Instituto TIM

Categoria: Eventos

13
set

Workshop presencial AWC traz soluções para evento na Fiesp, em São Paulo

Nos dias 17 e 18 de agosto de 2019, os estudantes que participam do AWC vieram a São Paulo para participar do Workshop & Feira de Soluções. Este evento intermediário acontece no momento em que os time estão discutindo e aprimorando as soluções tecnológicas de suas startups.

Após a primeira Interação Online, momento em que decidiram se manteriam a trajetória e o mercado ou se “pivotariam”, os times agora têm que concentrar suas energias no desenvolvimento e no desenho de suas soluções. Os times participantes do AWC têm forte base tecnológica e são provocados a trazer soluções inovadoras para os problemas que atacam.

Dia 1: trabalho intenso e orientação de especialistas

No primeiro dia, os mais de 20 times se encontraram na Escola Politécnica da USP, onde a equipe AWC estava esperando para mais de 8 horas de trabalho. Adaptando a metodologia do Design Sprint, as equipes entenderam e definiram os requisitos de suas soluções, orientados de perto pelos coaches AWC e por especialistas convidados. O diretor do Instituto TIM, Marcio Lino, deu as boas vindas aos participantes, que vieram de vários estados do Brasil apenas para a ocasião.

Marcos, do time Ecomoney, explica a operação de sua startup de sustentabilidade para os outros times AWC e os especialistas convidados

Além de aprimorar os desenhos das soluções, o objetivo foi encontrar saídas criativas para os desafios de se colocar protótipos de alta tecnologia no mercado. O dia terminou com uma fala inspiradora de Mauricio Villar, fundador da Tembici, empresa de mobilidade urbana presente em 3 países. Convidado especial da equipe AWC, Mauricio compartilhou sua incrível trajetória, que tem muita afinidade com os participantes AWC: seu projeto começou na universidade!

A EdTech HelpUs trabalha em sua solução no 1º dia de Workshop

Dia 2: o desafio de se colocar no mercado

O domingo, segundo dia do Workshop, começou cedo na sede da Fiesp, na av. Paulista. A Equipe AWC, Marcio Lino, do Instituto TIM e Marcus Vinicius, do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp, aqueceram a conversa e motivaram os times para o momento mais aguardado do dia – a Feira de Soluções.

Equipe AWC, equipe CJE Fiesp, Representantes do Instituto TIM e startups finalizam sua participação no evento presencial

A convidada do dia foi Ana Levy, da plataforma de crowdfunding Kickante, que trouxe as melhores práticas para quem quer fazer esse tipo de iniciativa. Logo após, as equipes tiveram sua última interação com os coaches antes de se preparar para a Feira. 

Enquanto isso, no mesmo local estava acontecendo o evento “A Universidade como plataforma para o seu negócio”, realizada pelo AWC em parceria com o CJE Fiesp. Vários painéis foram feitos com empreendedores, especialistas em tecnologia, executivos de inovação e investidores-anjo.

Durante a Feira de Soluções, os estudantes mostraram a evolução de seus projetos em busca de parcerias, clientes ou investimento. Esse é o primeiro momento em que muitos dos times AWC apresentam sua startup! O desafio foi vencido com sucesso e o dia terminou com um fechamento da Equipe AWC, Instituto TIM e Fiesp e os próximos passo do programa. Afinal, tem muito AWC pela frente!

 

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14
dez

Participantes expõem soluções e protótipos na Feira de Investimentos 2018



A Feira de Investimentos marcou o encerramento do Academic Working Capital 2018, que foi realizado no dia 14 de dezembro. O evento convidou investidores e empreendedores ao prédio de Engenharia Mecânica e Naval da Escola Politécnica da Universidade São Paulo (Poli- USP) para conhecer as soluções desenvolvidas pelos 22 grupos ao longo do programa. A programação também incluiu dois painéis sobre investimento anjo no Brasil e o início de uma startup.

O coordenador de conteúdo da AWC, Diogo Dutra, fez a abertura do evento e passou a palavra para Márcio Lino, Environmental, Social and Governance Director da Tim Brasil e Instituto TIM que ressaltou a importância do programa  desenvolver o espírito empreendedor e anunciou a continuação na realização do projeto em 2019. “Temos muito orgulho do Academic Working Capital, porque está atrelado ao nosso pilar de educação. Eu estou muito feliz de ver os resultados. Essa garra e brilho nos olhos das pessoas que agarram uma oportunidade que nós queremos fomentar. É isso que vai transformar esse país”, disse.

De 2015 a 2018, a AWC já acompanhou mais de 400 alunos e, atualmente, existem 14 startups ativas que surgiram com a orientação do programa e juntas movimentam mais de 2 milhões por ano.

Os cinco grupos que mais se destacaram tiveram a oportunidade de apresentar um pitch para uma banca de investidores convidados: Paula Salomão, gerente de novos negócios da Antera – Gestão de Recursos; Caio Bolognesi, diretor de investimentos na Monashees e Ricardo Kahn, executivo de inovação, marketing e estratégia na ISA CEETP. Cada startup teve quatro minutos para apresentar a solução e depois responder as perguntas e comentários dos especialistas.

Em seguida, aconteceu o painel sobre investimento anjo no Brasil mediado pelo coach Artur Vilas Boas e com os convidados: Ricardo di Lazzaro, co-fundador, CEO do laboratório Genera e investidor de empresas de tecnologia,  e Alessandro Tieppo, fundador da Lean Survey. Ambos dividiram suas experiências, aprendizados e dicas com os estudantes que também fizeram perguntas. “Um grande erro no investimento é não ter estratégia clara de funding da empresa. Se a sua ideia é pegar um investimento anjo, no dia seguinte precisa seguir o plano para equilibrar as contas e crescer a receita”, aconselhou Tieppo. Já Lazzaro considera importante o contato periódico com os empreendedores para compartilhar conhecimento e tirar dúvidas. “Alguns têm um perfil muito acadêmico, apesar de todos terem uma faísca empreendedora, mas nem todos tem a desenvoltura”, contou.

No período da tarde os convidados foram conferir os estandes com as soluções e protótipos desenvolvidos pelos grupos durante o ano. O painel de empreendedores sobre o início de uma startup encerrou as atividades e contou com a presença de Renato Freitas, fundador da Ebah, 99 e Yellow, e João Fornari, co-fundador da Road Labs e ex-participante do programa com mediação do coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto. “Investidor pode ser uma coisa boa e pode abrir portas, só é ruim achar que é o único caminho. Às vezes é melhor gastar um pouco mais de sangue e suor para deixar a empresa numa situação melhor”, apontou Freitas. Eles partilharam suas vivências, desafios, conquistas com o início da startup e também responderam algumas perguntas do público. “Falta a cultura empreendedora. Você sai da faculdade com o pensamento de conseguir um emprego bom, passar num concurso e ter estabilidade financeira”, destacou João.

Clique na galeria abaixo para conferir como foi:

23
jul

Interação online dá início ao teste da solução

Continuar investindo na solução atual ou recomeçar do zero? E, a partir dessa decisão, iniciar o teste da proposta de valor ou voltar para a fase de entrevistas. Essa foi a ideia que orientou as atividades da Interação Online I – Deep Into Insight, realizada neste sábado, 21/07, uma espécie de workshop reduzido que reuniu os grupos participantes de Academic Working Capital 2018. O evento marcou a mudança de fase, do teste do problema para o teste da solução ou proposta de valor: a partir de agora, as equipes começam a validar no mercado os protótipos de seus produtos.

A primeira parte do dia foi dedicada à tomada de decisão sobre continuar na solução atual ou reiniciar o ciclo de entrevistas (no jargão do empreendedorismo, pivotar). “Hoje a palavra proibida é ‘eu acho’”, brincou o professor da Universidade de São Paulo e coordenador acadêmico de AWC, Marcos Barretto. “Vocês foram a campo, entrevistaram seus usuários e agora é hora de defender, com fatos e dados, a decisão de manter ou pivotar”, explicou o coordenador de conteúdo Diogo Dutra. Nas salas online, cada equipe apresentou os motivos para a decisão, com estimativas de custos e retorno, dados do mercado e informações sobre o estágio atual da solução.
Para os que decidiram se manter no caminho atual, a fase seguinte é a validação por meio de experimentos – a criação do Minimum Viable Product (MVP) e os testes de hipótese. Na primeira palestra do dia, o coach Artur Vilas Boas lembrou da bolha pontocom para argumentar que arrogância custa caro, e mostrar a importância de primeiro descobrir o cliente, depois validar a solução, desenvolvê-la e só então partir para uma estrutura de empresa. O experimento de aprendizado, ou MVP, serve para entender se o mercado vai aderir ao produto com o menor trabalho possível. “O MVP é você dosar esse nível de esforço ou de gasto de recurso para validar a solução”, salientou.

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Com exemplos de startups conhecidas – EasyTaxi, Scipopulis, Village Laundry Service e Lean Survey –, Artur falou de experimentos simples, não muito trabalhosos, que possibilitam a validação de hipóteses. “Essa mentalidade de experimentos está por trás de muitos empreendedores de alto impacto.” A tarefa dos grupos, após a palestra, era pensar em cinco experimentos mínimos que pudessem ser feitos em 24h para validar a aderência do mercado.
A segunda palestra ficou a cargo de Diogo, que mostrou as ferramentas e rotinas que guiarão os grupos na próxima fase. “Vocês têm que conseguir, no final desse ciclo de experimentos, early adopters, o cara que tope testar, gastar energia usando a plataforma, te dando feedback, e primeiros clientes dispostos a pagar”, afirmou. Por meio de exemplos de edições anteriores de AWC – Road Labs, E-sporte e Mvisia –, Diogo apresentou os conceitos do protótipo de guardanapo (muito simples, pode ser só uma apresentação), de baixa fidelidade (com alguma tecnologia, mas de elaboração rápida) e de função crítica (operacional, com design e todas as funcionalidades mínimas).
Para finalizar, o engenheiro Pedro Fornari, da startup Road Labs, de AWC 2017, que fornece soluções de tecnologia e gestão aplicadas à conservação de rodovias, falou sobre sua experiência no programa. Ele explicou que a equipe continua fazendo entrevistas para descobrir novas demandas e que têm visitado os clientes com frequência para identificar oportunidades. Também comentou sobre a primeira venda, que eles conseguiram com um protótipo de guardanapo. “Foi muito no susto. A gente foi lá para fazer uma entrevista e os caras disseram ‘quando é que tu consegue me entregar isso?’ A gente voltou pra casa e falou ‘acho que fechou uma venda ali, nós vamos ter que entregar alguma coisa agora’”, brincou.

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O próximo encontro que reunirá todos os grupos será o Workshop II, presencial, nos dias 15 e 16/09, com foco em prototipagem. Até lá, as equipes deverão ter realizado dez experimentos de guardanapo e outros dez experimentos de baixa fidelidade.

28
out

AWC participa de painel no 3º Simpósio de Educação Empreendedora

O programa Academic Working Capital foi convidado para participar do 3º Simpósio de Educação Empreendedora, realizado em 27 de outubro pela Escola de Negócios Sebrae-SP Alencar Burti. O professor da USP Marcos Barretto, coordenador acadêmico do programa, fez parte do terceiro painel do evento, que teve como tema “Ecossistema empreendedor – Contribuição das empresas para a educação empreendedora”. O painel também foi composto por Renan Prado, da área de Atração e Seleção do setor de Recursos Humanos da Natura, e mediado por José Marques, consultor da Escola de Negócios do Sebrae-SP.

Marcos falou um pouco de sua experiência como empreendedor e apresentou o programa AWC. Ele comentou sobre reflexões que estão acontecendo no âmbito universitário sobre mudanças nas estruturas curriculares e como isso tem levado a ações de incentivo ao empreendedorismo, como aconteceu com AWC. “Nos cursos tradicionais, onde os currículos estão estruturados, a gente fala muito de análise e pouco de síntese. Isso significa que a gente pensa sobre o que acontece, mas não cria em cima, não sintetiza coisas novas”, afirmou.

O próprio trabalho de conclusão de curso (TCC) não é aproveitado pelos alunos para além da vida acadêmica, segundo o professor. Por isso, a ideia de AWC é oferecer uma experiência diferente para que o estudante possa transformar seu TCC em algo útil, sair dos projetos e fazer, de fato, um produto. Marcos explicou que o ano final da graduação é uma fase decisiva e cheia de incertezas para o aluno, portanto é necessário mostrar que ele pode acreditar em si mesmo e que seu projeto é possível de ser realizado. “Compreender esse momento do jovem é um dos diferenciais do nosso programa.”

Ao ser questionado sobre o que mais o atraiu para trabalhar no programa junto ao Instituto TIM, o professor disse que foi o fato do Instituto TIM entender que AWC é uma iniciativa que se constrói aos poucos, e que não gera resultados de um dia para o outro. Ele destacou ainda a abertura que tem para discutir com a equipe sobre questões relacionadas a como formar melhor os alunos para a vida profissional.

Para Marcos, a participação no simpósio é uma forma de inspirar as instituições de ensino a realizar iniciativas de educação empreendedora. “Ter esse reconhecimento é muito importante porque ajuda as pessoas a entender a mensagem e a proposta do programa e a necessidade que existe da universidade se transformar e educar seus alunos para o empreendedorismo.”

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31
ago

Equipe e grupos de AWC participam do evento SP Conecta

Em 30 de agosto, o programa Academic Working Capital participou da primeira edição do SP Conecta, evento realizado pela Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade) com o intuito de aproximar startups e agentes do ecossistema de empreendedorismo, como aceleradoras, incubadoras, financiadoras, associações e empresas. Cerca de 700 pessoas estiveram na sede da Investe São Paulo para o evento, incluindo membros da equipe e grupos de AWC.

A equipe do programa contou com um espaço para apresentar a iniciativa e tirar dúvidas. Ao mesmo tempo, dois grupos que fizeram parte da edição de 2015 e três grupos da edição atual foram convidados a compartilhar suas experiências no estande e a aproveitar o evento para fazer contato com os mais de 40 players do setor que estavam presentes. “É um prazer enorme estar aqui e mostrar a nossa iniciativa não só para os estudantes, mas também para os nossos pares”, disse o coordenador de conteúdo de AWC, Diogo Dutra. “Estar com esses pares nos traz notoriedade no mundo do empreendedorismo.”

Os grupos de 2015 convidados para o evento já estão tocando suas startups. A equipe da Mvisia começou com o projeto de uma seletora de mudas de eucalipto. Neste ano, os integrantes se juntaram a outra startup e passaram a desenvolver máquinas voltadas à seleção de diferentes produtos, como mudas de flores e tomates. “Foi muito interessante [o convite para o evento], primeiro pelo reconhecimento do pessoal de AWC de, mesmo que a gente seja da edição passada, continuar o contato”, contou o engenheiro mecatrônico Fernando Lopes.

Já o grupo Tech Talk criou uma plataforma para empresas que facilita agendamentos e atendimentos ao cliente, e que vai começar a ser implementada em alguns clientes como piloto. “Uma das perguntas que muitas empresas incubadoras fazem é se nós vamos conseguir entregar o que estamos prometendo. Então agora é a hora da gente mostrar que sim, que a gente vai conseguir entregar e que vai dar tudo certo”, afirmou Edson Nakada, que junto à sua equipe buscou possíveis parceiros para o projeto durante o evento.

Os irmãos Gabriel e Lays Costa Faria estão entre os estudantes da edição de 2016. Eles já estão terminando o protótipo de uma impressora de metais em 3D que imprime joias em prata e ouro. “A gente ficou muito feliz em ser convidado, sabendo que o que estamos fazendo está dando certo e que estão vendo resultados. Dá um ânimo ainda maior para continuarmos nos empenhando cada vez mais”, disse Lays. A dupla Willian Beneducci e Henrique dos Santos se focou nas palestras do evento e em buscar incubadoras e locais físicos para desenvolver a startup Staat, que está produzindo um espectrofotômetro para realizar análises na área de odontologia. “Falei com algumas empresas, mostrei nossas ideias, colhi feedbacks e foi bastante proveitoso”, contou Henrique.

O grupo Periodiza conversou com financiadoras, aceleradoras e empresas de hardware sobre seu projeto: um aplicativo de periodização de treinos voltados para personal trainers e profissionais de academias. “Estamos conhecendo melhor quem são essas pessoas, o que elas precisam, os requisitos para as startups que entram em seus programas”, relatou Pedro Vitor Sanches. Para a equipe de AWC, o evento também proporcionou contatos que podem gerar novas oportunidades para o programa. “A gente conversou com alguns investidores-anjo que queriam entender como era o processo, o que já está gerando uma série de contatos posteriores que podem, eventualmente, fortalecer o programa e trazer mais resultados”, acrescentou Diogo Dutra. “O feedback está sendo muito positivo.”

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