Instituto TIM

Tag: grupos

21
nov

Foco e sucesso do cliente são prioridades para Centrics

Participar do programa Academic Working Capital, como um dos grupos selecionados e já ter três clientes pagantes conquistados, antes do final de 2018, é o que estão vivendo os colegas Matheus Ambrosi e Vinicius Roberto Dall’Agnol, da equipe Centrics. Os estudantes estão na reta final do curso de engenharia de controle e automação na Universidade Federal de Santa Catarina, e vendendo seus serviços na cidade onde moram, Florianópolis.

Centrics é um SaaS, sigla em inglês par a software as a service, que significa software como um serviço, ou seja, uma aplicação online que pode ser usada no computador. O software nasceu para ser um gerenciador da jornada dos clientes das empresas, garantindo que eles estão atingindo os resultados esperados e que tenham um relacionamento de longo prazo e, com isso, mais rentável.

Na prática, a Centrics permite que as empresas definam os objetivos de seus clientes e construam uma série de etapas, atividades e indicadores para atingi-los. Assim, o time de relacionamento possui um único lugar para executar e gerenciar suas atividades, dando transparência as empresas sobre os riscos de cancelamento e oportunidades de negócio.

O foco é conquistar empresas que oferecem serviços B2B que priorizam o relacionamento para entrega de resultados de negócios. E, eles chegaram a esse segmento durante o processo de descobrimento de quem seriam seus usuários. Eles entrevistaram players de diversos segmentos e perceberam que os negócios que prestam serviços recorrentes eram os que mais sofriam com a saída de seus clientes.

A ideia de empreender já era algo antigo para Matheus e Vinicius, os dois sempre tiveram esse sonho e participaram de outros programas que só acentuaram essa vontade. “Eu fazia estágio na área de análise de negócios e fui cada vez mais me envolvendo com empreendedorismo. Logo depois fui morar no Egito e trabalhei numa das maiores aceleradoras do país, a partir dali sabia que era isso que gostaria de fazer quando voltasse ao Brasil”, falou Matheus sobre a vontade de ter sua própria startup.

Além de participar da edição de 2018 do AWC, a Centrics também participa do programa de inovação aberta Linklab, que oferece oportunidades para as startups conhecerem grandes empresas para conseguirem conectar suas dores e demandas do mercado. A aceleradora também fornece posições de trabalho no coworking Acate, em Florianópolis, atual endereço da startup. E por meio desse contato a equipe conheceu seu primeiro cliente: uma imobiliária que precisava melhorar seus números de retenção de clientes e queria aprimorar o relacionamento com eles.

Agora Matheus e Vinícius querem conquistar mais clientes e apresentar 5 contratos fechados na Feira de investimentos do AWC. Além disso, o foco está em finalizar os detalhes para que tenham propostas comerciais mais bem elaboradas para oferecer. “A gente quer ter 5 clientes até o fim do ano, e também estar prontos para propor para outras empresas um plano comercial fechado”, comenta Vinícius sobre os planos para dezembro de 2018.

 

 

17
set

Workshop II: Primeiro dia teve foco em feedbacks 

O Workshop II de AWC 2018, começou em clima de descobrimento.  É que essa a primeira vez que os participantes, coachs e coordenadores do programa se conheceram presencialmente. A sala localizada na Fundação Vanzolini, em São Paulo, serviu de local de encontro para mais de 70 estudantes dos 26 grupos participantes desta edição,  que compareceram ao primeiro dia do encontro, que aconteceu em 15 de setembro de 2018. Nesta edição de AWC participam grupos de 8 Estados diferentes mais Distrito Federal. Antes dessa edição presencial, já tinha acontecido o Workshop I, que foi realizado em ambiente virtual, nos dias 5 e 6 de maio de 2018.
 
O workshop teve início com as boas-vindas do professor da Poli-USP, Marcos Barretto e por Rodrigo Franco, coordenadores de AWC. “Agora chegamos ao momento do nosso sprint final, e conhecer o que vamos fazer até dezembro para ter nossa primeira venda”, comentou Rodrigo iniciando as explicações de como seriam aqueles dois dias de trabalho intenso dos grupos. O professor Marcos Barreto também ressaltou que a ideia era que durante o fim de semana, os grupos revisassem várias vezes seus projetos e aproveitassem a oportunidade de discutir suas ideias com os coaches, mentores, professores, colegas e convidados.
 
“A gente aqui do AWC gosta de disciplina e entrega, e é isso que vai fazer a ideia de cada um sair do papel”, continuou Rodrigo no bate-papo inicial. Durante essa primeira conversa, o coach apresentou os tópicos que seriam abordados naquele dia. O tema seria o Design Sprint, que tem como metodologia entender as necessidades do usuário, divergir as ideias dentro dos grupos para poder focar naquela que aparecer como a mais adequada e depois um momento de entender tudo que foi falado nessa chuva de ideias e montar um pitch de até 5 minutos. Assim que essa primeira apresentação foi finalizada, os grupos foram separados em clusters, cada um liderado por um dos coaches ou mentores convidados. Artur Vilas Boas, Rodrigo Franco, André Dib, Isabela Modesto, Miguel Chaves, professor Marcos Barretto, Leonardo Monteiro e Jessica Tarasoff seguiram para as salas com os estudantes onde trabalhariam a partir daquele momento.
 
Ao longo da manhã, os participantes do programa conheceram na prática a dinâmica apresentada anteriormente. No meio das rodadas de conversa, eles eram levados a gerar ideias, não julgar as sugestões malucas que poderiam aparecer dos colegas, manterem foco no resultado e no problema que o projeto estava ajudando a resolver e a ter uma conversa individual com o mentor. Todos os feedbacks recolhidos pelos participantes eram repassados e usados para complementar a solução. Liderando um dos clusters, o mentor Leonardo Monteiro, cofundador da startup InfoPrice, aproveitou para contar aos estudantes sua história no empreendedorismo. “Além de termos uma ideia precisamos encontrar àquelas pessoas que sonham junto com a gente mas que também questionam o que fazemos, por isso é tão importante vocês utilizarem os recursos que AWC dão pra vocês de acesso a outras pessoas e a possíveis parceiros”, incentivou Leonardo. Ele também aproveitou para ouvir cada um dos grupos fazendo seus pitches individualmente e deu feedbacks verdadeiros e questionadores, que ajudaram muito na revisão das ideias. 
 
Logo após a pausa para o almoço, os estudantes retornaram para suas salas para prosseguir com os assuntos que haviam sido iniciados pela manhã. Agora, dentro de seus clusters, os grupos estavam reapresentando suas ideias já com as novas formulações pensadas anteriormente. O foco da tarde era preparar as ideias e materiais para serem apresentados no dia seguinte, na feira intermediária. Até o final do dia, eles deveriam coletar mais feedbacks que os mentores, coaches e colegas trariam, e repensar algumas ideias que tinham sobre seus projetos.
 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Para finalizar, uma última palestra levou os participantes de volta à sala principal, o convidado era o empreendedor Maurício Villar, COO e co-founder da startup tembici. Maurício contou sua história pessoal, como a empresa surgiu e falou sobre os maiores aprendizados que teve na vida de empreendedor. “Para crescer é preciso sonhar grande e executar pequeno, é isso que faz a startup ir pra frente”, comentou o empreendedor sobre como conquistou seus primeiros grandes clientes mesmo antes de ter toda a estrutura física montada. Para inspirar ainda mais os participantes, Maurício trouxe a importância de ter resiliência e um propósito muito claro do que se quer ao empreender. Outro ponto de destaque em sua fala foi sobre como é fundamental ter pessoas excelentes ao lado para que o sonho seja conquistado. “Tenha pessoas com habilidades diferentes das suas mas que compartilhem dos mesmos valores”, completou. Por último, aconteceu uma rodada de perguntas ao convidado e a finalização do dia de trabalho.
 
O Workshop II continuou no dia 16 de setembro, com o segundo dia de trabalho e a feira intermediária de feedbacks.

 

07
jun

Conheça os projetos participantes de 2018

A cada edição de AWC são selecionados projetos de diferentes partes do país e, cada um é analisado de acordo com os critérios sobre a equipe, a tecnologia e o possível impacto. Em uma segunda instância, as propostas são avaliadas sobre a viabilidade técnica, o grau de inovação, acessibilidade, oportunidade de mercado e o conhecimento da equipe sobre as caraterísticas do usuário e de soluções similares.  Os projetos são apoiados nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) dos estudantes e ingressam no programa com uma ideia inicial de relevância de mercado. Os projetos participantes esse ano são:

Dispenser de Medicamentos

Belo Horizonte – MG
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações

Dispositivo eletrônico para uso doméstico que conta com reservatório para armazenamento de medicamentos e um display com touch screen. Oferece a possibilidade de sincronização dos horários e doses dos medicamentos utilizando o Google Agenda. A solução busca reduzir impactos da medicamentação, para melhorar a qualidade de vida das pessoas e a produtividade em serviços de saúde.

NextCam

Curitiba-PR
Universidade Federal do Paraná
Engenharia Elétrica com Ênfase em Sistema Eletrônicos e em Eletrônica e Telecomunicações

Câmera inteligente de processamento local para detecção de pedestres, capaz de reconhecer padrões humanos e oferecer informações essenciais para segurança e potencialmente, para marketing.

Gwen

São Paulo-SP
Escola Superior de Propaganda e Marketing
Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão

Aplicativo de compra e venda de moedas estrangeiras entre pessoas físicas. A plataforma web peer to peer fará a coleta das cotações de compra e venda de casas de câmbio constituindo uma base de dados e fornecerá aos usuários o cálculo da melhor cotação no período.

Encaixa

Rio de Janeiro-RJ e Belo Horizonte
Pontíficia Universidade Católica do Rio e Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Arquitetura e Urbanismo, Design de Produto e Engenharia da Computação

Plataforma web para produção de peças de design. A plataforma visa valorizar a produção local de peças assinadas por designers a preços acessíveis. O sistema financia a confecção da peça e após a aprovação do protótipo, a peça passa a ser vendida na plataforma. O objetivo é valorizar os designers de produto, incentivar a produção local e proporcionar ao consumidor uma variedade de produtos de design a preços acessíveis.

Avallie

Curitiba-PR
Universidade Federal de Ponta Grossa e Universidade Evangélica do Paraná
Engenharia Civil
Plataforma web de banco de dados de fornecedores e produtos de construtoras de grande porte, que visa oferecer ao usuário a possibilidade de filtro de acordo com as necessidades e oferece cotações do mesmo produto de diferentes fornecedores.

Ecocups

São Carlos-SP
Universidade Federal de São Paulo (campus São Carlos)
Engenharia Mecatrônica, Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção

Máquina semi-automatizada e compacta que realizará a transformação de garrafas de vidro em utensílios domés$cos. A transformação ocorrerá através dos processos de corte e polimento da borda cortada com maçaricos, realizando ambos os processos de maneira concnua e totalmente automatizada. A startup tem a missão de aprimorar métodos e processos para o reaproveitamento de garrafas de vidro.

Máquina Lava-Copos

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Mecânica

Máquina automática de lavar copos, de tamanho próximo ao de um filtro de água ou forno de microondas, que oferece aos usuários a facilidade de higienizar seus copos após o uso. Basta depositar os copos sujos na máquina e ela realizará sua higienização. O objetivo é oferecer ao usuário e clientes a substituição de copos descartáveis por reutilizáveis.

HeliDrop

São Carlos-SP
Universidade de São Paulo (campus São Carlos)
Engenharia Mecatrônica e Engenharia Elétrica

Equipamento autônomo para aplicação de defensivos agrícolas. A Hellidrop oferece serviço de pulverização utilizando VANTs de alta capacidade de carga para melhorar o combate às pragas. A solução busca oferecer melhor uniformidade na aplicação de defensivos em cada parte do terreno e com velocidade média para o tratamento de determinada área.

DataScience

Rio de Janeiro-RJ
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Engenhria da Computação e Ciência da Computação

Solução Legal Intelligence, que visa otimizar procedimentos jurídicos, em que o usuário interage om um chatbot. O usuário e autor submete a reclamação e os documentos solicitados e recebe em tempo recorde uma proposta de resolução para o conflito, pré-aprovada pela outra parte do processo. O objetivo é otimizar negociações judiciais de caráter simples.

Promo7

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo e Fatec
Engenharia Mecatrônica e Tecnólogo em Logística

Aplicativo de compras de supermercado que permite o usuário realizar suas compras, de qualquer lugar e a qualquer momento, sem precisar de ajuda. A solução irá interligar diferentes tecnologias, como o reconhecimento de voz e de padrões de compras, com a praticidade do smartphone para que qualquer pessoa possa utilizar esse produto sem restrição.

Tulltech

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo-SP
Engenharia Elétrica com Ênfase em Telecomunicações e Engenharia Agronômica

Ferramenta de sensoriamento remoto com o objetivo de oferecer ao agricultor diversos tipos de dados sobre temperatura, umidade, pressão, pH, entre outros, captados pelo sensores instalados na área de cultivo.

Energia Eólica por Oscilação

São Paulo-SP
Anhembi Morumbi
Engenharia Mecânica e Ciências Biológicas

Turbina eólica de cristais piezo-cerâmicos que converte energia eólica, da vibração dos vórtices dentro da estrutura, em elétrica com baixo custo. A turbina eólica apresenta vantagens em relação às torres eólicas convencionais no custo de fabricação e instalação, uma vez que a torre e o equipamento gerador da energia são o mesmo objeto.

Aqualuz

Salvador-BA e Fortaleza-CE
Universidade Federal da Bahia e Universidade Federal do Ceará
Biotecnologia, Ciência da Computação e Engenharia Ambiental

Dispositivo de potabilização de água de poços ou cisternas utilizando a radiação solar de uma maneira prática, barata, sustentável, eficiente e durável. O equipamento é formado por um encanamento que se adequa a entrada de bombas que utilizam canos de PVC (policloreto de polivinila), um reservatório de polietileno, além do Ecofiltro de sisal e o sistema de monitoramento em tempo real.

Muunitora

Divinópolis-MG
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Engenharia Mecatrônica

Conjunto de equipamentos para o uso na pecuária, que permitem avaliar em um determinado período de tempo, a evolução do ganho de peso do gado em relação a quantidade de alimento consumido. O sistema mede o peso de cada animal e seu consumo alimentar, através de células de carga e circuitos condicionadores de sinal que enviarão os dados para microprocessadores. A ferramenta tem por objetivo oferecer ao produtor dados para tomadas de decisão visando um mercado crescente.

Ultraguia

Uberlândia-MG
Universidade Federal de Uberlândia
Engenharia Biomédica

Dispositivo eletrônico de mobilidade inteligente para portadores de deficiência visual. O dispositivo de sensores ultrasônicos é acoplável na bengala articulável e tem por objetivo captar obstáculos acima do solo e alertar o usuário.

Monitoramento Cardíoco em tempo real

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Elétrica e Engenharia de Prpdução

Sistema de monitoramento possibilita que pacientes cardíacos sejam atendidos e tenham segurança sem precisar ir até um hospital. Com o sistema, o paciente consegue realizar exercícios à distância e manter a equipe e saúde informada sobre a sua atual condição. O dispositivo é composto por tecnologias de coleta de dados, servidores em nuvem, algorítmos de interpretação de dados e interfaces com paciente e profissionais de saúde.

Speed Performance

Divinópolis-MG e Jataí-GO
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e Universidade Federal de Góias
Engenharia Mecatrônica e Educação Física
Sistema de monitoramento de tempo e velocidade de corridas. O sistema visa auxiliar treinadores e atletas com informações sobre velocidade, aceleração e tempo do atleta num Sprint, relacionando seu desempenho a cada prova.

Automação Residencial de Baixo Custo

São João Del Rei-MG
Universidade Federal de São João Del Rei e Centro Universitário Internacional
Engenharia Mecatrônica e Gestão de Tecnologia da Informação

Sistema de monitoramento central de comunicação com módulos de gerenciamento de energia elétrica, sistemas de segurança e diversos tipos de acionamentos em ambiente residencial. O sistema utiliza tecnologias já existentes no mercado de baixo custo proporcionando conforto e acesso ao usuário.

Centrics

Florianópolis-SC
Universidade Federal de Santa Catarina
Engenharia de Controle e Automação

Aplicação web direcionada para o analistas de relacionamento com clientes para o gerenciamento de satisfação e para o aprimoramento de etapas de monitoramento e vendas base apoiados no histórico de atendimento. Cada CSM (Customer Success Manager) terá acesso a um perfil de dados de cada cliente, constituindo uma carteira de clientes.

Tecnologias Blockchain e RFID aplicados na automação comercial

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Elétrica com Ênfase em Eletrônica e Sistemas da Informação

Automação comercial apoiada em tecnologia Blockchain direcionada a supermercados. O sistema tem por objetivo automarizar o processo de cobrança dentro de supermercados de modo seguro atrelando o registro Blockchain a leitura de Tags RFID (Radio Frequency Identifier).O cliente do supermercado passará com o carrinho de compras no caixa e o sensor RFID fará imediatamente a leitura de todos os produtos. Após o pagamento, o registro da compra é adicionado ao Blockchain.

Máquina Automática de Milk-Shake

São Caetano do Sul-SP
Instituto Mauá de Tecnologia
Engenharia de Controle e Automação

Máquina automática de milk-shakes acionada por aplicativo em tablet, onde o cliente poderá escolher o sabor do sorvete e todos os tipos de coberturas. Após a escolha do pedido, o cliente realizará o pagamento via cartão de crédito ou débito e automa$camente, a máquina inicia o preparo do milk-shake.

Silk Digital

Divinópolis-MG
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais e Universidade Federal de Góias
Engenharia Mecatrônica
Impressora de silk digital de baixo custo com objetivo de automatizar o processo de estamparia em tecidos, dispensando trabalho manual e diminuindo o tempo gasto e desperdício de tintas.

Concretando

São Paulo-SP
Universidade de São Paulo
Engenharia Química e Engenharia Mecatrônica

Composição cimenccida para método de impressão 3D e impressora de materiais de construção com extrusores adaptados. O composto tem por objetivo integrar manufatura aditiva com materiais de construção proporcionando a produção de protótipos personalizados rapidamente.

Smart Aging

Curitiba-PR
Universidade Federal do Paraná
Engenharia Elétrica com Ênfase em Sistemas Embarcados

Dispositivo wearable para monitoramento remoto de idosos, detectando quedas e anomalias cardíacas enviando alertas para o próprio idoso, familiares e médicos. O foco está no cuidado e qualidade de vida para a crescente população idosa.

Modular

Curitiba-PR
Universidade Federal do Paraná
Engenharia Civil

Módulos de construções habitacionais com design autêntico e soluções alternativas de infraestrutura como aquecimento da água por energia solar e captação de água da chuva. A tecnologia modular tem potencial de atender diversos segmentos dentro do mercado imobiliário, como residências, escolas, hospitais, escritórios e comércio em geral devido a possibilidade de fabricação e comercialização em curto prazo.

Movu

São Paulo-SP
Fatec, Fundação Getúlio Vargas e Mackenzie
Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Administração e Ciências Contábeis

Plataforma de gerenciamento de corridas de vans. O aplicativo permitirá a motoristas de vans escolares, motoristas particulares em geral e até mesmo qualquer cidadão poder catalogar suas corridas, ordená-las de acordo com distância e horário, receber lembretes e notificações e fornecer status em tempo real da sua viagem para o passageiro compartilhando um link temporário.

Dispositivo de tração para cadeiras de rodas manuais

Belo Horizonte-MG
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Engenharia Mecânica

Dispositivo direcionado a melhorar a experiência dos cadeirantes em ambientes comuns, garantindo interação social do usuário. O sistema consiste em unidade de tração do tipo “reboque”, com roda complementar e sistema de tração elétrico, apoiado em um sistema de direção simples e intuitivo utilizando as tecnologias comumente aplicadas em bicicletas e patinetes.

Classificação de lesões de pele a partir de imagens clínicas

Brasília-DF
Universidade de Brasília
Engenharia de Software

Aplicativo que ajuda pessoas a detectar doenças de pele e encaminhá-las à especialistas, assim como auxiliar especialistas a fornecer um diagnós$co preciso. O aplica$vo de smartphone é capaz de identificar com precisão, de forma não invasiva, lesões de pele via fotografias.

Hexenergy

Montes Claros-MG
Universidade Estadual de Montes Claros e Faculdade Santo Agostinho
Sistemas da Informação e Engenahria Elétrica

Sistema web para gerenciamento de produção de energia elétrica de sistema fotovoltáico que visa diminuir o tempo de retorno de investimento, identificando a quantidade de créditos de energia do consumo local, onde está instalada a usina, e propõe um modelo de Geração Compartilhada a partir da venda de crédito para outras unidades consumidoras.

Conexão IOT

Rio de Janeiro-RJ
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Engenharia Eletrônica e da Computação e Engenahria Química

Sistema de iluminação residencial comandado remotamente pelo celular. A solução visa também a conectividade para dispositivos periféricos por meio de uma central chamada gateway/hub que intergrará esses dispositivos da residência e não apenas o sistema de iluminação.

31
jul

Equipe de AWC se reúne para discutir desempenho dos grupos

No dia 28 de julho, a equipe de Academic Working Capital realizou a primeira reunião de avaliação dos projetos após o Workshop II, que aconteceu entre 17 e 19 de julho. Participaram da reunião Diogo Dutra, André Dib, Artur Vilas Boas, Miguel Chaves e Rodrigo Franco. Os coordenadores fizeram uma avaliação bastante positiva do evento, destacando que os grupos foram muito participativos, contribuíram com várias ideias para seus colegas e ficaram ainda mais engajados em seus projetos. Durante a reunião, cada um expôs o andamento dos projetos pelos quais são responsáveis – a equipe realiza monitorias quinzenais com os grupos – e os desafios a serem solucionados.

A cada quinzena, aos sábados, os grupos apresentam os projetos no formato flipped classroom (sala de aula invertida) aos seus respectivos coordenadores, que conferem uma pontuação a eles. Uma vez por mês, a equipe de AWC se reúne para discutir o desempenho dos grupos e organizá-los em uma lista dividida em faixas que vão de A a D – sendo A os grupos com melhor desempenho e D aqueles que precisam dar um gás maior em seus projetos. Os grupos não têm acesso à lista, para que não se crie um clima de competição, mas os coordenadores avisam individualmente em que faixa eles estão e o que eles precisam fazer para evoluir.

Diogo Dutra, coordenador de conteúdo de AWC, explica que o objetivo da avaliação não é a pontuação em si, mas o processo, que contribui tanto para os grupos quanto para a equipe. “Essa comparação é muito boa porque a gente consegue, no final das contas, entender os nossos grupos em relação ao movimento dos outros, e isso acaba balizando as orientações na sequência. Sem o processo de avaliação, a gente não teria como ter essa percepção”, afirma. “Não é para deixar ninguém chateado ou colocar uma nota, a gente até evita muito a nota. Mas é uma noção, principalmente, do que eles têm que fazer para melhorar.”

Os grupos são avaliados em dois eixos: participação e performance. O eixo de performance é mais subjetivo, e depende da avaliação de cada coordenador em relação ao desempenho esperado para os grupos nos diferentes momentos do programa. Já o eixo de participação envolve três critérios: se o grupo está fazendo as entrevistas e experimentos, se está entregando as demandas solicitadas e o entendimento que ele tem de seus clientes.

“AWC não é para falar só de negócios, mas é o quanto em termos de participação e engajamento os grupos estão tendo e o quanto eles estão seguindo as orientações. São as orientações que vão fazer eles aprenderem mais. Então, os grupos que ainda não encontraram o negócio mais genial do mundo, mas que estão colocando uma superenergia, estão acompanhando e vindo, a gente valoriza também e eles sobem nessa classificação”, diz Diogo. Logo no Workshop I, os grupos são informados sobre como funciona o processo de avaliação e que os grupos com melhor desempenho serão convidados a participar de eventos e reuniões de mentoria com especialistas, além de apresentar seus projetos em formato de pitch para investidores e convidados da Feira de Investimentos no final do ano.

Um fato bem interessante é que a coordenação de AWC também está utilizando a metodologia do programa para fazer uma autoavaliação. Na última reunião com o Conselho Consultivo de AWC, os membros do Conselho indicaram pessoas e instituições para Diogo e o coordenador acadêmico do programa, Marcos Barretto, conversarem e pensarem em como o programa pode melhorar e se expandir. “O que a gente está fazendo é indo a campo conversar com as pessoas, fazendo entrevistas para evoluir o nosso próprio modelo”, conta Diogo.

 

Notícias relacionadas:
Protótipo de solução da Tech Talk está em teste com clientes
Workshop II: investidores conhecem projetos de AWC 2017 em Feira
Papel do monitor fecha formação de AWC com professores de Etecs e Fatecs

09
maio

Experimento de valor e mapa de contatos no Workshop Online I

O segundo dia do Workshop Online I de Academic Working Capital 2017, realizado em 6 de maio, foi de muito trabalho e aprendizado para os estudantes. Os 35 grupos da terceira edição do programa, divididos em duas turmas, participaram do workshop diretamente de suas cidades, por meio de plataformas online como Google Hangouts, Google Drive e Slack. A equipe de AWC se reuniu em São Paulo (SP) para conduzir as atividades e interagir com os grupos de universitários e alunos de Etecs ao vivo.

O foco das atividades da turma 1, formada pelos grupos da 1ª chamada (que iniciaram em janeiro), foi a análise dos dados coletados nas entrevistas para definir uma proposta de valor para seus negócios. A realização de entrevistas com potenciais clientes e usuários continua, mas de maneira qualificada, conforme os grupos estabelecem seu mercado de atuação. A equipe de AWC apresentou boas práticas para fazer as entrevistas e orientou os estudantes a desenvolver um primeiro experimento de valor do produto a partir das conclusões tiradas com as entrevistas. Para a próxima semana, os grupos precisam tentar conseguir um early adopter, ou seja, uma pessoa que aceite testar e avaliar este experimento.

Na turma 2, com grupos da 2ª chamada, o dia foi dedicado ao mapeamento de contatos para as entrevistas. A equipe de AWC mostrou como elaborar um mapa de contatos, pesquisar informações sobre possíveis usuários e clientes e realizar as entrevistas, ressaltando que esses primeiros contatos podem se tornar estratégicos para o negócio em longo prazo. Também foi esclarecida a diferença entre cliente (quem compra) e usuário (quem utiliza) e suas percepções de valor, que precisam ser atendidas pelo produto. Os grupos discutiram o comportamento do usuário para atualizar e apresentar o deck de entrevistas com as personas e a jornada do usuário – que serão validadas por meio de mais entrevistas nesta semana.

O último dia do Workshop Online I acontece em 13 de maio. Confira como foi o primeiro dia.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Últimas notícias:
Conheça os selecionados da 2ª chamada de AWC 2017
AWC realiza 1ª formação para professores de Etecs e Fatecs
NanoTropic inicia em dois programas de aceleração