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Tag: palestras

04
maio

Workshop Online I de AWC 2017 começa com novidades

Os 36 grupos participantes de Academic Working Capital 2017 participaram do primeiro dia do Workshop Online I, realizado em 29 de abril. Por meio de plataformas online como Google Hangouts, Google Drive e Slack, os estudantes interagiram, fizeram apresentações e assistiram a palestras diretamente de suas cidades. Ao contrário da edição de 2016, em que o Workshop Online era voltado apenas para os selecionados na 2ª chamada, nesta edição todos os grupos foram convidados a participar, divididos em duas turmas.

A turma 1 foi composta pelos cinco grupos da 1ª chamada, que estão em um momento decisivo do programa: manter seu modelo de negócio ou pivotar. O conteúdo dos três dias de workshop aprofunda essa questão e ajudará os estudantes a tomar uma decisão, que será apresentada à equipe de AWC no último dia do evento (13 de maio). As equipes que decidirem manter o modelo seguirão para o desenvolvimento do protótipo; as que decidirem pivotar retomarão o percurso iniciado em janeiro para pensar em uma nova possibilidade de negócio. No primeiro dia, os grupos foram orientados a pensar em estimativas de tamanho de mercado e preço do produto ou serviço e assistiram a uma palestra sobre a importância de pivotar cedo, conduzida pelo sócio-fundador da startup Lean Survey Fernando Salaroli.

A programação da turma 2, formada pelos 31 grupos da 2ª chamada, foi aberta pelos coordenadores de AWC, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcos Barretto e o engenheiro mecatrônico Diogo Dutra. Os grupos conheceram conceitos de empreendedorismo científico e ferramentas utilizadas para a validação do negócio, como deck de slides, deck de entrevistas, Value Proposition Canvas (VPC), Matriz CSD, entre outras. As atividades do dia foram focadas em pensar no usuário e no valor que o produto irá agregar a ele. Os estudantes já fizeram as primeiras entrevistas e começaram a responder as principais questões do VPC. Até o próximo encontro, no dia 6 de abril, os grupos deverão subir no Drive o deck de entrevistas e o primeiro template do deck de slides, relacionado ao teste do problema.

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17
jan

AWC 2017 começa com Workshop I

O programa Academic Working Capital deu início à sua terceira edição com o Workshop I, realizado no prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), em São Paulo (SP). O primeiro dia do workshop, em 16 de janeiro, contou com a apresentação do programa e uma introdução a conceitos e ferramentas essenciais para criar um produto e empreender. Os sete grupos aprovados na 1ª chamada (haverá uma 2ª chamada em março) incluem estudantes da USP, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), da Universidade de Brasília (UnB) e do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG).

O professor da USP e coordenador acadêmico do programa, Marcos Barretto, e o engenheiro mecatrônico e coordenador de AWC Diogo Dutra foram responsáveis pela abertura do workshop. Eles deram as boas-vindas aos grupos, falaram dos objetivos e estrutura do programa e apresentaram a equipe. “Mais do que um processo de aceleração, AWC é um trabalho de educação empreendedora. O que importa para a gente é o quanto vocês vão aprender neste ano”, explicou Diogo.

Marcos comentou que muitos produtos criados nos TCCs são descartados logo depois, e que a proposta de AWC é que os estudantes possam ir além. “Vamos fazer engenharia de verdade, nada de um protótipo para atender o TCC”, afirmou. “Vocês sairão daqui com uma outra visão do que é fazer engenharia, fazer um produto, ser um profissional de verdade.” Neste ano, o programa contará com três workshops presenciais, dois workshops online e uma Feira de Investimentos. Um dos focos do Workshop I é que os grupos entrem em contato pessoalmente, via Skype ou por telefone com o maior número possível de potenciais clientes para testar hipóteses relacionadas aos seus produtos.

André Dib, publicitário e membro da equipe de AWC, conduziu a primeira palestra do dia. Ele falou da importância de ter uma visão crítica ao empreender e de colocar suas convicções à prova constantemente, conversando e conhecendo o público-alvo de seu produto. “Esqueça a bola de cristal e comece a ir atrás de pessoas verdadeiras e histórias reais”, recomendou. André mostrou ferramentas que serão utilizadas durante o workshop e irão ajudar os grupos a montar um Value Proposition Canvas (VPC), que apresenta a proposta de valor do produto.

Os estudantes precisam refletir de que forma seus produtos geram ganhos e aliviam as dores dos clientes, fazer uma análise da concorrência e criar as matrizes CSD (certezas, suposições e dúvidas) e de amarração (que registra as hipóteses, testes, resultados e conclusões sobre o produto). “Isso é contínuo, um ciclo”, acrescentou André. Para começar, os grupos colocaram no papel os primeiros itens do deck de slides que irão construir: quem somos, propostas de valor e segmentos de clientes. Em dois grandes grupos, os estudantes apresentaram o material aos colegas e equipe de AWC para coletar feedbacks e aprimorar seus projetos.

O administrador e membro da equipe de AWC Artur Vilas Boas preparou os grupos para a tarefa seguinte: pesquisar e entrevistar os primeiros potenciais clientes e parceiros. Artur reforçou a necessidade de ouvir o público para desenvolver o produto. “Tem que buscar um encaixe entre sua solução e os problemas das pessoas”, disse. Foram apresentados exemplos de como criar um mapa de contatos, dicas para abordar os entrevistados e um roteiro básico de perguntas. “É uma chave que tem que virar na sua cabeça: ‘não estou vendendo nada’. Senão, no final, você só vai falar, não vai fazer a entrevista e não vai aprender nada.” Os alunos dedicaram o restante do dia para agendar e realizar as primeiras entrevistas e consolidar os resultados. A meta é que eles consigam, ao final do workshop, fazer 15 entrevistas.

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13
dez

Começa o Workshop III de AWC 2016

O último workshop presencial do programa Academic Working Capital em 2016 teve início no dia 12 de dezembro. Treze grupos se reuniram com a equipe de AWC no prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) para um dia de palestras e atividades. O objetivo do Workshop III é que os grupos se preparem para apresentar seus projetos na Feira de Investimentos, que acontece em 14 de dezembro.

Acompanhe a cobertura do Workshop e da Feira de Investimentos pelo Twitter

A abertura do evento foi realizada pelo professor da USP Marcos Barretto, coordenador acadêmico de AWC, e pelo engenheiro mecatrônico Diogo Dutra, coordenador de conteúdo do programa. Eles deram as boas-vindas aos estudantes, relembraram o que aconteceu durante o ano e explicaram o foco do terceiro workshop. “Essa é a nossa grande conversa nos próximos dias: o que vamos fazer amanhã, depois que terminar AWC? Vamos finalizar esses dois dias preparados para a Feira de Investimentos e com um plano de ação estruturado para os próximos seis meses”, orientou Diogo.

As duas palestras do dia mostraram pontos de vista diferentes – porém, complementares – sobre o pitch, a apresentação que todos os grupos terão a oportunidade de realizar em seus estandes para os visitantes da Feira e que cinco grupos farão a uma banca de investidores no evento. José Marques, consultor da Escola de Negócios Sebrae-SP Alencar Burti, falou o que é necessário para elaborar um pitch “quase” perfeito. “Pitch é treino, cada momento é uma forma de você melhorar. Não existe perfeição, existe melhora contínua”, afirmou. Marques apresentou as cinco perguntas básicas que devem ser respondidas em todo pitch e ressaltou que cada contexto e público exige uma apresentação diferente. No final, dois participantes se arriscaram a fazer um “elevator pitch”, em que apresentaram seus projetos em 30 segundos.

No período da tarde, Marcos e Diogo disseram que o pitch é importante, mas que muitas vezes é supervalorizado. “A maioria das pessoas acha que vender é fazer o pitch, mas não é isso. Empreender é uma constante busca. Não é só falar, tem que ouvir muito para chegar à solução ideal”, declarou Diogo. Para os coordenadores, o pitch deve ser desenvolvido como uma narrativa que busca o envolvimento do ouvinte. “Quando a gente constrói uma narrativa, precisa primeiro saber para quem estamos construindo essa narrativa. O resto vem depois”, explicou Marcos. Eles mostraram como exemplo o pitch elaborado pelo grupo que criou uma seletora de mudas de eucalipto (atualmente, a empresa MVisia) e apresentado na Feira de Investimentos de AWC 2015 e no Prêmio Santander Universidades 2015.

Os grupos também se reuniram em uma das salas de aula do prédio ao longo do dia para revisar suas planilhas financeiras e decks de slides (documento que descreve detalhadamente os problemas que envolvem o projeto e qual é a solução apresentada) junto com os monitores e coordenadores de AWC. Essas ferramentas são a base para que os grupos construam os pitch decks que irão apresentar na Feira, e que começaram a desenvolver já no final do primeiro dia.

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21
jul

Palestras encerram o Workshop II

O último dia do Workshop II de Academic Working Capital, em 20 de julho, levantou discussões sobre planejamento financeiro. A programação começou no auditório do prédio de Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) com uma palestra sobre precificação. O administrador e matemático Daniel Barzilay explicou que o processo de precificação em uma startup é diferente das grandes empresas, já que estas contam com uma ampla base de dados sobre o comportamento do consumidor. “Na startup você não tem esse luxo, é muito mais sensível e qualitativo”, disse. Daniel apontou estratégias e táticas que as startups podem adotar para precificar seus produtos e ressaltou a necessidade de pensar nos concorrentes ao definir suas ações.

Veja como foi o primeiro e o segundo dia de atividades

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, falou sobre fluxo financeiro e o planejamento básico que toda empresa deve ter. Ele mostrou diversas planilhas e gráficos para dar um exemplo de como realizar o controle do fluxo de caixa em quatro etapas, até chegar em um relatório financeiro. “Quando a gente entende o fluxo de caixa, consegue planejar o futuro e crescer de forma estável e organizada”, comentou. Esse processo ajuda a compreender a dinâmica da empresa e impacta todas as áreas, não se restringindo ao setor financeiro. “A tomada de decisões na empresa fica mais inteligente”, afirmou Miguel.

As métricas utilizadas para acompanhar o desempenho de uma empresa foram apresentadas pelo fundador das startups Tegris e FieldLink, Rafael Gonçalves. Em sua palestra, Rafael falou sobre alguns modelos de captação de recursos e como mensurar a tração da empresa. “Tração é a capacidade de atrair novos usuários para seu produto, de preferência usuários pagantes”, explicou. Os estudantes conheceram o significado e as relações entre termos como custo de aquisição de cliente (CAC), lifetime value (LTV) e receita recorrente mensal (MRR). “A estratégia é como vou deixar meu negócio irresistível, é mostrar que eu cresço a números que meus investidores nem pensam em sonhar”, concluiu.

A palestra seguinte teve como tema captação de recursos e foi dada por Alessandro Andrade, cofundador da startup Lean Survey. Foi abordada a diferença entre fundos de venture capital e investidores-anjo e os cuidados que devem ser tomados ao buscar e receber um investimento. “Saber quem é o seu investidor e o que ele traz para a sua empresa vale mais que o dinheiro que ele está colocando”, afirmou. Um dos pontos de atenção destacados foi com os tipos e as cláusulas do contrato firmado com o investidor. Alessandro reforçou a importância de não deixar cláusulas em aberto e de trabalhar para que sejam bem definidas e cumpridas.

O sócio-fundador da Radix Flávio Waltz encerrou as palestras com uma apresentação da história e do trabalho realizado pela empresa, que oferece soluções nas áreas de software, automação industrial e engenharia. Flávio contou como a Radix enfrentou momentos de crise e uma grande batalha judicial e se firmou como referência no setor, ampliando os segmentos atendidos e abrindo escritórios no Brasil e no exterior. Ele também comentou sobre a valorização de universitários na empresa, que tem parceria com várias universidades e patrocina equipes acadêmicas. “A gente trata as universidades como nossa categoria de base.”

Os grupos de AWC finalizaram os documentos criados durante o Workshop e começaram a pensar em questões de precificação. O coordenador de conteúdo do programa, Diogo Dutra, terminou o dia com informações sobre o trabalho que será realizado no segundo semestre e abriu espaço para os estudantes compartilharem suas impressões sobre os três dias de atividades e sugestões para o próximo Workshop, que será realizado em dezembro.

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23
maio

Grupos da 2ª chamada participam do Workshop Online de AWC

Os grupos selecionados na 2ª chamada de Academic Working Capital em 2016 participaram do Workshop Online, realizado nos dias 7, 14 e 21 de maio. O objetivo do workshop foi preparar os estudantes para o trabalho que será realizado ao longo do ano, com o mesmo conteúdo abordado no Workshop I, que aconteceu entre 18 e 20 de janeiro na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

As palestras e apresentações foram transmitidas ao vivo via YouTube pelo professor do Departamento de Engenharia Mecatrônica e Sistemas Robóticos da Poli-USP e coordenador executivo de AWC, Marcos Barretto; pelo engenheiro mecatrônico e coordenador de conteúdo do programa, Diogo Dutra; e pelo sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado, Miguel Chaves. Eles orientaram os grupos a elaborar uma Matriz CSD e um modelo de negócios Canvas, identificar e entrevistar possíveis usuários para esquematizar sua jornada e planejar os ciclos do projeto e as funcionalidades do produto.

Ao longo do workshop, os grupos se reuniram em salas do Hangouts para discutir suas ideias e trocar opiniões sobre os projetos. Eles foram divididos em três clusters, de acordo com as especificidades dos projetos: sci tech, produtos tech e soft/apps. Os coordenadores de AWC e Miguel Chaves acompanharam todas as atividades e esclareceram dúvidas dos estudantes. Além disso, as discussões via Hangouts contaram com a participação e o apoio dos monitores do programa: André Dib, Gabriel Merici, Lili Sartori, Juliana Uechi, Maurício Carneiro e Kenzo Abiko.

No final, os clusters se misturaram para apresentar as propostas de valor de cada produto e receber feedbacks dos outros grupos e da equipe de AWC. Há projetos voltados para as mais diferentes áreas, como um carrinho de compras com uma plataforma motorizada para auxiliar pessoas com dificuldades físicas e motoras; um nanoplástico que conserva os alimentos e é feito de maneira mais econômica do que a convencional; e curativos inteligentes que monitoram continuamente pacientes de hospitais e clínicas médicas.

Agora, os grupos vão prosseguir com as atividades iniciadas no workshop para validar sua proposta de valor e receberão acompanhamento semanal dos monitores de AWC. O próximo workshop será presencial e acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de julho, com a participação dos 27 grupos da 1ª e da 2ª chamada e com foco na prototipação.

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