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Tag: jornada do usuário

24
maio

2ª formação mostra ferramentas para entender o usuário

A 2ª formação de Academic Working Capital para professores de Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) aconteceu no dia 23 de maio. Seis Etecs e uma Fatec participaram da formação em São Paulo-SP na Administração Central do Centro Paula Souza, parceiro do Instituto TIM nesta iniciativa. Enquanto o tema da 1ª formação foi a descoberta dos clientes, desta vez a equipe de AWC falou sobre a obsessão pelo usuário, em conhecer suas necessidades e a melhor forma de atendê-las.

Os coordenadores de AWC, Marcos Barretto, professor da Universidade de São Paulo (USP), e Diogo Dutra, engenheiro mecatrônico, retomaram alguns pontos levantados no encontro anterior, como recomendações para realizar as entrevistas e quais são as funções dos monitores de AWC. Eles também elogiaram a participação dos alunos das Etecs no Workshop Online I. “O desempenho foi chocante e bárbaro. Foi impressionante vê-los usando as ferramentas e trabalhando, eles estão de parabéns”, comentou Marcos.

Na primeira parte da formação, os grupos de professores apresentaram os decks de slides de seus produtos e receberam feedbacks dos coordenadores de AWC e de Raul Javalis, sócio da consultoria The New Ventures Group. Os outros professores também fizeram comentários sobre as apresentações via Slack. Após a 1ª formação, os grupos começaram a realizar entrevistas com potenciais clientes e usuários de seus produtos e atualizaram as ferramentas Value Proposition Canvas e Matriz CSD. O objetivo é que eles passem pelo mesmo processo que os alunos para entender melhor a dinâmica de AWC.

Em seguida, Diogo explicou a estrutura de mais duas ferramentas que ajudam a entender melhor o segmento de clientes: as personas e a jornada do usuário. “Vamos usar as personas para definir padrões de comportamento das pessoas que vocês vão buscar”, explicou. A jornada do usuário pode ser criada para dois contextos, antes e depois que o usuário utiliza o produto. A intenção é identificar pontos de insatisfação do usuário e como o seu produto pode solucioná-los. Os grupos se reuniram até o final do dia para elaborar as duas ferramentas.

O professor Antônio Carlos da Silva, da Etec Bento Quirino, de Campinas-SP, comentou que faltava uma visão de empreendedorismo para alunos e professores da área de indústria. “A gente teve a oportunidade de ampliar o leque, mas ainda está em um grupo restrito, que é o nosso grupo, que está aqui experimentando isso. Nós pretendemos levar para a escola para trabalhar com os demais colegas professores, para que eles envolvam o maior número de alunos”, disse. “Para a gente está sendo muito gratificante, principalmente por poder dar a oportunidade aos alunos de vir até aqui e mostrar as habilidades que eles têm, os projetos deles. Isso para os alunos é muito grandioso”, acrescentou o professor da Etec Aristóteles Ferreira, de Santos-SP, Lindionete Verderi Rodrigues.

Também participaram da formação as Etecs Jorge Street (São Caetano do Sul), Júlio de Mesquita (Santo André), Getúlio Vargas (São Paulo) e Rosa Perrone Scavone (Itatiba) e da Fatec São Bernardo do Campo, todas localizadas no estado de São Paulo. Os professores continuarão realizando entrevistas, atualizando suas ferramentas e interagindo online com os outros grupos e a equipe de AWC até a próxima formação, no dia 26 de junho.

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09
maio

Experimento de valor e mapa de contatos no Workshop Online I

O segundo dia do Workshop Online I de Academic Working Capital 2017, realizado em 6 de maio, foi de muito trabalho e aprendizado para os estudantes. Os 35 grupos da terceira edição do programa, divididos em duas turmas, participaram do workshop diretamente de suas cidades, por meio de plataformas online como Google Hangouts, Google Drive e Slack. A equipe de AWC se reuniu em São Paulo (SP) para conduzir as atividades e interagir com os grupos de universitários e alunos de Etecs ao vivo.

O foco das atividades da turma 1, formada pelos grupos da 1ª chamada (que iniciaram em janeiro), foi a análise dos dados coletados nas entrevistas para definir uma proposta de valor para seus negócios. A realização de entrevistas com potenciais clientes e usuários continua, mas de maneira qualificada, conforme os grupos estabelecem seu mercado de atuação. A equipe de AWC apresentou boas práticas para fazer as entrevistas e orientou os estudantes a desenvolver um primeiro experimento de valor do produto a partir das conclusões tiradas com as entrevistas. Para a próxima semana, os grupos precisam tentar conseguir um early adopter, ou seja, uma pessoa que aceite testar e avaliar este experimento.

Na turma 2, com grupos da 2ª chamada, o dia foi dedicado ao mapeamento de contatos para as entrevistas. A equipe de AWC mostrou como elaborar um mapa de contatos, pesquisar informações sobre possíveis usuários e clientes e realizar as entrevistas, ressaltando que esses primeiros contatos podem se tornar estratégicos para o negócio em longo prazo. Também foi esclarecida a diferença entre cliente (quem compra) e usuário (quem utiliza) e suas percepções de valor, que precisam ser atendidas pelo produto. Os grupos discutiram o comportamento do usuário para atualizar e apresentar o deck de entrevistas com as personas e a jornada do usuário – que serão validadas por meio de mais entrevistas nesta semana.

O último dia do Workshop Online I acontece em 13 de maio. Confira como foi o primeiro dia.

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20
jan

2º dia do Workshop I: entendendo o usuário

No segundo dia do Workshop I do programa Academic Working Capital em 2016, os participantes discutiram a importância de entender o usuário. O painel inicial no dia 19 de janeiro foi conduzido por Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado. Ele falou sobre elementos do método Design Thinking que são essenciais para startups. “Quando você entende como o usuário se comporta, ele fica muito mais aberto à solução”, afirmou. Miguel ainda explicou sobre a Matriz CSD, uma das ferramentas do Design Thinking que reúne as certezas, suposições e dúvidas sobre o produto.

O publicitário André Dib de Seixas, um dos monitores de AWC, deu orientações aos estudantes para a criação da jornada do usuário, método que ajuda a compreender a importância do produto no dia a dia do usuário. “O bacana nesse trabalho é entender a jornada desde quando o usuário não sabe que o seu produto existe até quando vai contar aos amigos sobre a experiência com seu produto”, ressaltou. Nesse processo é fundamental interagir com os usuários, entrevistá-los e observar seus hábitos e comportamentos, para depois sistematizar as informações de forma visual e simples.

Confira o que aconteceu no primeiro dia do Workshop I

Após reunir todas as hipóteses sobre o produto e o modelo de negócios, é o momento de testá-las por meio de um MVP (produto mínimo viável). Esse foi o foco do terceiro painel, no qual o coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, mostrou exemplos de MVPs feitos por grandes empresas. A ideia é que o MVP apresente a proposta de valor do produto com o mínimo de funcionalidades para gerar os primeiros feedbacks. “Com o MVP dá para entender não só as características do produto, mas também do negócio. Você aprende muito sobre questões de usabilidade, quanto você irá gastar, quanto a pessoa está disposta a pagar, entre outras”, disse Diogo.

Todos os conceitos explicados nos painéis foram colocados em prática pelos grupos ao longo do dia. Eles criaram uma Matriz CSD, levantaram os primeiros contatos que podem ajudá-los a resolver as dúvidas e suposições e pensaram na abordagem que irão usar. Além disso, começaram a esquematizar a jornada do usuário e planejar a elaboração do MVP. Os quatro clusters se reuniram ao final do dia com os monitores para discutir as ideias dos grupos.

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