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Tag: palestras

13
dez

Estudantes discutem modelos de investimentos e criam pitches no Workshop III

O Workshop III de AWC reuniu 22 grupos no dia 12 de dezembro, no prédio de Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade São Paulo (Poli- USP). O primeiro dia do evento preparatório para a Feira de Investimentos que acontece na próxima sexta, 14, promoveu discussões fundamentais para consolidar a solução desenvolvida ao longo do programa com foco nos modelos de investimento e formas de convencer o cliente a adquirir o produto.

O coordenador de conteúdo Diogo Dutra ministrou a palestra “Como acessar funding?”, apresentando todos os mecanismos existentes, vantagens e desvantagens. Dutra ressaltou a importância de entender o momento que a startup vive e refletir sobre a necessidade de buscar investidores. “Mais importante que o dinheiro é saber quem é o anjo. É importante conhecer quem está entrando para ajudar no seu negócio”, aconselhou.  Além de buscar outras alternativas como PIPE (Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas – FAFESP), Hack Brazil e outras premiações.

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Ainda durante a manhã, os alunos realizaram a primeira atividade prática que consistia em pesquisa de apoios, prêmios e competições para as startups pós-AWC. Rafael Silva Montes, que é um dos fundadores da tecnologia Wavis considera que o programa foi desafiador por mostrar os passos iniciais de formação da startup, a investigação do problema e a solução. “Empreender é movimentar-se sempre, agir rápido e investigar as soluções. Foi uma experiência muito válida e ano que vem vamos investir mais esforços para evoluir a tecnologia”, contou.

Para Matheus Ambrosi, desenvolvedor do Centrics, foi uma experiência completa já que ele desejava montar uma empresa. “Passamos por todas as etapas e o que mais agregou foi aprender com quem já passou por isso e as conexões que fazemos ao longo do programa”, destacou.

O principal tema do dia foi o pitch, apresentado pelo coach Artur Vilas Boas. Ele mostrou quatro tipos de pitches e compartilhou dicas para organizar o raciocínio e construir uma narrativa sólida que será apresentada em no máximo 4 minutos para os investidores. “É importante conquistar com clareza, objetividade e ter respostas para possíveis perguntas, porque mostra ao investidor que você está preparado”, disse.

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No período da tarde, o coach Rodrigo Franco falou do design nas apresentações e em seguida os estudantes criaram suas primeiras versões de pitch. Apresentaram e receberam feedback dos coachs.

Para encerrar o primeiro dia de Workshop III, os alunos assistiram a palestra de Marcus Roggero, engenheiro civil, co-fundador e CPO da InfoPrice. Roggero contou a trajetória da startup que surgiu em 2013 para mostrar as dificuldades e conquistas de um empreendedor. Ele também compartilhou as experiências com a criação do produto, negociação de contrato e investidores. “Empreender têm muitas situações difíceis e com o peso adicional da vida pessoal, pode ficar ruim, mas você não pode desistir, porque existem pessoas que contam com você e os fundadores precisam mostrar que estão fazendo o melhor”, declarou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12
dez

Workshop III: o futuro dos projetos após AWC

Os 22 grupos participantes de Academic Working Capital 2017 estão reunidos em São Paulo-SP para o Workshop III – o último encontro presencial antes da Feira de Investimentos, que acontece em 13 de dezembro. O primeiro dia do evento foi realizado no dia 11 de dezembro no prédio de Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Além da preparação para a Feira, as discussões do Workshop III têm um objetivo bem importante para os grupos: refletir e se planejar para os meses pós-AWC.

Inscreva-se gratuitamente para participar da Feira de Investimentos.

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E essa reflexão marcou a abertura do evento, conduzida pelos coordenadores de AWC Marcos Barretto e Diogo Dutra. Marcos propôs uma dinâmica em que os estudantes foram convidados a listar o que poderia impedi-los de continuar empreendendo. Os participantes mencionaram fatores como instabilidade financeira, insegurança por serem recém-formados e a dificuldade de manter clientes pagantes. Dentre os conselhos oferecidos, Marcos ressaltou que, no final, essa escolha depende somente de cada um deles. “Não dá para olhar para trás, a vida é só para a frente, só tem um sentido. Fiquem firmes em suas decisões.”

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Diogo também relembrou o que foi feito durante o ano e destacou alguns números desta edição: 61% dos grupos selecionados permaneceram até o final, 17% conseguiram clientes pagantes e 34% conquistaram early adopters. Leonardo Kalinowski, que participou de AWC 2016 com o grupo NanoTropic, falou aos participantes sobre sua experiência no programa e como está sua startup atualmente. “Se vocês acreditarem no projeto, vale muito a pena seguir em frente. É gratificante”, aconselhou. Leonardo acompanhará o Workshop III e a Feira de Investimentos para ajudar a orientar os grupos.

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À tarde, as advogadas Aline Quadros e Aline Mapelli, da consultoria em propriedade intelectual HQ Advisory, deram uma palestra sobre um tema essencial para quem está começando a empreender: a formalização da startup. “Muitas startups são surpreendidas com questões como ações trabalhistas e quebram pela falta de formalização”, disse Aline Mapelli. As advogadas explicaram o que significa e o que é necessário para formalizar uma empresa, cuidados com contratos e acordos de confidencialidade, diferenças entre tipos de empresas, opções tributárias e questões trabalhistas. “A formalização é uma forma de limitar responsabilidades, de assumir riscos de forma consciente”, pontuou Aline Quadros.

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O pitch foi o tema da última palestra do dia. Diogo apresentou três tipos de pitch e dicas para que os estudantes elaborem seu discurso e apresentem o produto da forma mais clara possível, especialmente para a Feira. “O importante nessa primeira abordagem é tentar captar a reação da pessoa, para ir melhorando as próximas abordagens”, comentou. Ele ainda mostrou os pitch decks da empresa AirBnB e da startup MVisia (participante de AWC 2015) como exemplos de sucesso.

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Ao longo do dia, os grupos também se reuniram para aprimorar o pitch deck e a planilha financeira. Cada grupo apresentou sua planilha e discutiu com seu coordenador os planos para os próximos seis meses.

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09
out

Backstage do negócio é tema do último dia do Workshop Online II

O segundo dia do Workshop Online II de Academic Working Capital 2017, realizado em 7 de outubro, reuniu os 25 grupos para falar sobre o tema “Backstage, operação e estimativa dos custos”. O workshop contou com duas palestras, um painel de discussão e momentos de apresentação e atualização dos decks e planilhas entre os grupos. A abertura foi realizada pelo coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, que ressaltou a importância de manter o foco no propósito de seu negócio para conseguir superar as dificuldades que surgem pelo caminho.

Confira como foi o primeiro dia do Workshop Online II de AWC 2017

As palestras e o painel foram mediados por Diogo e pelo coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto. O investidor, empreendedor e profissional de vendas e marketing Bruno Neiva apresentou diferentes estratégias para definir o preço de um produto. De acordo com Bruno, analisar os preços estabelecidos pelos concorrentes é primordial, mas não se deve esquecer de olhar para os fatores que podem afetar a disposição do cliente a pagar por ele: benefícios, conveniência, poder do fornecedor, entre outros. “Conforme você vai aumentando seu mercado, entendendo melhor seu consumidor, seu preço pode e deve mudar”, afirmou.

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No início da tarde, foi realizado um painel de discussão sobre o backstage dos negócios, com Karina Piva, head de Operações da empresa de recrutamento Contratado; e João Macêdo, sócio da startup E-sporte e participante de AWC 2016. Ambos compartilharam processos fundamentais para a operação de seus negócios, como fabricação do produto, escolha de fornecedores e seleção da equipe. João ressaltou que os objetivos e a motivação devem ser passados para todos os colaboradores, inclusive no momento da entrevista. “Isso influencia definitivamente no processo de contratação, porque as pessoas se sentem parte da empresa e compram o sonho do negócio com você.” Outro ponto destacado foi a necessidade de criar e gerenciar processos. “Não necessariamente vou criar uma burocracia, mas vou garantir que escrevi tudo aquilo que fiz e deu certo para outra pessoa poder consultar ou para pessoas novas saberem que já foi documentado”, disse Karina.

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Guilherme Parente, um dos criadores do aplicativo Apptite, contou para os grupos a trajetória de seu negócio: uma plataforma para fazer pedidos de refeições caseiras a cozinheiros e chefs cadastrados. Guilherme e seu sócio começaram com um MVP simples, utilizando o Facebook, para realizar testes com clientes e fechar as primeiras vendas. Quando viram que havia demanda e oferta, gastaram o próprio dinheiro para fazer o primeiro protótipo. “Sou um entusiasta do bootstrap. Acho que você tem que começar o negócio sozinho, tentando encontrar uma oportunidade, começando a vender de uma forma ou de outra. Aí depois você vai pedir dinheiro.” Agora, com um ano de operação, a empresa está buscando investimentos.

Diogo encerrou o dia e explicou o que é esperado dos grupos até a Feira de Investimentos (13 de dezembro): um modelo de negócios, testes e dados consolidados, estratégias de operação e monetização, um plano para os próximos seis meses e pelo menos um cliente pagante.

 

 

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16
maio

Workshop Online I termina com uma importante decisão

Manter ou pivotar? Essa foi a grande decisão que os grupos da turma 1 (1ª chamada) tiveram que tomar ao final do último dia do Workshop Online I de Academic Working Capital 2017, realizado em 13 de maio. A questão também foi apresentada aos grupos da 2ª chamada (turma 2), que terão que fazer essa escolha futuramente. Diretamente de suas cidades, os 35 grupos de AWC 2017 participaram das atividades do workshop em tempo real, por meio de plataformas online como Google Hangouts, Google Drive e Slack.

Confira como foi o primeiro e o segundo dia do Workshop Online I

O dia começou com apresentações dos grupos da turma 1 sobre o processo de tentar conseguir um early adopter, ou seja, uma pessoa que aceite testar e avaliar o experimento de valor do produto. Após os feedbacks, Miguel Chaves, da equipe de AWC, conversou com os estudantes sobre como evoluir os experimentos em protótipos que atendam às necessidades dos clientes. O sócio-fundador da empresa E-sporte João Macêdo, participante de AWC 2016, deu uma palestra sobre como o protótipo foi decisivo na conquista do primeiro cliente. João enfatizou que o apoio de AWC na construção dos protótipos foi um grande aprendizado, e que os grupos devem aproveitar ao máximo essa oportunidade. Em seguida, os grupos atualizaram suas ferramentas e apresentaram sua decisão: todos escolheram manter seus modelos de negócio. A meta dos estudantes agora é conseguir early adopters e firmar parcerias.

A turma 2 também iniciou o terceiro dia do workshop apresentando seus decks e personas e atualizando as ferramentas conforme os feedbacks. Artur Vilas Boas, da equipe de AWC, explicou como os grupos deverão fazer uma análise para conhecer o tamanho e as possibilidades de mercado de seu produto. Ele lembrou que até o Workshop II de AWC, que será realizado presencialmente entre 17 e 19 de julho, os grupos terão que tomar a decisão entre manter ou pivotar. Os estudantes conheceram e começaram a elaborar o diagrama Petal, uma ferramenta de análise de concorrência e mercado. Para fechar o dia, a equipe de AWC apresentou a estrutura e os próximos passos do programa. Os grupos da 2ª chamada irão dar continuidade às entrevistas para validar as personas, resolver as suposições e dúvidas e começar a pensar no desenvolvimento do produto.

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09
maio

Experimento de valor e mapa de contatos no Workshop Online I

O segundo dia do Workshop Online I de Academic Working Capital 2017, realizado em 6 de maio, foi de muito trabalho e aprendizado para os estudantes. Os 35 grupos da terceira edição do programa, divididos em duas turmas, participaram do workshop diretamente de suas cidades, por meio de plataformas online como Google Hangouts, Google Drive e Slack. A equipe de AWC se reuniu em São Paulo (SP) para conduzir as atividades e interagir com os grupos de universitários e alunos de Etecs ao vivo.

O foco das atividades da turma 1, formada pelos grupos da 1ª chamada (que iniciaram em janeiro), foi a análise dos dados coletados nas entrevistas para definir uma proposta de valor para seus negócios. A realização de entrevistas com potenciais clientes e usuários continua, mas de maneira qualificada, conforme os grupos estabelecem seu mercado de atuação. A equipe de AWC apresentou boas práticas para fazer as entrevistas e orientou os estudantes a desenvolver um primeiro experimento de valor do produto a partir das conclusões tiradas com as entrevistas. Para a próxima semana, os grupos precisam tentar conseguir um early adopter, ou seja, uma pessoa que aceite testar e avaliar este experimento.

Na turma 2, com grupos da 2ª chamada, o dia foi dedicado ao mapeamento de contatos para as entrevistas. A equipe de AWC mostrou como elaborar um mapa de contatos, pesquisar informações sobre possíveis usuários e clientes e realizar as entrevistas, ressaltando que esses primeiros contatos podem se tornar estratégicos para o negócio em longo prazo. Também foi esclarecida a diferença entre cliente (quem compra) e usuário (quem utiliza) e suas percepções de valor, que precisam ser atendidas pelo produto. Os grupos discutiram o comportamento do usuário para atualizar e apresentar o deck de entrevistas com as personas e a jornada do usuário – que serão validadas por meio de mais entrevistas nesta semana.

O último dia do Workshop Online I acontece em 13 de maio. Confira como foi o primeiro dia.

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