetivo das atividades era o aprimoramento do Deck 2 – Testando a Solução.

A primeira palestra do dia foi do sócio da consultoria CAOS Focado Miguel Chaves, que falou sobre o sistema financeiro de AWC. Ele mostrou aos estudantes como funciona o processo de envio do orçamento e a aprovação do pedido de compras – por meio dele, os grupos compram os materiais necessários para a montagem do protótipo. Miguel convidou grupos deste ano que já compraram seus materiais para compartilhar com os colegas como foi. “Essa é a oportunidade de você mostrar se realmente aprendeu os conceitos do programa”, disse Havilah Vasconcelos Ramos, do grupo Horus.

O coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, falou aos grupos que este workshop é extremamente focado no produto, mas que os estudantes também precisam começar a desenvolver seu “olhar para negócios”. Afinal, há grupos que já fecharam a primeira venda sem um produto finalizado, como é o caso de A Hole Map. Para Diogo, os grupos precisarão dividir tarefas e ter um olhar crítico para o negócio e, se precisar, até chamar mais membros.

O tema continuou na palestra do primeiro convidado externo deste workshop, Guilherme Ruggiero, head comercial da startup Colaboradores. O foco da palestra foi vendas: como sair de zero clientes para 1 cliente, e de 1 cliente para 10 clientes. “Vocês são os vendedores. São os empreendedores, mas também são os vendedores por um bom tempo”, afirmou. “Empreendedor tem que estar vendendo o tempo todo”. Guilherme falou sobre o que os estudantes podem fazer para conquistar os primeiros clientes, sugeriu boas práticas e ferramentas, explorou conceitos e salientou que, no final do dia, o que faz um bom vendedor são disciplina e organização.

A palestra do cofundador e head de Tecnologia e Produto da Infoprice, Marcos Roggero, focou em operação. Marcos falou sobre a Infoprice, contou como foi o começo da startup, os problemas que tiveram e histórias de sucesso e fracasso. “A operação no dia 1 é ‘vai lá, faz e aprende’, não é ‘vai lá, faz e esquece’, ‘vai lá, faz e se agarra na hipótese que você achou que era verdade e que é mentira’.” Marcos contou que, no início, é difícil vender a mesma coisa para o mesmo cliente, especialmente no segmento B2B. Também explicou que não adianta querer fazer inovação com uma estrutura completamente burocrática. Os estudantes fizeram perguntas ao final da palestra, especialmente sobre patente.

Depois das palestras, os grupos voltaram às salas para continuar trabalhando no deck e na apresentação que farão amanhã, no terceiro e último dia do Workshop II, na Feira Intermediária.

 

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10
jul

Papel do monitor fecha formação de AWC com professores de Etecs e Fatecs

Na última quinta-feira, 06 de julho, aconteceu a 4ª e última formação do programa Academic Working Capital para professores de Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e de Faculdades de Tecnologia (Fatec) de São Paulo. O encontro foi realizado no Centro Paula Souza e focou no papel do mentor e no compartilhamento das experiências que os professores acumularam até aqui. Eles foram convidados a continuar participando de AWC como monitores, comparecendo aos workshops presenciais e online e às reuniões quinzenais com os grupos de 2017.

Saiba como foram a primeira, a segunda e a terceira formação de AWC para professores de Etecs

O coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, relembrou os temas dos encontros anteriores e recapitulou as ferramentas e ideias centrais do programa – que empreendedorismo é muito trabalho com pouco dinheiro; que quanto mais cedo você falhar, melhor; que o foco deve estar no processo, não na ideia; que o teste do problema, da solução e do modelo de negócios são fundamentais; que ir a campo e fazer entrevistas é essencial; que as hipóteses relacionadas à solução e ao produto devem ser testadas, revisadas e repetidas. “Vocês estão aqui: já entenderam um pouco como é o processo, agora é o olhar-meta: ‘vou ajudar outras pessoas a desenvolver esse processo’”, afirmou.

Os professores apresentaram os trabalhos das últimas semanas e a evolução do deck de slides. A ideia era que eles reunissem fatos e dados para tomar a decisão de manter ou pivotar sua solução. Desde a 1ª formação, os professores trabalham com uma solução fictícia que poderia se tornar um produto, simulando o que seus alunos fazem em AWC (neste ano, o programa está apoiando alunos de Etecs em formato piloto).

Depois, Diogo deu uma palestra sobre o papel do mentor, baseado em três pilares conceituais: empreendedorismo científico, cultura de ação sobre o caos e práticas orientadas ao desafio e à reflexão. “Contornar os medos e fazer eles saírem da zona de conforto é papel do mentor”, resumiu Diogo. “Não são só as ferramentas, é trabalhar também com essa emoção, que é inerente à ideia de startup.” O papel do monitor é lidar com todas essas emoções de não saber qual é o caminho certo.

Para complementar, uma dinâmica levou os professores a testarem como se comportariam no papel de mentores. Diogo levou ao grupo algumas situações que são comuns em AWC – “minha equipe não fez nenhuma entrevista”, “minha ideia inicial se mostrou zero útil para os segmentos”, “todos os entrevistados estão validando a ideia”. Os professores foram convidados a dar seus feedbacks e depois todos discutiram possíveis orientações.

No encerramento, o coordenador de Projetos do Departamento de Gestão e Negócios do Centro Paula Souza, G. Monteiro, falou que AWC tem tudo a ver com a política estratégica do centro, que é não só trabalhar em um projeto para o mercado, mas trabalhar em competências empreendedoras. Os professores também compartilharam suas impressões sobre a formação. “O que eu levo de ganho para a escola, o que ficou forte, foi o Canvas e a pesquisa. Jornada e persona ainda é meio confuso. A pesquisa a gente sentiu na pele como é importante”, opinou Salomão Choueri Júnior, da Etec Jorge Street. “Quando você está sentado do outro lado, ouvindo o aluno, é uma coisa diferente. Você para pra pensar, você vai e corre atrás. E eles chegam à conclusão, não precisa você dizer ‘não, isso é ruim‘”, afirmou Adriana Mariko Yonamine Nakatani, da Etec Júlio de Mesquita.

Participaram da formação professores das Etecs Bento Quirino, Jorge Street, Júlio de Mesquita, Rosa Perrone Scavone, Getúlio Vargas e Aristóteles Ferreira e da Fatec São Bernardo do Campo.

 

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06
jul

Conselho Consultivo se reúne para discutir estratégias para AWC

Na manhã de 05 de julho, o Conselho Consultivo do programa Academic Working Capital se reuniu em São Paulo-SP para discutir os rumos da iniciativa e possíveis estratégias para ampliar o programa dentro das universidades. Compareceram à reunião, além da equipe de AWC, o professor e coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica da USP, Guilherme Ary Plonsky; o diretor da Acelera Partners, Eduardo Grytz; a gestora de projetos da DEV Tecnologia, Silvia Takey; e o investidor-anjo Marco Poli. Esta foi a segunda reunião do Conselho Consultivo AWC, que já havia se encontrado em novembro de 2016.

O coordenador acadêmico de AWC e professor da USP, Marcos Barretto, abriu a reunião lembrando do aspecto metodológico do programa, que é, essencialmente, pedagógico. Também contou que, neste ano, AWC está trabalhando com um piloto com alunos do Ensino Técnico, que são mais jovens. O coordenador de conteúdo, Diogo Dutra, salientou que a essência de AWC – apoiar Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) – traz duas vantagens: os TCCs são tecnologias próximas do mercado e a graduação é um momento em que os estudantes estão propícios ao risco.

“AWC é uma ação educativa, mas que, ao mesmo tempo, tem um grande potencial de gerar de fato empresas”, concluiu Diogo. “Não exigimos uma inovação tecnológica bombástica e também não queremos ficar só no protótipo. A gente quer geração de empresas que gerem renda. Isso motiva algumas das decisões que nós tomamos”, complementou Marcos. Marcos e Diogo explicaram as mudanças de AWC neste ano – o foco no empreendedorismo científico, o perfil dos monitores e o destaque para a linguagem do experimento e não MVP (minimum viable product). Os conselheiros conheceram alguns projetos de 2017, os números desta edição (até agora, foram feitas 1432 entrevistas e 62 experimentos e 2 grupos já têm early adopter), as ferramentas que estão sendo usadas e feedbacks de alunos sobre o processo.

Após a apresentação sobre o programa, os conselheiros foram convidados a discutir alternativas para sua escalabilidade dentro das universidades e em outros estados. Eduardo Grytz e Silvia Takey citaram experiências que já estão em andamento e propuseram o trabalho em rede e por meio de franquias. Eduardo sugeriu a realização de formações com multiplicadores das universidades, que depois seriam mandados a campo para fazer um primeiro piloto com interação via ferramentas digitais. “Você cria uma franquia dentro da universidade. E como vocês estão focando em tech de verdade, faz sentido estar dentro da universidade”, assinalou.

O professor Guilherme Ary Plonsky lembrou que é preciso pensar em questões de institucionalidade e não esquecer da figura do orientador. “Minha sensação é de que AWC é um trabalho de guerrilha. E guerrilha funciona e pode ser muito eficaz, mas um dia você quer tomar o poder. E quando você quer tomar o poder, o regime é diferente”, comparou. Ary também citou as forças internas da universidade, como os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs), que estão em fase de amadurecimento no Brasil.

O investidor-anjo Marco Poli falou de iniciativas nacionais e internacionais e sugeriu um modelo dividido em regionais e em semestres: no primeiro, a mentoria é feita remotamente; no segundo, o estudante trabalha presencialmente. “Para poder ter a profundidade [que AWC tem hoje], você usa a capilaridade e dá a profundidade nos últimos três meses”, aconselhou.

A próxima reunião do Conselho Consultivo AWC deve acontecer em outubro.

 

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27
jun

3ª formação de AWC foca em pivotagem e mercado

Na tarde de 27 de junho aconteceu a 3ª formação sobre a abordagem de Academic Working Capital para professores de Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de São Paulo. O encontro foi realizado no Centro de Formação do Centro Paula Souza, parceiro do Instituto TIM nesta iniciativa, e contou com a participação de professores da Etec Aristóteles Ferreira, de Santos; da Etec Bento Quirino, de Campinas; das Etecs Getúlio Vargas e Jorge Street, de São Paulo; da Etec Júlio de Mesquita, de Santo André; e da Etec Rosa Perrone Scavone, de Itatiba.

Saiba como foi a primeira e a segunda formação de AWC para professores de Etecs

O tema principal da 3ª formação foi novamente o modelo de negócios que os professores desenvolvem desde o primeiro encontro – assim como seus alunos (além dos 25 grupos de universidades, participam de AWC 2017 7 grupos de Etecs), os educadores foram convidados a criar uma solução capaz de se tornar um produto inovador e vendável. Em um primeiro momento, os coordenadores de AWC Marcos Barretto e Diogo Dutra falaram sobre os bastidores de AWC, o estágio atual do programa e mostraram exemplos de frases e feedbacks dos alunos para mostrar seus avanços.

“O que eu noto neles é o amadurecimento”, afirmou Regina Kawakami, professora da Etec Bento Quirino, se referindo ao projeto Sistema de Segurança em Carros. “Eles têm batido bastante a cabeça. Dá aqueles vieses de desânimo, mas aí depois eles dão uma estimulada”, completou. “Eles estão empolgados. Você vê a mudança no perfil, eles entenderem que o processo é muito maior e sair correr atrás”, acrescenta Adriana Nakatani, professora da Etec Júlio Mesquita e uma das orientadoras do projeto Touring Baby.

Os professores comentaram que as formações trazem novas perspectivas e que todos avançam e aprendem juntos. “Não tem porque não pôr junto aluno de Etec e do 5º ano de Engenharia. A gente bate e eles respondem”, brincou Marcos Barretto. Todos os grupos fizeram mais de 60 entrevistas e, do total de 32 equipes, 27 estão indo para a fase de teste da solução – as outras continuarão fazendo entrevistas para definir o problema que sua solução vai resolver (fase de teste do problema).

No segundo momento, os grupos de professores mostraram os decks de slides que montaram para suas soluções e receberam feedbacks de Marcos, Diogo e de Raul Javales, formador de AWC e professor de Economia de Fundação Getulio Vargas. Os grupos falaram de seus produtos, das entrevistas que realizaram, das personas que criaram e discutiram cases de sucesso. Essa atividade – conhecida como flipped classroom (sala de aula invertida) – é muito frequente nos workshops de AWC e serviu para que os professores entendessem melhor o processo pelo qual seus alunos estão passando.

A formação continuou com uma palestra de Diogo sobre “como pensar mercado em startup?”, que explorou conceitos como beachhead market e mapa de stakeholders e ferramentas que podem ser usadas para entender o mercado. Depois, Diogo e Marcos falaram sobre a decisão de manter ou pivotar (go/no go), momento em que o empreendedor decide se vai insistir na ideia ou mudar de direção. “A nossa cultura tem um lado de esconder as falhas ou de ir até o final fingindo que não viu aquilo. Por isso que o no go é muito valorizado”, afirmou Diogo.

O dia foi encerrado com uma explicação sobre os próximos passos do programa e da formação. O próximo e último encontro acontece em 06 de julho, também no Centro Paula Souza.

 

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