Mentores do AWC falam sobre suas expectativas para a Feira de Investimentos

Faltando dois meses para a Feira de Investimentos, os mentores do Academic Working Capital estão trabalhando duro com as suas equipes para garantir um produto bem-sucedido no fim do programa. 

 

Muitas vezes citados por aqui, os responsáveis pelo sucesso de diversos projetos resolveram falar um pouco sobre essa função tão importante que é mentorear sonhos. São eles: Bárbara Brilhante, Alexandre Rocha, Fabio Zoppi e Sergio Antezana. E é claro que não poderia faltar o Coordenador de Conteúdo Leandro Queiroz, que também tem grande responsabilidade na orientação dos novos empreendedores. 

 

Apesar de os alunos serem os protagonistas, os mentores têm um enorme papel durante a criação das start ups. São eles quem aconselham sobre qual o melhor caminho para seguir, como lidar com os novos desafios, como identificar novas oportunidades, entre muitas outras coisas. É por isso que um trabalho tão importante como esse não poderia passar em branco por aqui. 

 

Fonte: Larissa Estevam

 

“Um mentor é, basicamente, um direcionador. Ele não vai dar as respostas prontas, ele vai ser aquela pessoa que vai fazer as provocações para que o time trabalhe e busque essas respostas. O mentor serve como uma bússola para que eles possam cada vez mais, eficientemente, atingir seus resultados.” Disse Bárbara. 

 

Fonte: Larissa Estevam

 

Agora, eles estão na segunda etapa do programa e de mãos dadas com as suas equipes para ter as expectativas atendidas e chegar no final do projeto com startups de sucesso. Com o início da validação da solução, os alunos começam agora, de fato, a trabalhar o seu produto de forma mais objetiva e com o propósito definido. O mentor Sergio afirma que, nessa fase, eles estão ainda mais entusiasmados. 

 

Eles entram nessa segunda metade já empolgados, né? Porque eles descobriram um mundo novo, aprenderam coisas novas e finalmente estão entrando naquilo que sempre quiseram entrar, que é a solução(…) Então o time está todo animado, empolgado e trabalhando bastante.”

 

Fonte: Alexandre Rocha

 

E é claro que com toda essa empolgação, vem também as expectativas com a Feira de Investimentos, que acontecerá em abril.  Os alunos, têm como principal foco a apresentação do seu negócio, desenvolvimento do Pitch   e networking, que é um dos principais pontos abordados por cada um dos orientadores. A construção de uma rede de contatos profissionais é extremamente importante agora no início de 

 

carreira como empreendedores, já que serve como troca de experiências e pode provocar o surgimento de novos consumidores. Segundo Fabio Zoppi, esse é um dos pontos cruciais: 

 

“Eu acho que a grande recompensa é se tornarem visíveis, né? Enquanto empreendedores agora, não mais como alunos. Persuadindo e se conectando para ficar no radar dos investidores, assim como potenciais clientes.”

Fonte: Alexandre Rocha

 

Mas, afinal, o que leva os mentores a exercerem um trabalho tão delicado e de tanta seriedade como este? Alexandre Rocha afirma que o principal motivo, é o fato de ser um programa acessível. Como nasceu no interior de Goiás, ele não via esse tipo de motivação quando morava lá e isso o incentiva a educar e orientar alunos de diversas regiões do país.  

 

“Quando a gente olha a distribuição geográfica das equipes, a gente tem equipes do Ceará até o Rio Grande do Sul e muita gente do interior. São pessoas de várias classes sociais, então você tem uma de uma diversidade grande ali também(…) Está dando a mesma oportunidade para várias pessoas ao mesmo tempo, sabe, democratizando essa oportunidade.”

 

Fonte: Larissa Estevam

 

Já o Coordenador de Conteúdo Leandro tem como paixão os principais pontos do programa: educação e inovação, mas também o motiva ver o futuro sendo moldado por jovens empreendedores.

 

Fonte: Alexandre Rocha

 

“Este programa junta duas grandes paixões que eu tenho, duas grandes crenças de que educação e inovação mudam o mundo(…) Ver jovens empreendendo, jovens preocupados com o futuro, não só seus, como futuros mercadológicos, jovens que estão querendo desenvolver mercado, isso é muito gratificante, muito maravilhoso.”

 

 

Próximas atividades

 

O engajamento e comprometimento do AWC continua! Agora, os alunos se preparam para o Workshop Class II, que acontece de forma online no dia 24 de fevereiro e promete um encontro enriquecedor com muito conteúdo e inspiração para os participantes. 

 

 

O Instituto TIM tem como missão criar e potencializar recursos e estratégias para a democratização da ciência, tecnologia e inovação, promovendo o desenvolvimento humano. Define sua atuação em projetos focados em quatro pilares: Ensino (projetos educacionais para crianças e jovens); Aplicações (soluções em software livre); Inclusão (difusão do conhecimento) e Trabalho (novas oportunidades de atuação e capacitação). Em parceria com diversas instituições federais e aproximadamente 70 secretarias municipais e estaduais, como de Educação, Cultura e Planejamento em todo o País, as ações do Instituto TIM já alcançaram cerca de 500 municípios, em todos os 26 estados e Distrito Federal, beneficiando mais de 700 mil pessoas, especialmente, crianças de 6 a 12 anos.