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Categoria: Cases

20
abr

Periodiza: feedbacks positivos e planos para crescer

Os primeiros meses de 2017 foram de muito trabalho para fazer os ajustes necessários no produto da startup Periodiza e validá-lo com potenciais clientes. A equipe participou da segunda edição de Academic Working Capital, em 2016, e criou uma plataforma online que permite que personal trainers e profissionais de educação física façam a periodização de treinos de alunos de forma prática por meio do celular ou computador – uma tarefa que ainda é comumente feita no papel. Os profissionais inserem os dados dos clientes e a própria plataforma realiza os cálculos da periodização, de acordo com as características de cada aluno.

“Vimos a dificuldade dos profissionais em atender aos alunos com esse nível de personalização e quisemos viabilizar esse atendimento. Percebemos que os alunos precisavam não tanto do rigor, mas do acompanhamento personalizado e motivação”, diz João Paulo Soares, desenvolvedor graduado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A equipe do Periodiza também é formada pelo estudante de Engenharia de Produção na USFCar Pedro Sanches, pelo estudante de Economia Empresarial e Controladoria na Universidade de São Paulo (USP) Giovanni Ramos, pela fisiologista Luciane Tomaz, pelo programador Matheus Takata e pelo profissional de vendas Matheus Polachini.

A decisão de aumentar a equipe veio no final de AWC, para acelerar o desenvolvimento da plataforma e ter um produto viável mínimo (MVP) para a realização de testes. A plataforma, que pode ser acessada pelo site da empresa, já está sendo testada por profissionais de educação física, e a expectativa da startup é aproveitar esses contatos para fechar as primeiras vendas ainda neste semestre. “Estamos conseguindo um interesse muito grande por parte dos profissionais”, afirma Luciane. “O período mínimo para fazer um planejamento de qualidade é quatro meses, a periodização é contínua. Então acreditamos que muitos clientes terão interesse em continuar utilizando a plataforma.”

Luciane acrescenta que as melhorias realizadas até o momento são focadas na gestão da periodização de treinos, mas que ainda serão feitas mais mudanças para tornar o produto cada vez melhor para os usuários. A startup vai começar a investir em marketing, colocar um novo site no ar para interagir melhor com os clientes e buscar um profissional de design para aprimorar a usabilidade do Periodiza. “Estamos entregando as funcionalidades essenciais para o profissional gerenciar, inserir e editar dados dos clientes. Mas a gente ainda vai desenvolver mais funcionalidades para crescer e para acompanhar e facilitar tanto a prescrição de treinos para os profissionais quanto a visualização dos treinos para os alunos”, explica.

A equipe também está acompanhando e se inscrevendo em alguns editais e programas de aceleração e apoio a startups. Luciane se mudará em maio para o Canadá e pretende buscar parcerias no país para o Periodiza. Essa não seria a primeira experiência internacional da empresa. Em abril de 2016, com o apoio de AWC, a equipe levou seu projeto para uma das sedes da Microsoft Ventures nos Estados Unidos e foi o primeiro grupo brasileiro a participar da competição International Business Model Competition, voltada a startups formadas por universitários de diversos países. “Nunca imaginei que em tão pouco tempo na minha vida teria uma oportunidade tão grande”, diz Pedro.

 

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07
abr

NanoTropic inicia em dois programas de aceleração

Quatro meses depois de encerrar a participação na segunda edição de Academic Working Capital, em 2016, o grupo NanoTropic já abriu empresa e está começando dois processos de aceleração. A equipe composta por Leonardo Kalinowski, Yuri Matos e Gustavo Suckow, formados em Engenharia Mecânica pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), desenvolveu um nanoaditivo bactericida que pode ser aplicado em embalagens e outros materiais para torná-los mais resistentes a micro-organismos.

Nos primeiros meses do ano, a equipe curitibana se dedicou a realizar melhorias tecnológicas para tornar o produto e o processo de produção ainda mais eficientes, além de começar a validá-lo com potenciais clientes. “Temos um primeiro cliente de Curitiba que aprovou e quer comprar o produto, inclusive nos mandou sua demanda inicial. Mas ainda não conseguimos produzir para ele, nossa capacidade de produção é pequena”, conta Leonardo. Esse foi mais um incentivo para que eles buscassem ajuda para expandir o negócio. “Quando saímos de AWC, vimos o quão bom é ter alguém nos ajudando, o quanto alavancou a empresa e o projeto”, diz.

A startup se inscreveu em programas de aceleração e foi aprovada em três. Eles escolheram dois deles para participar: ACE Start, da aceleradora ACE, e InovAtiva Brasil, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e do Sebrae, com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). O programa ACE Start começou no dia 3 de abril com uma semana de palestras e aulas sobre empreendedorismo em São Paulo (SP). Em Curitiba, a equipe receberá mentoria para estabelecer metas e validar o negócio. Se passar desse primeiro estágio, a startup poderá participar do programa ACE Growth, que oferece um investimento de até R$ 150 mil e acesso a outros investidores.

Já o programa InovAtiva Brasil oferece capacitação e mentoria para startups. A equipe já teve duas sessões online com seu mentor, e a próxima será presencial. Ao longo do programa, as startups que mais se destacarem irão apresentar seu projeto a investidores e poderão ser selecionadas para receber recursos e suporte do programa e de parceiros. “Isso dará uma visibilidade grande para nós”, acrescenta Leonardo.

A startup está construindo um plano de negócios mais detalhado e definindo estratégias para apresentar o produto da melhor maneira possível a investidores e clientes. O próximo passo é concluir a primeira venda e estabelecer uma produção viável do produto. “Ainda neste semestre ou no próximo queremos abrir uma fábrica e fechar com os primeiros clientes”, comenta Leonardo.

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Leonardo e Gustavo em uma das atividades do programa ACE Start.

 

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30
nov

Apoio de AWC foi determinante para Seletora de Mudas vencer Prêmio Santander Universidades

O primeiro ciclo do programa Academic Working Capital está se encerrando com uma notícia muito boa. Como alguns de vocês já viram aqui, a Seletora de Mudas de Eucalipto/Tech Muda venceu o Prêmio Santander Universidades na categoria Empreendedorismo. A equipe AWC esteve presente durante todas as etapas do projeto, auxiliando o grupo a construir seu produto. Por isso, essa conquista é um grande orgulho pra todo mundo que faz parte do programa!

“A participação de AWC foi fundamental. O [monitor] Artur Vilas Boas nos ajudou em todo o processo da competição, falávamos com ele todos os dias pedindo dicas e referências. E foi o [coordenador de conteúdo] Diogo Dutra que incentivou a gente a fazer a inscrição no Prêmio e nos ajudou com o pitch”, diz Fernando Torres, coordenador da equipe.

Para vencer o Prêmio Santander Universidades, o grupo desenvolveu um plano de negócios, que foi entregue na primeira fase do concurso, e fez um pitch, que foi apresentado na etapa final da competição. O grupo, que é formado também por Fernando Lopes e Henrique Martins, vai receber R$ 100 mil para investir no projeto, consultoria da organização Endeavor e uma bolsa de estudos na Babson College, em Boston, nos Estados Unidos.

Acompanhe as novidades de AWC pelo Twitter

Fernando explica que a participação no AWC foi muito importante para a criação do protótipo – que, por sua vez, foi fundamental para a conquista do prêmio. “E agora vamos usar o dinheiro da premiação para construir a primeira máquina”, comemora Fernando Torres. Os próximos passos do grupo são estabelecer formalmente a empresa, requisitar a patente e desenvolver a versão final do protótipo. A meta é vender duas máquinas já em 2016.

19
nov

Seletora de mudas vence Prêmio Santander Universidades na categoria empreendedorismo

Uma das equipes de AWC ganhou um reforço importante para o desenvolvimento de sua empresa. Na tarde de quinta-feira, 19 de novembro, aconteceu em São Paulo o anúncio dos vencedores dos Prêmios Santander Universidades, e o projeto da Seletora de Mudas de Eucalipto foi um dos cinco campeões na categoria Empreendedorismo.

O projeto garantiu o prêmio de R$ 100 mil para a implementação da ideia, uma bolsa de estudos na Babson College, em Boston, nos EUA, e mentoria da Endeavor, organização referência em empreendedorismo.

Fernando Antônio Torres Velloso da Silva Neto, aluno da Poli-USP e coordenador do projeto, estava presente no evento e subiu no palco da premiação junto com seu professor orientador André Leme Fleury. Também fazem parte da equipe Fernando Paes Lopes (USP), Henrique Oliveira Martins (USP) e Marina de Freitas Mendonça (FGV).

Veja a relação completa dos vencedores.  

A edição de 2015 do Prêmio Santander Universidades recebeu mais de 23 mil inscrições de universitários de graduação e pós-graduação, pesquisadores e acadêmicos em geral. Destes, 55 chegaram à final.

Assista ao evento completo da cerimônia de premiação pelo Periscope.