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17
set

Workshop II: Primeiro dia teve foco em feedbacks 

O Workshop II de AWC 2018, começou em clima de descobrimento.  É que essa a primeira vez que os participantes, coachs e coordenadores do programa se conheceram presencialmente. A sala localizada na Fundação Vanzolini, em São Paulo, serviu de local de encontro para mais de 70 estudantes dos 26 grupos participantes desta edição,  que compareceram ao primeiro dia do encontro, que aconteceu em 15 de setembro de 2018. Nesta edição de AWC participam grupos de 8 Estados diferentes mais Distrito Federal. Antes dessa edição presencial, já tinha acontecido o Workshop I, que foi realizado em ambiente virtual, nos dias 5 e 6 de maio de 2018.
 
O workshop teve início com as boas-vindas do professor da Poli-USP, Marcos Barretto e por Rodrigo Franco, coordenadores de AWC. “Agora chegamos ao momento do nosso sprint final, e conhecer o que vamos fazer até dezembro para ter nossa primeira venda”, comentou Rodrigo iniciando as explicações de como seriam aqueles dois dias de trabalho intenso dos grupos. O professor Marcos Barreto também ressaltou que a ideia era que durante o fim de semana, os grupos revisassem várias vezes seus projetos e aproveitassem a oportunidade de discutir suas ideias com os coaches, mentores, professores, colegas e convidados.
 
“A gente aqui do AWC gosta de disciplina e entrega, e é isso que vai fazer a ideia de cada um sair do papel”, continuou Rodrigo no bate-papo inicial. Durante essa primeira conversa, o coach apresentou os tópicos que seriam abordados naquele dia. O tema seria o Design Sprint, que tem como metodologia entender as necessidades do usuário, divergir as ideias dentro dos grupos para poder focar naquela que aparecer como a mais adequada e depois um momento de entender tudo que foi falado nessa chuva de ideias e montar um pitch de até 5 minutos. Assim que essa primeira apresentação foi finalizada, os grupos foram separados em clusters, cada um liderado por um dos coaches ou mentores convidados. Artur Vilas Boas, Rodrigo Franco, André Dib, Isabela Modesto, Miguel Chaves, professor Marcos Barretto, Leonardo Monteiro e Jessica Tarasoff seguiram para as salas com os estudantes onde trabalhariam a partir daquele momento.
 
Ao longo da manhã, os participantes do programa conheceram na prática a dinâmica apresentada anteriormente. No meio das rodadas de conversa, eles eram levados a gerar ideias, não julgar as sugestões malucas que poderiam aparecer dos colegas, manterem foco no resultado e no problema que o projeto estava ajudando a resolver e a ter uma conversa individual com o mentor. Todos os feedbacks recolhidos pelos participantes eram repassados e usados para complementar a solução. Liderando um dos clusters, o mentor Leonardo Monteiro, cofundador da startup InfoPrice, aproveitou para contar aos estudantes sua história no empreendedorismo. “Além de termos uma ideia precisamos encontrar àquelas pessoas que sonham junto com a gente mas que também questionam o que fazemos, por isso é tão importante vocês utilizarem os recursos que AWC dão pra vocês de acesso a outras pessoas e a possíveis parceiros”, incentivou Leonardo. Ele também aproveitou para ouvir cada um dos grupos fazendo seus pitches individualmente e deu feedbacks verdadeiros e questionadores, que ajudaram muito na revisão das ideias. 
 
Logo após a pausa para o almoço, os estudantes retornaram para suas salas para prosseguir com os assuntos que haviam sido iniciados pela manhã. Agora, dentro de seus clusters, os grupos estavam reapresentando suas ideias já com as novas formulações pensadas anteriormente. O foco da tarde era preparar as ideias e materiais para serem apresentados no dia seguinte, na feira intermediária. Até o final do dia, eles deveriam coletar mais feedbacks que os mentores, coaches e colegas trariam, e repensar algumas ideias que tinham sobre seus projetos.
 

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Para finalizar, uma última palestra levou os participantes de volta à sala principal, o convidado era o empreendedor Maurício Villar, COO e co-founder da startup tembici. Maurício contou sua história pessoal, como a empresa surgiu e falou sobre os maiores aprendizados que teve na vida de empreendedor. “Para crescer é preciso sonhar grande e executar pequeno, é isso que faz a startup ir pra frente”, comentou o empreendedor sobre como conquistou seus primeiros grandes clientes mesmo antes de ter toda a estrutura física montada. Para inspirar ainda mais os participantes, Maurício trouxe a importância de ter resiliência e um propósito muito claro do que se quer ao empreender. Outro ponto de destaque em sua fala foi sobre como é fundamental ter pessoas excelentes ao lado para que o sonho seja conquistado. “Tenha pessoas com habilidades diferentes das suas mas que compartilhem dos mesmos valores”, completou. Por último, aconteceu uma rodada de perguntas ao convidado e a finalização do dia de trabalho.
 
O Workshop II continuou no dia 16 de setembro, com o segundo dia de trabalho e a feira intermediária de feedbacks.

 

07
jun

Conheça os projetos participantes de 2018

A cada edição de AWC são selecionados projetos de diferentes partes do país e, cada um é analisado de acordo com os critérios sobre a equipe, a tecnologia e o possível impacto. Em uma segunda instância, as propostas são avaliadas sobre a viabilidade técnica, o grau de inovação, acessibilidade, oportunidade de mercado e o conhecimento da equipe sobre as caraterísticas do usuário e de soluções similares.  Os projetos são apoiados nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) dos estudantes e ingressam no programa com uma ideia inicial de relevância de mercado. Os projetos participantes esse ano são:

Dispenser de Medicamentos

Belo Horizonte – MG
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações

Dispositivo eletrônico para uso doméstico que conta com reservatório para armazenamento de medicamentos e um display com touch screen. Oferece a possibilidade de sincronização dos horários e doses dos medicamentos utilizando o Google Agenda. A solução busca reduzir impactos da medicamentação, para melhorar a qualidade de vida das pessoas e a produtividade em serviços de saúde.

NextCam

Curitiba-PR
Universidade Federal do Paraná
Engenharia Elétrica com Ênfase em Sistema Eletrônicos e em Eletrônica e Telecomunicações

Câmera inteligente de processamento local para detecção de pedestres, capaz de reconhecer padrões humanos e oferecer informações essenciais para segurança e potencialmente, para marketing.

Gwen

São Paulo-SP
Escola Superior de Propaganda e Marketing
Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão

Aplicativo de compra e venda de moedas estrangeiras entre pessoas físicas. A plataforma web peer to peer fará a coleta das cotações de compra e venda de casas de câmbio constituindo uma base de dados e fornecerá aos usuários o cálculo da melhor cotação no período.

Encaixa

Rio de Janeiro-RJ e Belo Horizonte
Pontíficia Universidade Católica do Rio e Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Arquitetura e Urbanismo, Design de Produto e Engenharia da Computação

Plataforma web para produção de peças de design. A plataforma visa valorizar a produção local de peças assinadas por designers a preços acessíveis. O sistema financia a confecção da peça e após a aprovação do protótipo, a peça passa a ser vendida na plataforma. O objetivo é valorizar os designers de produto, incentivar a produção local e proporcionar ao consumidor uma variedade de produtos de design a preços acessíveis.

Avallie

Curitiba-PR
Universidade Federal de Ponta Grossa e Universidade Evangélica do Paraná
Engenharia Civil
Plataforma web de banco de dados de fornecedores e produtos de construtoras de grande porte, que visa oferecer ao usuário a possibilidade de filtro de acordo com as necessidades e oferece cotações do mesmo produto de diferentes fornecedores.

Ecocups

São Carlos-SP
Universidade Federal de São Paulo (campus São Carlos)
Engenharia Mecatrônica, Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção

Máquina semi-automatizada e compacta que realizará a transformação de garrafas de vidro em utensílios domés$cos. A transformação ocorrerá através dos processos de corte e polimento da borda cortada com maçaricos, realizando ambos os processos de maneira concnua e totalmente automatizada. A startup tem a missão de aprimorar métodos e processos para o reaproveitamento de garrafas de vidro.

Máquina Lava-Copos

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Mecânica

Máquina automática de lavar copos, de tamanho próximo ao de um filtro de água ou forno de microondas, que oferece aos usuários a facilidade de higienizar seus copos após o uso. Basta depositar os copos sujos na máquina e ela realizará sua higienização. O objetivo é oferecer ao usuário e clientes a substituição de copos descartáveis por reutilizáveis.

HeliDrop

São Carlos-SP
Universidade de São Paulo (campus São Carlos)
Engenharia Mecatrônica e Engenharia Elétrica

Equipamento autônomo para aplicação de defensivos agrícolas. A Hellidrop oferece serviço de pulverização utilizando VANTs de alta capacidade de carga para melhorar o combate às pragas. A solução busca oferecer melhor uniformidade na aplicação de defensivos em cada parte do terreno e com velocidade média para o tratamento de determinada área.

DataScience

Rio de Janeiro-RJ
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Engenhria da Computação e Ciência da Computação

Solução Legal Intelligence, que visa otimizar procedimentos jurídicos, em que o usuário interage om um chatbot. O usuário e autor submete a reclamação e os documentos solicitados e recebe em tempo recorde uma proposta de resolução para o conflito, pré-aprovada pela outra parte do processo. O objetivo é otimizar negociações judiciais de caráter simples.

Promo7

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo e Fatec
Engenharia Mecatrônica e Tecnólogo em Logística

Aplicativo de compras de supermercado que permite o usuário realizar suas compras, de qualquer lugar e a qualquer momento, sem precisar de ajuda. A solução irá interligar diferentes tecnologias, como o reconhecimento de voz e de padrões de compras, com a praticidade do smartphone para que qualquer pessoa possa utilizar esse produto sem restrição.

Tulltech

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo-SP
Engenharia Elétrica com Ênfase em Telecomunicações e Engenharia Agronômica

Ferramenta de sensoriamento remoto com o objetivo de oferecer ao agricultor diversos tipos de dados sobre temperatura, umidade, pressão, pH, entre outros, captados pelo sensores instalados na área de cultivo.

Energia Eólica por Oscilação

São Paulo-SP
Anhembi Morumbi
Engenharia Mecânica e Ciências Biológicas

Turbina eólica de cristais piezo-cerâmicos que converte energia eólica, da vibração dos vórtices dentro da estrutura, em elétrica com baixo custo. A turbina eólica apresenta vantagens em relação às torres eólicas convencionais no custo de fabricação e instalação, uma vez que a torre e o equipamento gerador da energia são o mesmo objeto.

Aqualuz

Salvador-BA e Fortaleza-CE
Universidade Federal da Bahia e Universidade Federal do Ceará
Biotecnologia, Ciência da Computação e Engenharia Ambiental

Dispositivo de potabilização de água de poços ou cisternas utilizando a radiação solar de uma maneira prática, barata, sustentável, eficiente e durável. O equipamento é formado por um encanamento que se adequa a entrada de bombas que utilizam canos de PVC (policloreto de polivinila), um reservatório de polietileno, além do Ecofiltro de sisal e o sistema de monitoramento em tempo real.

Muunitora

Divinópolis-MG
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Engenharia Mecatrônica

Conjunto de equipamentos para o uso na pecuária, que permitem avaliar em um determinado período de tempo, a evolução do ganho de peso do gado em relação a quantidade de alimento consumido. O sistema mede o peso de cada animal e seu consumo alimentar, através de células de carga e circuitos condicionadores de sinal que enviarão os dados para microprocessadores. A ferramenta tem por objetivo oferecer ao produtor dados para tomadas de decisão visando um mercado crescente.

Ultraguia

Uberlândia-MG
Universidade Federal de Uberlândia
Engenharia Biomédica

Dispositivo eletrônico de mobilidade inteligente para portadores de deficiência visual. O dispositivo de sensores ultrasônicos é acoplável na bengala articulável e tem por objetivo captar obstáculos acima do solo e alertar o usuário.

Monitoramento Cardíoco em tempo real

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Elétrica e Engenharia de Prpdução

Sistema de monitoramento possibilita que pacientes cardíacos sejam atendidos e tenham segurança sem precisar ir até um hospital. Com o sistema, o paciente consegue realizar exercícios à distância e manter a equipe e saúde informada sobre a sua atual condição. O dispositivo é composto por tecnologias de coleta de dados, servidores em nuvem, algorítmos de interpretação de dados e interfaces com paciente e profissionais de saúde.

Speed Performance

Divinópolis-MG e Jataí-GO
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e Universidade Federal de Góias
Engenharia Mecatrônica e Educação Física
Sistema de monitoramento de tempo e velocidade de corridas. O sistema visa auxiliar treinadores e atletas com informações sobre velocidade, aceleração e tempo do atleta num Sprint, relacionando seu desempenho a cada prova.

Automação Residencial de Baixo Custo

São João Del Rei-MG
Universidade Federal de São João Del Rei e Centro Universitário Internacional
Engenharia Mecatrônica e Gestão de Tecnologia da Informação

Sistema de monitoramento central de comunicação com módulos de gerenciamento de energia elétrica, sistemas de segurança e diversos tipos de acionamentos em ambiente residencial. O sistema utiliza tecnologias já existentes no mercado de baixo custo proporcionando conforto e acesso ao usuário.

Centrics

Florianópolis-SC
Universidade Federal de Santa Catarina
Engenharia de Controle e Automação

Aplicação web direcionada para o analistas de relacionamento com clientes para o gerenciamento de satisfação e para o aprimoramento de etapas de monitoramento e vendas base apoiados no histórico de atendimento. Cada CSM (Customer Success Manager) terá acesso a um perfil de dados de cada cliente, constituindo uma carteira de clientes.

Tecnologias Blockchain e RFID aplicados na automação comercial

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Elétrica com Ênfase em Eletrônica e Sistemas da Informação

Automação comercial apoiada em tecnologia Blockchain direcionada a supermercados. O sistema tem por objetivo automarizar o processo de cobrança dentro de supermercados de modo seguro atrelando o registro Blockchain a leitura de Tags RFID (Radio Frequency Identifier).O cliente do supermercado passará com o carrinho de compras no caixa e o sensor RFID fará imediatamente a leitura de todos os produtos. Após o pagamento, o registro da compra é adicionado ao Blockchain.

Máquina Automática de Milk-Shake

São Caetano do Sul-SP
Instituto Mauá de Tecnologia
Engenharia de Controle e Automação

Máquina automática de milk-shakes acionada por aplicativo em tablet, onde o cliente poderá escolher o sabor do sorvete e todos os tipos de coberturas. Após a escolha do pedido, o cliente realizará o pagamento via cartão de crédito ou débito e automa$camente, a máquina inicia o preparo do milk-shake.

Silk Digital

Divinópolis-MG
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e Universidade Federal de Góias
Engenharia Mecatrônica
Impressora de silk digital de baixo custo com objetivo de automatizar o processo de estamparia em tecidos, dispensando trabalho manual e diminuindo o tempo gasto e desperdício de tintas.

Concretando

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Química e Engenharia Mecatrônica

Composição cimenccida para método de impressão 3D e impressora de materiais de construção com extrusores adaptados. O composto tem por objetivo integrar manufatura aditiva com materiais de construção proporcionando a produção de protótipos personalizados rapidamente.

Smart Aging

Curitiba-PR
Universidade Federal do Paraná
Engenharia Elétrica com Ênfase em Sistemas Embarcados

Dispositivo wearable para monitoramento remoto de idosos, detectando quedas e anomalias cardíacas enviando alertas para o próprio idoso, familiares e médicos. O foco está no cuidado e qualidade de vida para a crescente população idosa.

Modular

Curitiba-PR
Universidade Federal do Paraná
Engenharia Civil

Módulos de construções habitacionais com design autêntico e soluções alternativas de infraestrutura como aquecimento da água por energia solar e captação de água da chuva. A tecnologia modular tem potencial de atender diversos segmentos dentro do mercado imobiliário, como residências, escolas, hospitais, escritórios e comércio em geral devido a possibilidade de fabricação e comercialização em curto prazo.

Movu

São Paulo-SP
Fatec, Fundação Getúlio Vargas e Mackenzie
Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Administração e Ciências Contábeis

Plataforma de gerenciamento de corridas de vans. O aplicativo permitirá a motoristas de vans escolares, motoristas particulares em geral e até mesmo qualquer cidadão poder catalogar suas corridas, ordená-las de acordo com distância e horário, receber lembretes e notificações e fornecer status em tempo real da sua viagem para o passageiro compartilhando um link temporário.

Dispositivo de tração para cadeiras de rodas manuais

Belo Horizonte-MG
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Engenharia Mecânica

Dispositivo direcionado a melhorar a experiência dos cadeirantes em ambientes comuns, garantindo interação social do usuário. O sistema consiste em unidade de tração do tipo “reboque”, com roda complementar e sistema de tração elétrico, apoiado em um sistema de direção simples e intuitivo utilizando as tecnologias comumente aplicadas em bicicletas e patinetes.

Classificação de lesões de pele a partir de imagens clínicas

Brasília-DF
Universidade de Brasília
Engenharia de Software

Aplicativo que ajuda pessoas a detectar doenças de pele e encaminhá-las à especialistas, assim como auxiliar especialistas a fornecer um diagnós$co preciso. O aplica$vo de smartphone é capaz de identificar com precisão, de forma não invasiva, lesões de pele via fotografias.

Hexenergy

Montes Claros-MG
Universidade Estadual de Montes Claros e Faculdade Santo Agostinho
Sistemas da Informação e Engenahria Elétrica

Sistema web para gerenciamento de produção de energia elétrica de sistema fotovoltáico que visa diminuir o tempo de retorno de investimento, identificando a quantidade de créditos de energia do consumo local, onde está instalada a usina, e propõe um modelo de Geração Compartilhada a partir da venda de crédito para outras unidades consumidoras.

Conexão IOT

Rio de Janeiro-RJ
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Engenharia Eletrônica e da Computação e Engenahria Química

Sistema de iluminação residencial comandado remotamente pelo celular. A solução visa também a conectividade para dispositivos periféricos por meio de uma central chamada gateway/hub que intergrará esses dispositivos da residência e não apenas o sistema de iluminação.

14
dez

Investidores, empreendedores e Etecs na Feira de Investimentos 2017

A edição de 2017 do programa Academic Working Capital foi encerrada no dia 13 de dezembro com a Feira de Investimentos. Investidores, empreendedores, professores e outros players do mercado estiveram no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo (São Paulo-SP) para conhecer as soluções desenvolvidas pelos grupos. O evento também contou com a participação de alunos do Ensino Médio das Etecs Júlio de Mesquita, de Santo André-SP, e Aristóteles Ferreira, de Santos-SP – as duas Etecs participaram neste ano do programa tanto com projetos de alunos quanto nas formações para professores.

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Depois das boas-vindas do coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, o vice-presidente de Estratégia e Inovação da TIM, Luis Minoru Shibata, explicou que é um grande orgulho para a TIM apoiar a inovação por meio de AWC e acompanhar novas ideias que podem trazer melhorias para todos. “Todo mundo que trabalha com startups, com inovação, quer achar uma maneira eficiente de solucionar um problema de muitos”, disse. O diretor de Desenvolvimento de Negócios e Relações Institucionais da Investe SP, Sérgio Costa, destacou a parceria entre a agência e AWC e deu um incentivo aos grupos. “As lições aprendidas hoje são lições para a vida. Então incorporem essas lições aprendidas, apliquem nos seus empreendimentos e vamos para o próximo pitch, porque cada um certamente vai ter espaço para brilhar”, declarou.

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Os convidados também assistiram a um painel sobre empreender na universidade, mediado pelo coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto. Os convidados do painel foram dois empreendedores que criaram negócios ainda na graduação: Renato Freitas, da Ebah e da 99, e Maurício Villar, da tembici. “A universidade teve um papel bastante forte na minha formação como empreendedor”, contou Renato, mencionando o apoio do professor Marcos Barretto e a experiência de ter vencido a competição Ser Empreendedor, da USP. Ambos compartilharam desafios e conquistas de suas trajetórias e dicas para os estudantes, além de responder a perguntas do público. “Mais do que se planejar, estejam preparados para mudar o planejamento todo dia. Empreender é ser desafiado todo dia, ouvir vários pontos de vista que vocês nem tinham pensado antes”, disse Maurício.

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Durante a tarde, os convidados puderam visitar os estandes dos grupos para conhecer as soluções desenvolvidas durante o ano e ver os protótipos. Os seis grupos que mais se destacaram em 2017 também tiveram a oportunidade de apresentar um pitch a uma banca de especialistas convidados: Marco Poli, investidor-anjo da Anjos do Brasil; André Fleury, professor dos cursos de Design e Engenharia de Produção da USP; Marcelo Mitre, analista de Investimentos da Provence Capital; Rafaela Herrera, business developer da Startup Farm; e Luís Minoru. Cada grupo teve 4 minutos para se apresentar e, em seguida, responder a perguntas e comentários da banca.

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O encerramento da Feira foi realizado por Marcos Barretto, que aproveitou para destacar a participação dos 10 grupos de Etecs nesta edição – parte deles, formados por alunos do Ensino Médio. “Não houve diferença entre os projetos das Etecs e os das faculdades”, afirmou.

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23
nov

Expectativas em alta para a Feira de Investimentos

As expectativas para a Feira de Investimentos de Academic Working Capital 2017 estão altas não só entre os grupos, mas também entre investidores. Marco Poli, investidor-anjo da Anjos do Brasil, já participou como palestrante nos workshops do programa, acompanhou as Feiras de Investimentos de 2015 e 2016 e pretende prestigiar a edição deste ano, que acontecerá em 13 de dezembro, a partir das 10h, no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo (São Paulo-SP).

Faça sua inscrição gratuitamente para a Feira de Investimentos aqui no site.

“Conheci os projetos em um contexto muito inicial [na Feira Intermediária, em julho], e agora estou ansioso para ver a evolução deles”, comenta. Segundo Marco, mesmo que os grupos não consigam um investimento no evento, é um momento muito importante para que outros membros do ecossistema de empreendedorismo conheçam e acompanhem os projetos. “Nessa hora é que eles, de fato, conseguem o primeiro acesso a pessoas que investem em projetos no estágio inicial.” O próprio Marco mantém contato com grupos de edições anteriores, como o MVisia, que participou em 2015 com uma máquina seletora de mudas de eucalipto. Ele está ajudando a startup a avaliar uma proposta de investimento.

Eduardo Grytz, diretor da Acelera Partners e membro do Conselho Consultivo de AWC, também conheceu os projetos de 2017 na Feira Intermediária e os considerou de altíssimo nível. “Eles estão chegando muito preparados para este desafio e já com um entendimento muito grande dos problemas e necessidades do mercado. Os projetos também são muito bem desenhados tecnicamente”, diz. Eduardo acrescenta que o diálogo entre o mercado e as universidades é ideal para a inovação. “A importância da Feira é que é justamente o momento mais delicado da inovação: quando o aluno sai do universo acadêmico, onde tudo faz sentido, e vai ouvir do investidor o que mercado precisa de verdade”, afirma.

Ambos os investidores enfatizam a necessidade da educação empreendedora nas universidades. “O futuro é do empreendedorismo. A gente precisa ter a capacidade de criar novas realidades, e isso se faz com educação empreendedora, em qualquer área”, ressalta Eduardo. Marco explica que a educação empreendedora precisa mostrar que o processo de empreendedorismo é multidisciplinar e que outras competências devem ser valorizadas. “Nas universidades brasileiras, os alunos têm um conhecimento profundo de áreas técnicas ou de gestão, e para empreender você precisa ter um mix das duas”, diz.

 

 

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06
set

AWC 2017: impacto em professores e estudantes de Etecs

Compartilhar o apoio ao empreendedorismo e a abordagem de Academic Working Capital com alunos e professores do ensino técnico é um dos objetivos do programa em 2017. Neste ano, pela primeira vez, alunos de Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de São Paulo participam em formato piloto. Além disso, cerca de 20 professores de sete Etecs e uma Faculdade de Tecnologia (Fatec) participaram de uma formação promovida por AWC para ampliar o conhecimento em empreendedorismo, modelagem de negócios e mentoria no desenvolvimento de produtos de base tecnológica.

Maristela de Carvalho Gamba, da Etec Aristóteles Ferreira, é uma das professoras mais envolvidas no programa. Além de acompanhar o desempenho dos grupos da Etec de Santos-SP, Self Up e Loc.Device, ela participou de todos os dias do Workshop II, realizado entre 17 e 19 de julho. Para a professora, o programa mudou sua forma de orientar os projetos dos alunos. “A gente focava muito no currículo do aluno e hoje eu olho de outra forma: que o projeto dele na Etec, muito mais do que um currículo, é um produto com o qual ele pode ganhar dinheiro, ele pode montar sua própria empresa”, diz.

A professora explica que explorar o empreendedorismo nas escolas técnicas é explorar uma realidade do mercado de trabalho. “A relação com o trabalho tem mudado muito, e o estudante tem que estar pronto para enfrentar isso também”, afirma. “Acho bacana que eles já saiam de lá com esse olhar de que têm que encarar o mercado às vezes por conta própria, e que esse pode ser um caminho muito mais feliz”, completa.

Para os estudantes do grupo Self Up, o convívio e a troca de ideias e experiências com universitários de outras cidades e estados é um dos aspectos mais interessantes de AWC. “Eu não esperava que fosse ser uma experiência tão incrível de compartilhar suas ideias com outras pessoas e elas oferecerem feedbacks que tornam sua ideia melhor ainda”, relata Micael Cid Oliveira dos Santos, aluno de Informática para Internet da Etec Aristóteles Ferreira e coordenador do grupo.

Junto com Lucas Tonon Rodrigues, Gabriel Agostinho e Evandro da Silva Santos, Micael está desenvolvendo um aplicativo que ajuda coaches a organizarem seu trabalho de forma mais eficiente e a se relacionarem melhor com os coachees, gerenciando informações como tarefas, habilidades e gráficos de desempenho. O grupo está na fase de realização de experimentos para validar hipóteses sobre o produto e, depois, iniciar a construção do protótipo. “AWC trouxe essa visão de negócio, de saber lidar com as pessoas, com o investidor. Sair do prédio, realmente entender os problemas das pessoas e solucioná-los”, acrescenta Lucas.

Maristela conta que sua visão sobre empreendedorismo mudou. “AWC me fez ver que, mesmo não tendo um lado empreendedor muito forte, existem técnicas e ferramentas que podem te orientar quando você tem uma ideia, e que ela pode ser testada e se transformar em um bom projeto”, comenta. “Espero que ao final desse ciclo os estudantes saiam acreditando que eles têm capacidade e possibilidade de enfrentar o mercado de trabalho com ideias próprias.”

 

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