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28
out

AWC participa de painel no 3º Simpósio de Educação Empreendedora

O programa Academic Working Capital foi convidado para participar do 3º Simpósio de Educação Empreendedora, realizado em 27 de outubro pela Escola de Negócios Sebrae-SP Alencar Burti. O professor da USP Marcos Barretto, coordenador acadêmico do programa, fez parte do terceiro painel do evento, que teve como tema “Ecossistema empreendedor – Contribuição das empresas para a educação empreendedora”. O painel também foi composto por Renan Prado, da área de Atração e Seleção do setor de Recursos Humanos da Natura, e mediado por José Marques, consultor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Marcos falou um pouco de sua experiência como empreendedor e apresentou o programa AWC. Ele comentou sobre reflexões que estão acontecendo no âmbito universitário sobre mudanças nas estruturas curriculares e como isso tem levado a ações de incentivo ao empreendedorismo, como aconteceu com AWC. “Nos cursos tradicionais, onde os currículos estão estruturados, a gente fala muito de análise e pouco de síntese. Isso significa que a gente pensa sobre o que acontece, mas não cria em cima, não sintetiza coisas novas”, afirmou.

O próprio trabalho de conclusão de curso (TCC) não é aproveitado pelos alunos para além da vida acadêmica, segundo o professor. Por isso, a ideia de AWC é oferecer uma experiência diferente para que o estudante possa transformar seu TCC em algo útil, sair dos projetos e fazer, de fato, um produto. Marcos explicou que o ano final da graduação é uma fase decisiva e cheia de incertezas para o aluno, portanto é necessário mostrar que ele pode acreditar em si mesmo e que seu projeto é possível de ser realizado. “Compreender esse momento do jovem é um dos diferenciais do nosso programa.”

Ao ser questionado sobre o que mais o atraiu para trabalhar no programa junto ao Instituto TIM, o professor disse que foi o fato do Instituto TIM entender que AWC é uma iniciativa que se constrói aos poucos, e que não gera resultados de um dia para o outro. Ele destacou ainda a abertura que tem para discutir com a equipe sobre questões relacionadas a como formar melhor os alunos para a vida profissional.

Para Marcos, a participação no simpósio é uma forma de inspirar as instituições de ensino a realizar iniciativas de educação empreendedora. “Ter esse reconhecimento é muito importante porque ajuda as pessoas a entender a mensagem e a proposta do programa e a necessidade que existe da universidade se transformar e educar seus alunos para o empreendedorismo.”

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21
jan

AWC: Feira encerra Workshop I

O último dia do Workshop I do programa Academic Working Capital 2016 foi de aperfeiçoamentos nos projetos e montagem de apresentações. Os participantes assistiram a palestras sobre análise de mercado e como os investimentos funcionam, e apresentaram seus protótipos atualizados na Feira de Review de Produtos. O workshop foi realizado entre os dias 18 e 20 de janeiro no auditório e nas salas do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo (SP).

Na manhã do dia 20, os estudantes assistiram à palestra do empreendedor Maurício Villar, um dos sócios da empresa CompartiBike, especializada em soluções de mobilidade urbana com bicicletas. “Contem a ideia da sua empresa para todo mundo, não tenham medo de expor o que está acontecendo com o projeto de vocês. A ideia principal do projeto tem que ser exposta o máximo possível”, comentou. Para ele, autoconhecimento, flexbilidade e perseverança são pontos essenciais para o desenvolvimento de uma startup. “Procurem pessoas que complementem seus pontos fracos. No meu caso encontrei um sócio com foco em vendas, competência que eu nunca desenvolvi”, acrescentou.

Confira como foi o primeiro dia do Workshop I

Gabriel Merici Oriani, um dos monitores de AWC, deu dicas sobre dinâmicas de mercado. Ele analisou tendências tecnológicas e explicou a importância de se manter atento ao que acontece na área. “Questione sempre o seu negócio e o ambiente em que ele está inserido. Também preste atenção nas pessoas que estão em torno do projeto e como elas agem. Descubra quais problemas você está tentando resolver com a sua proposta e como o mercado vê essas soluções”, afirmou. Gabriel também trouxe referências de marketing para ajudar os estudantes a tornarem seus negócios mais competitivos.

A última palestra do dia ficou por conta do investidor Marco Poli, da organização Anjos do Brasil. Ele conversou com os universitários sobre o papel dos investimentos nas novas empresas e como é a rotina de uma startup. “Trabalhar numa startup é um estilo de vida, porque vocês vão viver todos os dias com um grande risco envolvido. Porém, pode ser que em 6 ou 7 anos de trabalho vocês se sintam mais realizados do que em uma vida inteira num emprego regular”, salientou. Marco Poli também falou sobre os tipos de investimentos que existem, como investimento-anjo, venture capital e incubação.

2º dia do Workshop I teve foco no usuário 

Após as palestras, os estudantes voltaram a se reunir em grupos para trabalhar nos projetos. Eles incorporaram os feedbacks recebidos da equipe AWC e aperfeiçoaram suas apresentações com as experiências adquiridas durante esses três dias de workshop. À tarde, com as apresentações montadas em cartolinas e painéis, os universitários mostraram aos monitores, colegas e convidados suas propostas na Feira de Review de Produtos e colheram os últimos feedbacks.

Para encerrar as atividades do Workshop I, todos se reuniram no auditório. Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, aproveitou o momento para revisar as próximas etapas do programa. Os estudantes compartilharam suas impressões sobre o workshop e comentaram o quanto essa imersão foi produtiva para o aperfeiçoamento dos projetos. A partir de agora, os participantes de AWC irão trabalhar em seus protótipos com o acompanhamento à distância dos monitores.

O próximo workshop presencial acontecerá nos dias 18, 19 e 20 de julho e será focado em prototipação. O Workshop II está marcado para os dias 12 e 13 de dezembro para a preparação das apresentações para a Feira de Negócios, que acontecerá no dia 14.

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16
dez

2º dia de Workshop: vendas e patente

O segundo dia do Workshop II do programa Academic Working Capital teve como tema Marketing, Vendas e Operações (saiba como foi o primeiro dia). Quem abriu os painéis do dia 15 de dezembro foi o coordenador de conteúdo do programa, Diogo Dutra, que conversou com os participantes sobre canais e estratégias de vendas. Diogo explicou formas de precificar os produtos, mensurar as expectativas de vendas e adquirir e reter clientes.

Miguel Chaves, sócio da consultoria em inovação e design CAOS Focado e fundador da empresa digital de educação Podd, utilizou diversos exemplos de empresas para falar sobre estratégias comerciais para os públicos B2C (clientes finais) e B2B (empresas), modelos de prospecção online e offline, posicionamento de marca e relacionamento com os clientes. “O posicionamento não está só em como o cliente vê sua marca, mas também em como ele trabalha e se relaciona com você”, explicou.

Durante a tarde os estudantes conheceram mais sobre o conceito de propriedade intelectual, com foco em patentes. Henry Suzuki, sócio-diretor da consultoria tecnológica Axonal, comentou sobre os obstáculos enfrentados no Brasil para a concessão de patentes e a necessidade de realizar estudos e um mapeamento completo de todos os segmentos que envolvem o produto antes de patenteá-lo. “Não dá para ser um país tecnológico trabalhando no escuro”, afirmou. Os participantes também tiraram muitas dúvidas sobre os requisitos para patentear um produto e as diferenças entre patentes no Brasil e em outros países.

Em seguida, a advogada Paula Tonani, sócia-fundadora da Tonani Advogados, falou sobre os cuidados legais que as pequenas empresas precisam tomar para escolher o tipo societário e o regime tributário, contratar funcionários e proteger a marca e as patentes. “A legislação no Brasil é complicada, mas não é um bicho de sete cabeças”, ressaltou. “Aquelas cautelas que parece que ninguém quer ter, quem é mais novo tem que ter três vezes mais. Uma reclamação trabalhista pode ser mortal para pequenas empresas.”

Os grupos ainda tiveram dois momentos no dia para discutir e desenvolver seu plano de ação para a Feira de Investimentos AWC e ouvir os feedbacks dos colegas e monitores. A Feira de Investimentos será aberta ao público e acontece no dia 17 de dezembro das 9h às 22h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. As inscrições são gratuitas – basta enviar o nome completo e o telefone para o e-mail awc@institutotim.org.br.

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15
dez

AWC: Workshop II começa em SP

Na manhã do dia 14 de dezembro, começou em São Paulo (SP) o Workshop II do programa Academic Working Capital – iniciativa do Instituto TIM que apoia estudantes da graduação que queiram transformar seus projetos finais de curso em um negócio. Durante três dias, integrantes dos grupos participantes de 2015 assistem a palestras, fazem exercícios e dinâmicas e preparam as apresentações que farão na Feira de Investimentos AWC, no dia 17 de dezembro. O Workshop II de AWC acontece de 14 a 16 de dezembro no auditório e salas do prédio da Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

O workshop começou com discussões sobre tipos de investimentos e orientações para aprimorar o pitch (apresentação de 3 a 5 minutos que busca atrair o interesse de um investidor). A abertura da programação ficou por conta de Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, que mostrou o plano de trabalho e a agenda do workshop. Logo em seguida, Diogo explicou o que os grupos podem fazer para conseguir investimentos. O professor da Poli-USP e coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto, falou sobre as opções de linhas de investimentos tradicionais e governamentais, como PIPE e Finep.

Saiba mais sobre a Feira de Investimentos AWC 2015 e inscreva-se

Depois da fala de Diogo e Marcos, o engenheiro mecatrônico e fundador das empresas Tegris e FieldLink.me, Rafael Gonçalves, conversou com os estudantes sobre o tipo e tamanho de negócio que eles estão estabelecendo. Ele mostrou opções alternativas de investimentos, como crowfounding e venture capital, e comentou que cada tipo de projeto deve procurar um modelo específico de investimento para alcançar sua capacidade total.

Durante a tarde, os estudantes receberam a visita de Adriano Albertin, representante da Escola de Negócios Sebrae, que deu uma oficina de pitch. Adriano fez dinâmicas com os estudantes e convidou-os a soltar a criatividade e o pensamento rápido diante de mudanças repentinas. No fim do dia, um representante de cada grupo teve 3 minutos para fazer um pitch sobre seu projeto. Uma banca avaliadora composta por monitores AWC deu feedbacks sobre as apresentações.

Os feedbacks recebidos nestes dias de workshop serão incorporados aos projetos e pautarão a participação dos grupos na Feira de Investimentos AWC, que acontece no dia 17 de dezembro das 9h às 22h no Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. O evento, que reunirá empreendedores e investidores, será aberto ao público e gratuito. Para participar é preciso enviar nome completo e telefone para o e-mail awc@institutotim.org.br.

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30
nov

Apoio de AWC foi determinante para Seletora de Mudas vencer Prêmio Santander Universidades

O primeiro ciclo do programa Academic Working Capital está se encerrando com uma notícia muito boa. Como alguns de vocês já viram aqui, a Seletora de Mudas de Eucalipto/Tech Muda venceu o Prêmio Santander Universidades na categoria Empreendedorismo. A equipe AWC esteve presente durante todas as etapas do projeto, auxiliando o grupo a construir seu produto. Por isso, essa conquista é um grande orgulho pra todo mundo que faz parte do programa!

“A participação de AWC foi fundamental. O [monitor] Artur Vilas Boas nos ajudou em todo o processo da competição, falávamos com ele todos os dias pedindo dicas e referências. E foi o [coordenador de conteúdo] Diogo Dutra que incentivou a gente a fazer a inscrição no Prêmio e nos ajudou com o pitch”, diz Fernando Torres, coordenador da equipe.

Para vencer o Prêmio Santander Universidades, o grupo desenvolveu um plano de negócios, que foi entregue na primeira fase do concurso, e fez um pitch, que foi apresentado na etapa final da competição. O grupo, que é formado também por Fernando Lopes e Henrique Martins, vai receber R$ 100 mil para investir no projeto, consultoria da organização Endeavor e uma bolsa de estudos na Babson College, em Boston, nos Estados Unidos.

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Fernando explica que a participação no AWC foi muito importante para a criação do protótipo – que, por sua vez, foi fundamental para a conquista do prêmio. “E agora vamos usar o dinheiro da premiação para construir a primeira máquina”, comemora Fernando Torres. Os próximos passos do grupo são estabelecer formalmente a empresa, requisitar a patente e desenvolver a versão final do protótipo. A meta é vender duas máquinas já em 2016.