Instituto TIM

Tag: Fernando Lopes

15
ago

Nova solução da MVisia para cana-de-açúcar conquista prêmios

O segundo semestre de 2017 começou com reconhecimentos importantes para a MVisia, startup que participou de AWC 2015 com uma máquina seletora de mudas de eucalipto. Um dos novos projetos da empresa paulistana, uma seletora de mudas de cana-de-açúcar (que está em fase de protótipo), recebeu dois prêmios recentemente.

No dia 17 de julho, Fernando Lopes, sócio da startup junto com Fernando Velloso e Henrique Oliveira, recebeu em Nova York o prêmio Person of the Year (POY) Fellowship Award. O prêmio é concedido pela Câmara de Comércio Brasil-EUA a estudantes de graduação e pós-graduação que demonstram um grande potencial de liderança e que realizaram pesquisas e projetos de impacto no mundo acadêmico e na sociedade. Concorrem ao prêmio estudantes apoiados pela Fundação Lemann e Instituto Ling e vencedores do Prêmio Odebrecht de Desenvolvimento Sustentável – a MVisia foi um dos vencedores deste último em dezembro de 2016, recebendo R$ 60 mil.

A seletora de mudas de cana-de-açúcar também foi um dos três projetos vencedores do Prêmio Inovacana, uma iniciativa do Grupo IDEA com apoio da AgTech Garage e SP Ventures. Startups e empreendedores foram selecionados para apresentar suas soluções para o setor sucroenergético durante o evento INOVACANA, realizado em 9 e 10 de agosto em Ribeirão Preto-SP. Os três melhores projetos recebem mentorias para alavancar o negócio e captar investimentos e a oportunidade de apresentar a solução a especialistas e produtores em outro evento do Grupo IDEA.

“A conquista desses dois prêmios mostra para nós, da MVisia, que estamos no caminho certo para inserir tecnologia no agronegócio brasileiro, setor estratégico para nosso país”, comenta Fernando Lopes. “O setor sucroalcooleiro tem passado por dificuldades recentemente, e apenas com a adoção de novas tecnologias que aumentem a produtividade e a qualidade e diminuam custos é que o mercado continuará sua trajetória de sucesso. Ficamos felizes de poder contribuir para isso com nossa Seletora Automática de Mudas”, afirma.

Durante a participação em AWC, a equipe também conquistou o Prêmio Santander Universidades com a seletora de mudas de eucalipto. O projeto ainda recebeu financiamento do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). Atualmente, a startup está desenvolvendo e comercializando máquinas seletoras para outros tipos de mudas e investindo em projetos fora da área agrícola. Saiba mais nesta matéria.

 

Notícias relacionadas:
Road Labs fecha parceria com concessionárias para testar protótipo
Protótipo de solução da Tech Talk está em teste com clientes
Fusion se prepara para criar empresa e finalizar a primeira máquina

23
jun

MVisia investe em novos mercados e novas aplicações

A MVisia, startup criada pelos engenheiros mecatrônicos Fernando Lopes, Fernando Velloso e Henrique Oliveira, de São Paulo-SP, participantes de AWC 2015, já está consolidada no agribusiness. O trio continua trabalhando na máquina seletora de mudas de eucalipto com a qual se inscreveu em AWC, mas já desenvolveu equipamentos para outros três mercados: uma máquina seletora de tomates-cereja, uma para a seleção de mudas de flores e outra para determinar a qualidade da uva. O produto em que os empreendedores trabalham agora é uma máquina para selecionar mudas de alface para um cliente de Holambra-SP. O projeto está na fase de construção do protótipo.

O conceito das novas máquinas é o mesmo da seletora de mudas de eucalipto, mas com processos e adaptações diferentes para outras opções de produto. A primeira máquina vendida foi a seletora de mudas de flores para a empresa Van Kampen, também de Holambra. Depois, a Kano Tomates, de Piedade-SP, alugou uma seletora de tomates-cereja. No final do ano passado, a MVisia realizou mais duas vendas da máquina de selecionar tomares-cereja (ambas em Minas Gerais). Neste ano, a máquina que determina a qualidade da uva foi vendida para uma cooperativa do Rio Grande do Sul.

Em paralelo, a seletora de mudas de eucalipto – que também contou com financiamento do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) – está na fase final de testes e deve estar pronta para ser comercializada em julho. “AWC financiou o protótipo, a FAPESP financiou a primeira máquina. Já temos alguns clientes bastante interessados”, explica Fernando Lopes. Além dos três sócios originais, a equipe da MVisia é composta pelos programadores Nelson Gomes e Marlon Dyo e pelos estagiários Diego Gonçalves e Marcelo Pimentel.

Os próximos passos da MVisia são continuar desenvolvendo novas máquinas, continuar expondo em feiras, vender a seletora de mudas de eucalipto e a de mudas de alface e consolidar as vendas da máquina de uva. Além disso, os empreendedores estão desenvolvendo projetos fora da área agrícola em parceria com uma empresa do Cietec para, entre outras aplicações, detectar cáries em dente e fazer planograma em supermercados.

Para a equipe, AWC foi importante para tornar o projeto possível e para a aquisição de uma visão de negócio. “Conseguimos construir um protótipo e apresentar nas empresas e isso abriu muitas portas para nós”, diz Fernando Velloso.

 

Últimas notícias
Fusion se prepara para criar empresa e finalizar a primeira máquina
Aceleração e parceria estão nos planos da Turnit Healthcare
E-sporte pretende faturar R$ 500 mil até o final do ano

 

31
ago

Equipe e grupos de AWC participam do evento SP Conecta

Em 30 de agosto, o programa Academic Working Capital participou da primeira edição do SP Conecta, evento realizado pela Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade) com o intuito de aproximar startups e agentes do ecossistema de empreendedorismo, como aceleradoras, incubadoras, financiadoras, associações e empresas. Cerca de 700 pessoas estiveram na sede da Investe São Paulo para o evento, incluindo membros da equipe e grupos de AWC.

A equipe do programa contou com um espaço para apresentar a iniciativa e tirar dúvidas. Ao mesmo tempo, dois grupos que fizeram parte da edição de 2015 e três grupos da edição atual foram convidados a compartilhar suas experiências no estande e a aproveitar o evento para fazer contato com os mais de 40 players do setor que estavam presentes. “É um prazer enorme estar aqui e mostrar a nossa iniciativa não só para os estudantes, mas também para os nossos pares”, disse o coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra. “Estar com esses pares nos traz notoriedade no mundo do empreendedorismo.”

Os grupos de 2015 convidados para o evento já estão tocando suas startups. A equipe da Mvisia começou com o projeto de uma seletora de mudas de eucalipto. Neste ano, os integrantes se juntaram a outra startup e passaram a desenvolver máquinas voltadas à seleção de diferentes produtos, como mudas de flores e tomates. “Foi muito interessante [o convite para o evento], primeiro pelo reconhecimento do pessoal de AWC de, mesmo que a gente seja da edição passada, continuar o contato”, contou o engenheiro mecatrônico Fernando Lopes.

Já o grupo Tech Talk criou uma plataforma para empresas que facilita agendamentos e atendimentos ao cliente, e que vai começar a ser implementada em alguns clientes como piloto. “Uma das perguntas que muitas empresas incubadoras fazem é se nós vamos conseguir entregar o que estamos prometendo. Então agora é a hora da gente mostrar que sim, que a gente vai conseguir entregar e que vai dar tudo certo”, afirmou Edson Nakada, que junto à sua equipe buscou possíveis parceiros para o projeto durante o evento.

Os irmãos Gabriel e Lays Costa Faria estão entre os estudantes da edição de 2016. Eles já estão terminando o protótipo de uma impressora de metais em 3D que imprime joias em prata e ouro. “A gente ficou muito feliz em ser convidado, sabendo que o que estamos fazendo está dando certo e que estão vendo resultados. Dá um ânimo ainda maior para continuarmos nos empenhando cada vez mais”, disse Lays. A dupla Willian Beneducci e Henrique dos Santos se focou nas palestras do evento e em buscar incubadoras e locais físicos para desenvolver a startup Staat, que está produzindo um espectrofotômetro para realizar análises na área de odontologia. “Falei com algumas empresas, mostrei nossas ideias, colhi feedbacks e foi bastante proveitoso”, contou Henrique.

O grupo Periodiza conversou com financiadoras, aceleradoras e empresas de hardware sobre seu projeto: um aplicativo de periodização de treinos voltados para personal trainers e profissionais de academias. “Estamos conhecendo melhor quem são essas pessoas, o que elas precisam, os requisitos para as startups que entram em seus programas”, relatou Pedro Vitor Sanches. Para a equipe de AWC, o evento também proporcionou contatos que podem gerar novas oportunidades para o programa. “A gente conversou com alguns investidores-anjo que queriam entender como era o processo, o que já está gerando uma série de contatos posteriores que podem, eventualmente, fortalecer o programa e trazer mais resultados”, acrescentou Diogo Dutra. “O feedback está sendo muito positivo.”

Este slideshow necessita de JavaScript.