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14
dez

Investidores, empreendedores e Etecs na Feira de Investimentos 2017

A edição de 2017 do programa Academic Working Capital foi encerrada no dia 13 de dezembro com a Feira de Investimentos. Investidores, empreendedores, professores e outros players do mercado estiveram no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo (São Paulo-SP) para conhecer as soluções desenvolvidas pelos grupos. O evento também contou com a participação de alunos do Ensino Médio das Etecs Júlio de Mesquita, de Santo André-SP, e Aristóteles Ferreira, de Santos-SP – as duas Etecs participaram neste ano do programa tanto com projetos de alunos quanto nas formações para professores.

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Depois das boas-vindas do coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, o vice-presidente de Estratégia e Inovação da TIM, Luis Minoru Shibata, explicou que é um grande orgulho para a TIM apoiar a inovação por meio de AWC e acompanhar novas ideias que podem trazer melhorias para todos. “Todo mundo que trabalha com startups, com inovação, quer achar uma maneira eficiente de solucionar um problema de muitos”, disse. O diretor de Desenvolvimento de Negócios e Relações Institucionais da Investe SP, Sérgio Costa, destacou a parceria entre a agência e AWC e deu um incentivo aos grupos. “As lições aprendidas hoje são lições para a vida. Então incorporem essas lições aprendidas, apliquem nos seus empreendimentos e vamos para o próximo pitch, porque cada um certamente vai ter espaço para brilhar”, declarou.

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Os convidados também assistiram a um painel sobre empreender na universidade, mediado pelo coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto. Os convidados do painel foram dois empreendedores que criaram negócios ainda na graduação: Renato Freitas, da Ebah e da 99, e Maurício Villar, da tembici. “A universidade teve um papel bastante forte na minha formação como empreendedor”, contou Renato, mencionando o apoio do professor Marcos Barretto e a experiência de ter vencido a competição Ser Empreendedor, da USP. Ambos compartilharam desafios e conquistas de suas trajetórias e dicas para os estudantes, além de responder a perguntas do público. “Mais do que se planejar, estejam preparados para mudar o planejamento todo dia. Empreender é ser desafiado todo dia, ouvir vários pontos de vista que vocês nem tinham pensado antes”, disse Maurício.

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Durante a tarde, os convidados puderam visitar os estandes dos grupos para conhecer as soluções desenvolvidas durante o ano e ver os protótipos. Os seis grupos que mais se destacaram em 2017 também tiveram a oportunidade de apresentar um pitch a uma banca de especialistas convidados: Marco Poli, investidor-anjo da Anjos do Brasil; André Fleury, professor dos cursos de Design e Engenharia de Produção da USP; Marcelo Mitre, analista de Investimentos da Provence Capital; Rafaela Herrera, business developer da Startup Farm; e Luís Minoru. Cada grupo teve 4 minutos para se apresentar e, em seguida, responder a perguntas e comentários da banca.

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O encerramento da Feira foi realizado por Marcos Barretto, que aproveitou para destacar a participação dos 10 grupos de Etecs nesta edição – parte deles, formados por alunos do Ensino Médio. “Não houve diferença entre os projetos das Etecs e os das faculdades”, afirmou.

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nov

Expectativas em alta para a Feira de Investimentos

As expectativas para a Feira de Investimentos de Academic Working Capital 2017 estão altas não só entre os grupos, mas também entre investidores. Marco Poli, investidor-anjo da Anjos do Brasil, já participou como palestrante nos workshops do programa, acompanhou as Feiras de Investimentos de 2015 e 2016 e pretende prestigiar a edição deste ano, que acontecerá em 13 de dezembro, a partir das 10h, no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo (São Paulo-SP).

Faça sua inscrição gratuitamente para a Feira de Investimentos aqui no site.

“Conheci os projetos em um contexto muito inicial [na Feira Intermediária, em julho], e agora estou ansioso para ver a evolução deles”, comenta. Segundo Marco, mesmo que os grupos não consigam um investimento no evento, é um momento muito importante para que outros membros do ecossistema de empreendedorismo conheçam e acompanhem os projetos. “Nessa hora é que eles, de fato, conseguem o primeiro acesso a pessoas que investem em projetos no estágio inicial.” O próprio Marco mantém contato com grupos de edições anteriores, como o MVisia, que participou em 2015 com uma máquina seletora de mudas de eucalipto. Ele está ajudando a startup a avaliar uma proposta de investimento.

Eduardo Grytz, diretor da Acelera Partners e membro do Conselho Consultivo de AWC, também conheceu os projetos de 2017 na Feira Intermediária e os considerou de altíssimo nível. “Eles estão chegando muito preparados para este desafio e já com um entendimento muito grande dos problemas e necessidades do mercado. Os projetos também são muito bem desenhados tecnicamente”, diz. Eduardo acrescenta que o diálogo entre o mercado e as universidades é ideal para a inovação. “A importância da Feira é que é justamente o momento mais delicado da inovação: quando o aluno sai do universo acadêmico, onde tudo faz sentido, e vai ouvir do investidor o que mercado precisa de verdade”, afirma.

Ambos os investidores enfatizam a necessidade da educação empreendedora nas universidades. “O futuro é do empreendedorismo. A gente precisa ter a capacidade de criar novas realidades, e isso se faz com educação empreendedora, em qualquer área”, ressalta Eduardo. Marco explica que a educação empreendedora precisa mostrar que o processo de empreendedorismo é multidisciplinar e que outras competências devem ser valorizadas. “Nas universidades brasileiras, os alunos têm um conhecimento profundo de áreas técnicas ou de gestão, e para empreender você precisa ter um mix das duas”, diz.

 

 

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17
nov

Participe da Feira de Investimentos AWC 2017

Falta menos de um mês para o evento que conclui a jornada dos estudantes em Academic Working Capital 2017: a Feira de Investimentos. O evento acontece no dia 13 de dezembro a partir das 10h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo, em São Paulo-SP. Assim como nos anos anteriores (veja como foram as edições de 2015 e 2016), os 24 grupos contarão com estandes individuais para apresentar seus produtos a investidores, aceleradoras, empresas e outros players do mercado e receber feedbacks. Qualquer pessoa interessada pode participar da Feira gratuitamente – as inscrições são feitas por meio do site de AWC.

Além de conhecer as soluções desenvolvidas ao longo do ano pelos participantes com a mentoria e apoio da equipe de AWC, os convidados assistirão a um painel de discussão sobre empreendedorismo na universidade e a uma rodada de pitches com os cinco grupos que se destacaram em 2017. “Toda a programação da Feira é desenvolvida com o objetivo de ser um momento de aprendizagem e também de celebração”, comenta o coordenador acadêmico de AWC e professor da Poli-USP, Marcos Barretto.

Durante o evento, os grupos poderão conhecer experiências dos empreendedores convidados para o painel e vivenciar o ambiente de uma feira de negócios, por meio dos pitches e apresentações nos estandes. “A partir desse momento, eles não são mais alunos. Eles estão aprendendo a ser profissionais de negócios”, afirma Marcos. O coordenador de AWC acrescenta que a equipe do programa busca manter contato com os grupos mesmo após a Feira, para manter uma rede de contatos entre a equipe e os participantes.

Até o momento, seis grupos já fecharam contrato com seus primeiros clientes. “É uma novidade muito grande em relação aos anos anteriores”, diz Marcos. “Nossa expectativa é de que quase todos vão continuar nessa linha, os grupos parecem bem animados em empreender.”

Saiba mais sobre a Feira de Investimentos aqui no site e inscreva-se para participar!

 

 

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20
jul

Workshop II: investidores conhecem projetos de AWC 2017 em Feira

O último dia do Workshop II de Academic Working Capital 2017, em 19 de julho, iniciou com uma sessão de flipped classroom. Divididos em duas salas de aula do prédio de Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), os grupos se reuniram com seus respectivos coordenadores de AWC para apresentar hipóteses sobre suas soluções e os testes e experimentos que pretendem fazer com potenciais clientes e usuários para validá-las. Os coordenadores e colegas também contribuíram com sugestões e feedbacks.

Saiba o que aconteceu no primeiro e no segundo dia do Workshop II

De volta ao auditório, os estudantes assistiram a uma palestra de André Ghion, co-fundador da aceleradora Move2, que mencionou características de um negócio que atraem investidores. “O investidor está, basicamente, atrás de gente que faça, que consiga executar um sonho, uma ideia, um projeto de alguém, que não precisa ser o seu, e transformar em realidade”, disse. Dentre os pontos destacados, estão a inovação, a escalabilidade e a sustentabilidade do negócio. Além disso, uma startup precisa ter a demanda e o modelo de negócio minimamente validados e conquistar os primeiros clientes para ter mais chances com os investidores. “O mais importante é a sustentação da história da sua startup, se ela tem consistência. Toda vez que um investidor olha uma inconsistência, ele dá um passo para trás.”

As próximas horas do dia foram dedicadas ao preparo dos materiais para apresentação dos grupos na Feira Intermediária de Investimentos. Cartazes, protótipos, imagens, vídeos e desenhos dos projetos foram expostos em totens no hall de entrada do prédio de Engenharia Mecânica e Naval. Os grupos puderam apresentar suas soluções a investidores, professores da USP e outros profissionais convidados. Dentre eles, compareceram Roberto Sekiya, subsecretário de Empreendedorismo e da Micro e Pequena Empresa do Estado de São Paulo; Rafaela Herrera, analista de Operações da Startup Farm; Marco De Biasi, sócio-diretor da Latin American Angels Society (LAAS); Marco Poli, investidor-anjo da Anjos do Brasil; e Manoel Horacio, presidente do Instituto TIM.

Confira a cobertura do Workshop II também pelo Twitter

“Eu acompanho AWC desde o ano passado, e a gente está vendo uma evolução e o quão importante é esse programa, porque todo o projeto tem incentivado e até instigado mais os jovens a descobrir soluções inovadoras”, disse o subsecretário. “Eu acho que é um papel muito importante, porque no Brasil a gente tem um gap muito grande ainda entre o que é produzido dentro das universidades e as necessidades do mercado. Então é muito legal ver como a gente já tem projetos que estão tentando fomentar essa ponte e ensinar os alunos desde já a pensar em tecnologias e soluções que ajudem a resolver problemas reais do mercado”, comentou Rafaela.

Após a Feira, os coordenadores de AWC, Marcos Barretto e Diogo Dutra, agradeceram a todos os presentes e explicaram quais serão os próximos passos do programa. Roberto Sekiya e Manoel Horacio também deram depoimentos durante o encerramento. “Vocês estão começando e já têm ideias fabulosas, ideias algumas que eu até falei que em curto prazo são mais difíceis, mas vocês têm uma visão de futuro fabulosa, que a minha geração não teve”, afirmou o presidente do Instituto TIM.

Os grupos continuarão tendo monitorias semanais até dezembro, quando ocorrerá o Workshop III e a Feira de Investimentos. O Workshop Online II será realizado em outubro.

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15
dez

Feira de Investimentos encerra edição de 2016 de AWC

A Feira de Investimentos AWC marcou o final da segunda edição do programa Academic Working Capital. O evento aconteceu no dia 14 de dezembro no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo e contou com a presença do chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECT) do Estado de São Paulo, Maurício Juvenal; do presidente do Instituto TIM, Manoel Horacio; do vice-presidente de Estratégia e Inovação da TIM, Luis Minoru Shibata; e de investidores, professores, estudantes e interessados.

Saiba como foi o primeiro e o segundo dia do Workshop III de AWC 2016

Na abertura do evento, Manoel Horacio parabenizou os grupos pelos projetos e disse que espera que eles ajudem a desenvolver ainda mais o país. “Fico encantado com as ideias de vocês, e o que temos que fazer é multiplicar esses esforços pelo nosso país”, comentou. O chefe de gabinete da SDECT mencionou alguns projetos que serão realizados no próximo ano para fomentar a inovação tecnológica em São Paulo e falou do papel do Estado como um facilitador para o desenvolvimento de projetos como os apresentados em AWC. “É um motivo de felicidade para nós podermos abrigar mais uma vez esse evento.”

A primeira palestra do dia foi conduzida pela fundadora e CEO da startup B2Blue, Mayura Okura. A B2Blue é uma plataforma que conecta empresas e indústrias que geram um grande volume de resíduos com outras que têm interesse em comprar esses resíduos para utilizá-los como matéria-prima de produtos. Além de apresentar o trabalho da startup, Mayura compartilhou com o público os desafios e a sua paixão pelo empreendedorismo. “Se você não tiver prazer, todos os problemas que vão aparecer podem fazer você desistir ou achar que não é possível, que isso não pode acontecer. Então você tem que ter um propósito: o que vocês querem fazer e estão fazendo para o futuro? Essa paixão é muito importante”, afirmou.

Em seguida, Mayura se juntou ao professor Marcos Barretto, coordenador acadêmico de AWC, e aos estudantes Marcus Farias e João Macêdo Júnior (participantes do programa em 2016) para um painel com o tema “O que aprendi no AWC”. Os estudantes falaram de sua experiência no programa e dos próximos passos para seus projetos. Após o painel, o engenheiro mecatrônico e coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra, anunciou a abertura da Feira de Investimentos, na qual os 14 grupos apresentaram seus projetos aos investidores e convidados em estandes.

Veja destaques da Feira de Investimentos no Twitter

O investidor-anjo da Anjos do Brasil Marco Poli explicou em sua palestra as diferenças entre empreender no Brasil e nos Estados Unidos e que, mesmo com diversos obstáculos que os empreendedores brasileiros enfrentam, há vantagens e desvantagens em ambos os países. Poli destacou mercados e países pouco valorizados pelos brasileiros e que podem gerar um grande potencial de negócio. “Persigam oportunidades que são reais e que vão te dar retorno, e que são completamente diferentes das oportunidades que você vai achar lá fora. Isso não significa que você vai fazer um produto que só serve para o Brasil. Significa que você vai usar o Brasil como fonte de receita e trampolim de crescimento”, recomendou.

Cinco grupos que se destacaram durante o ano foram convidados a apresentar seus projetos em uma rodada de pitches. A banca avaliadora foi composta pelo sócio da startup Lean Survey Fernando Salarori; a cofundadora da Baita Incubadora Rosana Jamal; o professor da Escola Politécnica da USP Fernando Fonseca Josepetti; e o administrador e matemático Daniel Barzilay. Os projetos apresentados foram Nanotropic, um nanoaditivo que transforma plásticos e polímeros em materiais antimicrobianos; Fusion, uma máquina de serigrafia automática para canetas; Staat, um equipamento eletrônico que identifica com precisão a cor dos dentes; E-xpert, um sistema de rastreamento contínuo para monitorar o desempenho de atletas; e Turnit, um sistema que monitora as posições de pacientes acamados para evitar o aparecimento de úlceras por pressão.

No final do evento, Luis Minoru falou aos convidados sobre a importância de AWC para a TIM Brasil e deu dicas aos grupos de estratégias para apresentar seus projetos. Ao longo do ano, o diretor contribuiu com o programa conduzindo coachings com alguns grupos. Ele acrescentou que considera muito importante o exercício do pitch, algo que ele faz constantemente ao apresentar a TIM Brasil a possíveis acionistas. “Comecem com um punchline. Tem que ter um número forte, uma razão forte, porque vocês vão ser um em meio a vários”, aconselhou.

As inscrições para a edição de 2017 de AWC estão abertas até o dia 19 de dezembro. Saiba mais aqui.

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